domingo, 17 de junho de 2012

ALTERAÇÕES FEITAS NAS REGRAS OFICIAIS DE BEISEBOL


ALTERAÇÕES FEITAS NAS REGRAS OFICIAIS DE BEISEBOL (MLB)

(2009)

1)      Regra 2.00 (“INTERFERENCE”) (d). Nova redação: Ocorre uma Interferência do Espectador quando este se estica para fora das arquibancadas, ou entra no campo de jogo, e (1) toca uma bola viva ou (2) toca um jogador e estorva uma tentativa de fazer uma jogada sobre uma bola viva.
 
2)      Regra 8.01 (f) (nova). Um arremessador deve indicar de forma clara, ao árbitro principal, ao batedor e aos corredores a mão com a qual pretende arremessar, o que pode ser feito usando sua luva na outra mão enquanto está tocando o “pitcher’s plate”. Não é permitido que o arremessador arremesse com a outra mão até que: o batedor seja eliminado ou se torne um corredor; o “inning” termine; o batedor seja substituído por um “pinch-hitter” (batedor de emergência); ou o arremessador se machuque. Em caso de o arremessador mudar a mão para efetuar os arremessos durante um “at-bat” (vez de bater), em razão de um ferimento, ele não poderá voltar a arremessar com a outra mão, pelo resto do jogo. Ao arremessador não será dada a oportunidade para fazer arremessos preparatórios (aquecimento) depois de mudar a mão para arremessar. Qualquer mudança de mãos para efetuar arremessos deve ser indicada claramente ao árbitro principal.

(2010)

1)      Foi acrescentado um Comentário à Regra 1.10 (c), que diz:  Se a substância (alcatrão de pinho) for aplicada sobre uma extensão maior do que 18 polegadas (45,70 cm), o árbitro, por sua iniciativa própria ou mediante reclamação da equipe adversária, deverá mandar o batedor usar outro “bat”. O batedor poderá usar o “bat” rejeitado, posteriormente no jogo, somente se o excesso de substância for removido. Se não houver contestação antes de o “bat” ser usado, a transgressão da Regra 1.10 (c) não anulará qualquer ação ou jogada no campo, e protestos sobre tal jogada não serão permitidos. 
 
2)      Regra 1.16 (e) (nova). Todos os “base coaches” devem usar um capacete protetor enquanto estão exercendo suas funções.
 
3)      Regra 1.16 (f). Nova redação: Todos os gandulas devem usar capacete protetor com proteção para as duas orelhas enquanto estão exercendo suas funções.
 
4)      Regra 2.00 (“INTERFERENCE”) (c). Nova redação: Ocorre uma Interferência do árbitro quando o árbitro de “home” estorva, impede ou prejudica um lançamento do receptor que está tentando evitar um roubo de base ou eliminar um corredor que está fora da base. Foi acrescentado o seguinte Comentário: A Interferência do árbitro pode ocorrer também quando um árbitro estorva um receptor que está devolvendo a bola ao arremessador.

5)      Regra 3.03. Foi acrescentado: Se um jogador que tenha sido substituído tentar retornar –ou retornar- ao jogo em qualquer posição, o árbitro principal deverá  mandar o técnico remover tal jogador do jogo, imediatamente, ao notar a sua presença, ou ao ser informado sobre a sua presença por outro árbitro ou por outro técnico. Se tal ordem para remover o substituto irregular ocorrer antes de começar o jogo, com esse jogador no campo, um substituto legal poderá  entrar no seu lugar. Se tal ordem para remover o substituto irregular ocorrer depois de começar o jogo, com esse jogador no campo, o substituto legal deverá ser considerado como se tivesse sido removido do jogo (além da remoção do jogador substituto ilegal), e ele não poderá entrar no jogo.
 
6)      Comentário – Regra 3.03. Foi acrescentado: Qualquer jogada que ocorra enquanto um jogador que deixara o jogo depois de ter sido substituído participa novamente desse jogo deve ser considerada válida. Se o árbitro achar que o jogador retornou ao jogo sabendo que isso contraria a regra de substituição de jogadores, poderá expulsar o técnico.
 
