quarta-feira, 30 de novembro de 2016

BOLA REBATIDA CAI SOBRE O TOPO DO MURO DO JARDIM CENTRAL

Rebatida “fly” na direção do jardim central. O jardineiro central afastou-se e fez um esforço para efetuar a defesa, mas não teve bom êxito. A bola tocou sua luva e foi rolando sobre o topo do muro. O jardineiro esquerdo, que estava nas proximidades, impediu que ela caísse para outro lado do muro.

(0.00 – 1.14)

Se a bola tivesse ido para fora do campo, seria “home run”.


[Beisebol – Regra 7.05 (a)]

(Softbol  – Regra 8 - Seção 7g-2)

No beisebol não há uma regra específica sobre um lance assim.

No softbol, a Regra 8 – Seção 7g-2 trata desse assunto. Diz ela: Os corredores têm o direito de avançar, sem o risco de serem eliminados, quando uma bola rebatida “fair fly”...  (2) bate na luva ou no corpo de um defensor e passa diretamente por cima da cerca em território “fair”, ou toca o topo da cerca em território “fair” e vai para fora do campo ...   EFEITO – Seção 7g: A bola torna-se morta e todos os corredores devem ser autorizados a avançar ao “home plate”.

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Aconteceu no Beisebol Profissional do Japão. Corredor na 1ª base, dois eliminados, contagem de arremessos: 3 – 2 (três “balls” – dois “strikes”). Rebatida “fly” para “centerfield” (jardim central).  O "centerfielder" (jardineiro central) afastou-se e tentou sem sucesso efetuar a defesa –a bola tocou o topo da cerca e desviou para fora do campo. Foi sinalizado um “home run”. 

Defensores e técnico reclamaram. Os árbitros, então, se reuniram e decidiram conceder duas bases ao batedor-corredor, e não um “home-run”.

Em seguida, um dos árbitros deu a explicação sobre o ocorrido. Disse ele: “Como a bola saiu do campo após ter contato com o muro, o batedor-corredor deve ser autorizado a avançar somente duas bases, de acordo com as regras (???); é a minha opinião. Mas como o técnico da equipe na ofensiva não está concordando com essa interpretação, peço a todos que aguardem mais um pouco”.


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