terça-feira, 16 de dezembro de 2014

“BASE COACH” FOGE DE BOLA LANÇADA NUM ‘KENSEI’*

O arremessador fez um lançamento descontrolado (“wild throw”) ao tentar ‘pegar’ o corredor da 1ª base fora da ‘almofada’. O “base coach” se jogou ao chão para evitar levar bolada. O corredor chegou à 2ª base.

 
Nessa jogada, mesmo que a bola tivesse atingido o “base coach”, ou o defensor da 1ª  base tivesse tropeçado nele, a bola continuaria viva e em jogo, já que ele (“coach”) fez todo o possível para não interferir na jogada.  
 
Num lance como esse, a decisão –se deve ou não ser declarada uma Interferência da Ofensiva– fica a critério do árbitro; se, na sua opinião, o “coach” fez todo o possível para evitar interferir na jogada, não deve declarar uma Interferência; se, porém, ele julgar que o “coach”  estava apenas fingindo não estorvar a jogada, decidirá que houve Interferência.
 
(Regra 3.15)
 
Se uma bola lançada toca, acidentalmente, um “base coach”, ou uma bola arremessada ou lançada toca um árbitro, a bola permanece viva e em jogo. Entretanto, se o “coach” interferir numa bola lançada, o corredor será elimindo.
 
(Regra 5.08)
 
*‘KENSEI’ é um termo japonês. Fazer ‘KENSEI’ significa reprimir, suster a ação ou movimento de, segurar etc. No beisebol, esse termo é usado para designar aquela jogada em que o arremessador tenta segurar o corredor na base, ou eliminar o corredor que está fora da base.

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