7)      Regra 4.01.  Nova redação:
 
(a)    Primeiro, o técnico da equipe local, ou seu representante, deve entregar sua Ordem de Batedores, em duplicata, ao árbitro principal.
 
(b)   Em seguida, o técnico da equipe visitante, ou seu representante, deve entregar sua Ordem de Batedores, em duplicata, ao árbitro principal.

8)      Regra 4.01 (c) (nova).  Como uma cortesia, cada “lineup card” (formulário de escalação) apresentado ao árbitro principal deve anotar as posições defensivas que serão ocupadas pelos jogadores relacionados na ordem em que vão bater. Em caso de utilizar um Batedor Designado, o “lineup card” deve indicar o jogador que deve bater no lugar do arremessador. Vide Regra 6.10 (b). Os possíveis jogadores substitutos devem ser anotados no “lineup card”, mas aqueles que não forem relacionados como tais poderão também entrar no jogo.
 
9)      Regra 6.05 (g). Foi acrescentado: Se o batedor está posicionado legalmente no “batter’s box” (vide Regra 6.03) –e na opinião do árbitro ele não teve intenção alguma de interferir no curso da bola-, uma bola rebatida que  atinge o seu corpo ou o seu “bat” deve ser declarada  “foul ball”.
 
10)  Regra 6.05 (h). Foi acrescentado: Se o batedor está posicionado legalmente no “batter’s box” (vide Regra 6.03) –e na opinião do árbitro ele não teve intenção alguma de interferir no curso da bola-, uma bola rebatida que  atinge o seu corpo ou o seu “bat” deve ser declarada  “foul ball”.
 
11)  Regra 6.10 - Batedor Designado. Nova redação:  Qualquer Liga pode optar pelo uso da Regra 6.10 (b), conhecida como a Regra do Batedor Designado (“Designated Hitter Rule”).
 
(a) No caso de uma competição Inter-Ligas entre clubes de Ligas que usam a Regra do Batedor Designado e clubes de Ligas que não a usam, a decisão sobre utilizar ou não tal regra deve ser tomada da seguinte forma: 
 
(1) Em jogos de “World Series” (Séries Mundiais) ou de exibição, a regra será usada ou não, conforme o costume da Liga do clube local.
 
(2) Em “All-Star games” (jogos entre equipes compostas dos melhores jogadores), a regra será usada somente se ambas as equipes e ambas as Ligas concordarem.
 
(b) A Regra do Batedor Designado estabelece o seguinte:

(1) Um batedor pode ser designado para bater no lugar do arremessador inicial e de todos os arremessadores subsequentes, em qualquer jogo, sem que isso afete a situação legal do(s) arremessador(es) no jogo. Caso uma equipe pretenda usar um Batedor Designado, o jogador que deve bater no lugar do arremessador tem de ser escolhido antes do jogo e estar incluído no formulário de escalação (“lineup card”) apresentado ao árbitro principal. Se uma equipe relacionar 10 jogadores no seu “lineup card”, sem indicar um deles como o Batedor Designado, e o erro for percebido por um árbitro ou por qualquer dos técnicos (ou pela pessoa designada por esse técnico para entregar o “lineup”) antes da ordem “Play” para iniciar o jogo, o árbitro principal deverá mandar o técnico que cometeu a falha mencionar qual dos nove jogadores, exceto o arremessador, será o Batedor Designado.
 
Comentário – Regra 6.10 (b) (1): A não indicação do Batedor Designado quando são relacionados 10 jogadores na Ordem de Batedores é um erro “óbvio” que pode ser corrigido antes do início de um jogo. Vide Comentário – Regra 4.01. 
 
(2) O Batedor Designado indicado na escalação inicial (“starting lineup”) tem de bater pelo menos uma vez, a menos que a equipe contrária substitua o arremessador.
 
