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“SQUEEZE PLAY”

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“Squeeze Play” é aquela jogada em que a equipe na ofensiva, com corredor na 3ª base, tenta anotar ponto por meio de um “bunt”.   (No beisebol, o corredor arranca para "home" tão logo o arremessador inicia o arremesso, e no softbol, no momento em que a bola arremessada legalmente deixa a mão do arremessador.)   Se for bem executada, é grande a probabilidade de a tática ter bom êxito. Entretanto, se o batedor não conseguir tocar a bola, o corredor dificilmente conseguirá evitar ser eliminado.   Raramente uma equipe utiliza esse recurso quando há dois “outs”, já que se o batedor-corredor for eliminado na 1ª base, não será anotado ponto [Regra   4.09 (a) – EXCEÇÃO (1)]; e também quando o batedor está com dois “strikes”, porque, se o “bunt” resultar em “foul ball”, será declarado o terceiro “strike” [Regra 2.00 “STRIKE” (d)]. Nessa jogada  –segunda metade do nono "inning", placar empatado (3 x 3), bases cheias, um "out", contage...

CBBS – COMUNICADO

Regulamentação Bolsa Atleta 26 Fevereiro 2016 REGULAMENTAÇÃO BOLSA ATLETA A Secretaria Nacional de Esporte de Alto Rendimento (SNEAR) do Ministério do Esporte mantém desde 2005, o programa denominado Programa Bolsa Atleta, tendo como público alvo os atletas e para-atletas de alto rendimento para obterem bons resultados em competições nacionais e internacionais na sua modalidade. O programa garante condições para que se dediquem com exclusividade e tranquilidade ao treinamento e competições Nacionais, Sul Americanas, Pan Americanas, Mundiais, Olímpicas e Para-Olímpicas. A Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol (CBBS) participa deste programa com o intuito de aumentar o nível técnico dos atletas das modalidades Beisebol e Softbol tanto a nível nacional quanto a nível internacional, emitindo declarações e autorizando a inscrição dos atletas no programa. Para a emissão dessas declarações pela CBBS com o objetivo de inscrever ao programa bem como para respectiva ...

“BAT BOY” (RECOLHEDOR DE “BAT”) CHUTA ACIDENTALMENTE UMA BOLA LANÇADA

Rebatida “ground” forte para o espaço entre os defensores da 1ª base e 2ª base. O defensor da 2ª base efetuou a defesa com dificuldade e fez um mau lançamento à 1ª base –a bola foi na direção da cerca lateral.   O “bat boy”, que se encontrava nas proximidades do “bench”, ao tentar se esquivar da bola chutou-a acidentalmente; o batedor-corredor avançou à 2ª base.    O ato de o "bat boy" chutar a bola é interpretado como uma Interferência intencional, sem levar em consideração qual teria sido sua intenção. A bola fica morta, e o árbitro deve impor as penalidades que, na sua opinião, anularão o ato da Interferência.   (Regra 3.15, Comentário – Regra 3.15)

QUEM DETERMINA SE O SEGUNDO JOGO DE UMA RODADA DUPLA DEVE OU NÃO SER INICIADO?

Terminado o primeiro jogo de uma Rodada Dupla*, começou a chover forte. Funcionários do estádio esforçaram-se para deixar o campo de jogo em condições adequadas para a partida seguinte, mas não conseguiram resultado satisfatório.   Quem determina se o segundo jogo deve ser iniciado?     O árbitro principal do primeiro jogo.   Regra 3.10 (b): O árbitro principal do primeiro jogo é o único que tem o direito de decidir se o segundo jogo de uma rodada dupla deve ou não ser iniciado, por causa de mau tempo ou condições inadequadas do campo de jogo.   *Rodada Dupla (“Double-Header"): É uma programação em que dois jogos regularmente marcados ou remarcados são realizados em imediata sucessão. (Vide Regra 4.13.)

REGRA DE “INFIELD FLY”

Corredor na 1ª e 2ª base, nenhum eliminado, “fly” para o campo interno. A bola caiu atrás do interbases, sobre o gramado. Os corredores permaneceram nas suas bases. O interbases apanhou a bola, pisou a 3ª base e lançou à 2ª base. Jogada Dupla (“double play”). O batedor-corredor chegou à 1ª base. O técnico da equipe na ofensiva reclamou, alegando que os árbitros deveriam ter aplicado a Regra 6.05 (e) –nesse caso somente o batedor-corredor seria eliminado.   Os árbitros devem ter julgado que o interbases não conseguiria apanhar a bola no ar mediante um esforço normal.   Comentário - Regra 2.00 (“INFIELD FLY”): Para aplicar a regra de “Infield Fly”, o árbitro deve julgar se a bola pode ser agarrada normalmente por um defensor do campo interno. Não deve se basear em algumas limitações arbitrárias, tais como o gramado ou as linhas de base. ...

“BUNT” RESULTA EM “FOUL FLY”

Nenhum eliminado, corredor na 1ª base, “ball count” (contagem de bolas arremessadas): dois “strikes”. Tentativa de “sacrifice bunt” (“bunt” de sacrifício) resulta em “foul fly”. O receptor levanta-se rapidamente e apanha a bola no ar. “Strike Out” ou “Fly Out”?   É “Fly Out”.   Regra 2.00 “STRIKE” (d) – NOTA: Após contados dois “strikes”, rebatidas “foul” subsequentes não são levadas em consideração. Num “bunt”, porém, uma bola “foul” depois de dois “strikes” é contada normalmente como “strike”, e o batedor é eliminado, automaticamente, por três “strikes” (“strike out”).   Entretanto, se esse “bunt” resulta em “fly” e um defensor apanha a bola legalmente, o árbitro deve declarar um “fly out” (eliminação por “fly”).

DEFENSOR ESTENDE O BRAÇO PARA DENTRO DO “DUGOUT” E TENTA APANHAR UM “FOUL FLY”

O defensor da 1ª base chegou à beira do “dugout” da equipe na ofensiva, estendeu o braço para dentro dele e tentou apanhar um “foul   fly” (bola “fly” em território “foul”); e teria efetuado a defesa não fosse a ação de um jogador, que deu um tapa na sua luva. O batedor deve ser declarado eliminado?   Sim. Deve ser declarada uma Interferência da Ofensiva. Os membros da equipe na ofensiva devem deixar o espaço livre a um defensor que está tentando apanhar uma bola rebatida ou lançada.   [Regras: 2.00 “INTERFERENCE” (a), 7.11, Comentário – 6.05 (a)]