NORMAS PARA REMOVER QUALQUER PARTICIPANTE DE UM JOGO
Cada árbitro tem autoridade para
remover qualquer participante de um jogo. Essa autoridade nunca deve ser exercida
levianamente.
Causas que motivam a expulsão de um
jogador, “coach”, técnico ou outra pessoa:
a) Ofender um árbitro, dirigir
insultos à pessoa do árbitro ou usar linguagem que possa, de alguma forma,
referir-se negativamente sobre um árbitro.
b) Ter contato físico com um árbitro.
c) Negar-se a parar uma discussão e
retardar o jogo, depois que o árbitro tenha proporcionado a um jogador ou
técnico uma oportunidade para defender um ponto de vista. O árbitro deve
advertir o jogador (ou técnico) e mandá-lo de volta à sua posição ou expulsá-lo.
A advertência deve ser feita com firmeza. Deve-se evitar uma advertência
precipitada.
d) Nenhum jogador, “coach” ou técnico
pode deixar a sua posição para questionar sobre “ball”, “strike” ou “half swing”.
O árbitro deve mandar o reclamante regressar imediatamente, e se a ordem não
for cumprida, ele será automaticamente expulso.
e) Tomar atitudes desrespeitosas (dar
pulos, fazer gestos violentos com os braços etc.) enquanto discute com um
árbitro, ou sair do “dugout” direcionando gestos a um árbitro. Atirar qualquer
coisa para fora do “dugout” (toalha, equipamento etc.) é motivo para expulsão
automática.
f) Atirar equipamento para demonstrar
contrariedade sobre uma decisão dada por um árbitro pode ser motivo para expulsão.
Em algumas situações o árbitro pode advertir o jogador por esse comportamento.
Mas se o árbitro considerar tal ato muito provocativo, poderá expulsar o
jogador indisciplinado. Situações de expulsões imediatas ou automáticas
incluem: o arremessador tem substância estranha em seu poder; o batedor, com ou
sem “bat” na(s) mão(s), avança na direção do arremessador, com a intenção de
brigar com ele por ter sido atingido pelo arremesso etc.
Fonte: Manual do Árbitro da
Confederação Panamericana de Beisebol – COPABE
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