(3) Uma equipe não é obrigada a designar um batedor para o arremessador, mas se deixar de fazê-lo antes do jogo, ficará impedida de usar um Batedor Designado para esse jogo.
 
(4) Podem ser usados batedores de emergência para um Batedor Designado. Qualquer batedor que substitua um Batedor Designado torna-se, daí em diante, o novo Batedor Designado. Um Batedor Designado substituído não pode retornar ao jogo em nenhuma circunstância.
 
(5) O Batedor Designado pode ser usado na defesa e continuar batendo na mesma posição na ordem de batedores, mas o arremessador, então, tem de bater no lugar do jogador da defensiva substituído, a menos que sejam feitas várias substituições, e nesse caso o técnico tem de designar o lugar de cada um na ordem de batedores.

(6) Um substituto pode entrar no lugar do Batedor Designado, como corredor de emergência, e esse corredor deve, daí em diante, assumir a função de Batedor Designado. Um Batedor Designado não pode ser um corredor de emergência.
 
(7) Um Batedor Designado está “preso” à ordem de batedores. Não são permitidas substituições múltiplas que possam alterar a rotação do Batedor Designado na ordem de batedores. 
 
(8) Uma vez que o arremessador do jogo seja removido do montículo (“mound”) para uma posição na defesa, termina a função do Batedor Designado para o resto do jogo.   
 
(9) Uma vez que um batedor de emergência atue no lugar de qualquer jogador na ordem de batedores e entre depois no jogo para arremessar, termina a função do Batedor Designado para o resto do jogo.

(10) Uma vez que o arremessador do jogo atue como batedor no lugar do Batedor Designado, termina a função do Batedor Designado para o resto do jogo. O arremessador do jogo pode entrar como batedor de emergência somente no lugar do Batedor Designado.
 
(11) Se uma equipe relacionar 10 jogadores no “lineup card”, sem indicar um deles como o Batedor Designado, e o técnico da equipe oponente comunicar essa omissão ao árbitro principal depois de iniciado o jogo, 
 
(i) o arremessador terá de bater no lugar do jogador relacionado no “lineup card” que não tenha assumido uma posição na defesa, se a equipe tiver entrado no campo para atuar na defesa, ou
 
(ii) se a equipe não tiver ainda entrado no campo para atuar na defesa, o arremessador será colocado na ordem de batedores no lugar de qualquer jogador escolhido pelo técnico dessa equipe.

Em qualquer caso, o jogador cujo lugar na ordem de batedores é ocupado pelo arremessador deve ser considerado como se tivesse sido substituído e removido do jogo; e a função do Batedor Designado termina para o resto do jogo. Qualquer jogada que tenha ocorrido antes de a infração ser levada ao conhecimento do árbitro principal deve ser mantida. Vide Regra 6.07 (Batendo Fora de Turno).
 
(12) Uma vez que um Batedor Designado assuma uma posição na defesa, termina a função do Batedor Designado para o resto do jogo.
 
(13) Um substituto do Batedor Designado não precisa ser anunciado até que chegue a vez do Batedor Designado na ordem de batedores.
 
(14) Se um jogador da defesa vai ao montículo (isto é, substitui o arremessador), termina a função do Batedor Designado para o resto do jogo.

(15) O Batedor Designado não pode ficar no “bullpen”, a menos que esteja servindo de receptor a um arremessador.
 
12)  Regra 7.04 (e). Um defensor remove seu boné, sua máscara ou qualquer parte do seu uniforme do lugar onde normalmente são usados e toca, intencionalmente, uma bola arremessada. A bola permanece em jogo e a concessão é feita a partir da posição do corredor no momento em que a bola foi tocada.
 
Esta regra não é nova.  A Regra 7.05 (j) passou a ter este número.

