sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

JOGADOR FORA DO “BENCH” APANHA UMA BOLA LANÇADA

Jogo de beisebol da categoria Adultos (Taça Brasil de Beisebol – 2011): Rebatida “ground” para o campo interno. O defensor que efetuou a defesa fez um lançamento descontrolado à 1ª base –a bola foi rolando em direção ao “bench” da equipe na ofensiva. O batedor-corredor chegou à 2ª base. Ocorre que, enquanto ele avançava, um jogador que estava fora do “bench” apanhou a bola. A equipe na defensiva reclamou; queria que o avanço à 2ª base fosse anulado.  O árbitro, porém, validou a jogada, porque, na sua opinião, o batedor-corredor teria chegado àquela base de qualquer forma, ou seja, mesmo que não tivesse ocorrido a Interferência.  

Decisão correta.

Vejamos o que diz a Regra 3.15: Com exceção de jogadores e “coaches” uniformizados, técnicos, repórteres fotográficos credenciados pela equipe local, árbitros, policiais uniformizados e vigilantes ou outros empregados do clube local, ninguém deve ser autorizado a permanecer no campo durante um jogo. Em caso de uma interferência não intencional cometida sobre uma jogada por qualquer dessas pessoas autorizadas a permanecer no campo de jogo (exceto membros da equipe na ofensiva que estão participando do jogo, um “coach” no “coach’s box” ou um árbitro), a bola permanece viva e em jogo. Caso a interferência seja considerada intencional, a bola se torna morta no momento em que a falta é cometida, e o árbitro deve impor as penalidades que, na sua opinião, anularão o ato da Interferência.

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