ÁRBITROS DO GRUPO SE CONSULTAM E DÃO A DECISÃO CORRETA
Um árbitro não deve hesitar em solicitar
o auxílio de um companheiro quando tem dúvida sobre uma jogada, pois esse
companheiro pode ter informações adicionais que poderão lhe dar condição para
tomar uma decisão correta.
Conselhos a seguir:
a) Quando um árbitro procura ajuda, a
reunião deve ser feita sem a presença do técnico e jogadores; é recomendável
que todos os árbitros do grupo se reúnam, pois um deles pode ter informações
que possibilitarão a solução do problema.
b) Os técnicos não têm o direito de
continuar opinando sobre uma jogada depois de apresentada a decisão final; isso
porque eles já tiveram a oportunidade de debater a questão antes de ser tomada
a decisão definitiva.
c) Quando uma decisão é revogada, os
técnicos não devem discutir sobre isso se tal medida é tomada para corrigir um
erro evidente de um árbitro.
d) O grupo de árbitros deve comunicar
ao técnico a medida desfavorável à sua
equipe antes de dar a decisão final.
Se o equívoco de um árbitro na
contagem de bolas arremessadas ou de eliminações pode afetar claramente uma
jogada, deve-se tentar corrigir o erro.
Jogada: Corredor na 1ª base, contagem
de bolas arremessadas: 3 – 1 (três “balls” – um “strike”), tentativa de roubo
da 2ª base. O arremesso seguinte foi declarado “ball” (quarto “ball”), mas o
receptor lançou à 2ª base; e o corredor foi tocado com a bola por um defensor
antes de alcançar a 'almofada'. Como o árbitro, erroneamente, declarou “OUT”, o
corredor, achando ter sido eliminado, saiu da base e foi tocado outra vez.
Decisão: O corredor saiu da base, supondo
que estava eliminado, em razão do equívoco do árbitro. Nesta situação, o
corredor pode permanecer na 2ª base. O árbitro cometeu um erro, porém
corrigível.
NOTA: Quando o grupo de árbitros
perde a contagem de “balls” e “strikes”, recomenda-se consultar o anotador
oficial.
Fonte: Manual do Árbitro da
Confederação Panamericana de Beisebol – COPABE
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