REGRAS DE ANOTAÇÃO
Dave Winfield, “rightfielder” (jardineiro
direito) do Yankees, tem um braço forte; e certeiro também. Mas, de vez em quando, um corredor adversário
tenta desafiar sua habilidade para lançar. Foi o que ocorreu no verão de 1986,
quando um corredor veloz do Kansas City Royal tentou ir da 1ª base à 3ª base
num “single” (rebatida indefensável de uma base) ao “rightfield” (jardim direito). O lançamento de Winfield foi perfeito, mas atingiu o corredor –que já havia chegado à base deslizando—e pulou para
fora da linha de “foul” do “leftfield” (jardim esquerdo; o corredor anotou
ponto.
Nesse lance, foi anotado um erro
a Winfield. Um erro infeliz, verdade seja dita. Ele foi punido por ter efetuado
um belo lançamento. Mas se não lhe tivesse sido imputado um erro, o
arremessador teria sido responsabilizado por um “earned run” (ponto limpo). [Vide
Comentário – Regra 10.13 (e)]. O
anotador oficial ficou diante de um dilema neste caso. Alguns beisebolistas
puristas acham que, na situação apresentada acima, o erro deveria ser atribuído
a uma equipe, e não a um jogador individualmente.
Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker
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