13)  Regra 8.02 (a) (1). Nova redação: O arremessador não deve levar a sua mão –aquela que utiliza para fazer os arremessos- em contato com sua boca ou lábios enquanto se encontra dentro do círculo de 18 pés que circunda o “pitcher’s plate”.  Isso será permitido se ele não estiver em contato com o “pitcher’s plate”, e desde que enxugue completamente os dedos (da mão com a qual faz os arremessos) antes de se posicionar no montículo (“mound”).  EXCEÇÃO: Desde que haja acordo entre ambos os técnicos, em jogo a ser realizado num dia frio o árbitro pode permitir que o arremessador sopre sua mão.
 
14)  Regra 9.02 (c). Nova redação: Se houver apelação sobre uma decisão, o árbitro que tomou tal decisão poderá solicitar a opinião de outro árbitro antes de dar a decisão final.  Nenhum árbitro deve criticar ou tentar mudar uma decisão de outro árbitro; deve manifestar-se sobre uma decisão dada por outro árbitro somente quando solicitado a fazê-lo por esse árbitro. Se os árbitros se consultam após uma jogada e mudam a decisão dada por um companheiro, eles têm autoridade para tomar todas as medidas que julgarem necessárias –segundo seus critérios- para anular os resultados e as consequências da decisão anterior que estão mudando, inclusive colocando corredores onde eles acharem que deveriam estar depois da jogada se a decisão final tivesse sido tomada como a decisão inicial, desconsiderando Interferência ou Obstrução que possa ter ocorrido na jogada; falhas de corredores no “tag up” baseadas na decisão inicial no campo; corredores ultrapassando outros corredores ou omitindo bases etc., tudo segundo os critérios dos árbitros.  Nenhum jogador, técnico ou “coach” deve ser autorizado a discutir sobre os critérios adotados pelos árbitros para solucionar a jogada, e qualquer pessoa que se manifestar com esse objetivo poderá ser expulso.
 
15)  Comentário - Regra 9.02 (c). Foi acrescentado: É permitido que um técnico peça um esclarecimento sobre a jogada e sobre os critérios que eles usaram para anular os resultados e as consequências da decisão anterior que estão mudando. Entretanto, uma vez que os árbitros esclareçam o resultado da jogada, ninguém pode alegar que os árbitros usaram seus critérios de maneira diferente.

(2011)

1) Regra 2.00 “TAG” (TOQUE): Foi acrescentado: Não é um “tag”, entretanto, se, simultaneamente ou logo após tocar a base ou um corredor, o defensor derruba a bola. Para o “tag” ser válido, o defensor deve segurar a bola por um tempo suficiente para provar que teve controle absoluto dela. Se o defensor que efetua o “tag” derruba a bola no momento em que está fazendo um lançamento após tocar uma base ou um corredor, deve-se decidir que o lance foi legal.
 
2) Regra 3.15 (nova redação): Com exceção de jogadores e “coaches” uniformizados, técnicos, repórteres fotográficos credenciados pela equipe local, árbitros, policiais uniformizados e vigilantes ou outros empregados do clube local, ninguém deve ser autorizado a permanecer no campo durante um jogo. Em caso de uma interferência não intencional cometida sobre uma jogada por qualquer pessoa autorizada a permanecer no campo de jogo (exceto membros da equipe na ofensiva que estão participando do jogo, ou “base coaches”, que interferem na ação de um defensor que está tentando apanhar uma bola rebatida ou lançada; ou um árbitro), a bola continua viva e em jogo. Se a interferência for intencional, a bola se tornará morta no momento em que a falta é cometida, e o árbitro deverá impor as penalidades que, na sua opinião, anularão o ato da Interferência.
 
NOTA: Vide Regras 7.08 (b) e 7.11. (Esta NOTA foi suprimida.)
 
Comentário – Regra 3.15: Para Interferência cometida por membros da equipe na ofensiva ou “base coaches”, que estão excetuados na Regra 3.15, vide Regra 7.11. Vide também Regras 5.09 (b), 5.09 (f) e 6.08 (d), que tratam de Interferência cometida por um árbitro, e Regra 7.08 (b), que versa sobre Interferência cometida por um corredor. 
 
