quarta-feira, 14 de março de 2012

EQUÍVOCO MENTAL

Um “out”, corredor na 3ª base. O batedor é eliminado por “strike”. Achando que era a terceira eliminação, o receptor jogou a bola ao árbitro de “home”.  Este, percebendo a situação, afastou-se rapidamente, porém não conseguiu desviar da bola que caía à sua frente.  (A bola bateu no seu peito e rolou até as proximidades da linha de “foul”.) Enquanto isso, o corredor pisou o “home plate”. Como deve ser decidido este caso?

Foi anotado um ponto. O fato de a bola ter tocado o árbitro não deve ser levado em consideração. A bola permanece em jogo.
(Regra 5.08)
oo 0 ooo
Ocorreu num jogo da Major League: Blue Jays estava com Tony Fernandez na 3ª base, George Bell na 2ª base, e Fred McGriff  no “batter’s box”. Um “out”. Contagem de bolas (“ball count”): 3 - 2 (três “balls” - dois “strikes”). No derradeiro arremesso, McGriff  foi eliminado por “strike” (“strike out”).
O receptor do Brewer, pensando que havia sido completado o terceiro “out”, atirou a bola para o ar e caminhou em direção ao “dugout”. O árbitro de “home”, que ficara   momentaneamente confuso, apanhou a bola e rolou-a na direção do montículo (“mound”). Enquanto isso, Fernandez e Bell cruzaram o “home plate”.
Como o árbitro de “home” deve resolver o equívoco mental duplo?
Muito simples. Deve validar os dois pontos. O fato de o árbitro ter manuseado a bola não teve influência sobre os avanços de Fernandez e Bell ao “home plate” na jogada. Este caso deve ser tratado da mesma forma que quando o árbitro é atingido acidentalmente por uma bola lançada. A bola permanece em jogo.
Fonte: BIG LEAGUE Baseball  PUZZLERS, de Dom Forker

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