Para decidir se uma interferência é intencional ou não o árbitro deve basear-se na ação da pessoa. Por exemplo: um gandula (recolhedor de “bat” ou catador de bola) faz um esforço para não ser atingido por uma bola lançada ou rebatida, mas, mesmo assim, não consegue evitar o incidente. Nesse caso, ele estaria envolvido numa interferência não intencional. Se, porém, ele chutar, apanhar ou empurrar a bola, tal ato será interpretado como uma interferência intencional, sem levar em consideração qual teria sido sua intenção.
 
JOGADA: O batedor rebateu o arremesso em direção ao interbases (“shortstop”). Este apanhou a bola, mas fez um mau lançamento à primeira base. O “coach” da primeira base, para evitar ser atingido pela bola, jogou-se ao chão, e o defensor da primeira base, ao tentar interceptar o lançamento descontrolado, tropeçou nele; o batedor-corredor conseguiu chegar à terceira base. A decisão sobre esse lance –se deve ou não ser declarada uma Interferência do “coach”- fica a critério do árbitro; se, na sua opinião, o “coach” fez todo o possível para evitar interferir na jogada, não deve declarar uma Interferência. Se, porém, ele julgar que o “coach” estava apenas fingindo não estorvar a jogada, decidirá que houve Interferência.
 
3) Regra 6.05 (foi acrescentado um item): (o) Um membro de sua equipe (exceto um corredor) atrapalha um defensor que está tentando apanhar ou defender uma bola rebatida. Vide Regra 7.11. Para Interferência cometida por um corredor, vide Regra 7.08 (b).
 
4) Regra 7.08 (foi acrescentado um item): (l) No momento em que está sendo realizada uma jogada sobre ele, um membro de sua equipe (exceto um corredor) atrapalha um defensor que está tentando apanhar uma bola lançada. Vide Regra 7.11. Para Interferência cometida por um corredor, vide Regra 7.08 (b).

5) Regra 7.11 (nova redação): Os jogadores, “coaches” ou qualquer membro de uma equipe na ofensiva devem desocupar qualquer espaço (inclusive os dois “dugouts” ou “bullpens”) que seja necessário a um defensor que está tentando apanhar uma bola rebatida ou lançada. Se um membro da equipe na ofensiva (exceto um corredor) atrapalha um defensor que está tentando apanhar ou defender uma bola rebatida, a bola torna-se morta, o batedor é declarado eliminado e todos os corredores retornam às bases que estavam ocupando no momento do arremesso. Se um membro da equipe na ofensiva (exceto um corredor) atrapalha um defensor que está tentando apanhar uma bola lançada, a bola torna-se morta, o corredor sobre o qual está sendo feita a jogada deve ser declarado eliminado e todos os corredores retornam à última base ocupada legalmente no momento da Interferência.
 
6) Regra 8.02 (a) (1) (nova redação): Pôr a mão na bola após tocar sua boca ou lábios enquanto está dentro do círculo de 18 pés que circunda o “pitcher’s plate”, ou tocar sua boca ou lábios enquanto está em contato com o “pitcher’s plate”. O arremessador tem de esfregar e enxugar completamente os dedos da mão com a qual faz os arremessos antes de tocar a bola ou o “pitcher’s plate”. EXCEÇÃO: Desde que haja acordo entre ambos os técnicos antes do início de um jogo a ser realizado num dia frio, o árbitro pode permitir que o arremessador sopre sua mão.
 
7) Comentário - Regra 8.02 (d) (nova redação): O pessoal da equipe não pode entrar na área de jogo para discutir ou contestar uma advertência feita de acordo com a Regra 8.02 (d). Se um técnico, “coach” ou jogador deixa o “dugout” ou a sua posição para contestar uma advertência, o arbitro deve chamar a sua atenção e mandar parar. Se ele continuar, poderá ser expulso.
 
Arremessar na cabeça de um batedor é antidesportivo e extremamente perigoso.  Deve ser –e é- condenado por todos. Os árbitros devem agir sem hesitação na aplicação desta regra.

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