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GANDULA APANHA UMA BOLA “FAIR”

Corredor na 1ª base. Rebatida “fair” na direção da 3ª base –a bola rolou para o território “foul” após passar a base. A gandula (“ballgirl”) apanhou-a e, em seguida, jogou-a ao chão.     O ato da gandula é interpretado como uma Interferência intencional, sem levar em consideração qual teria sido sua intenção. A bola fica morta e o árbitro deve impor as penalidades que, na sua opinão, anularão o ato da Interferência. No caso apresentado acima, o corredor da 1ª base foi mandado à 3ª base, e o batedor-corredor, à 2ª base. Para decidir se uma Interferência é intencional ou não, o árbitro deve basear-se na ação da pessoa. Se um gandula faz um esforço para não ser atingido por uma bola lançada ou rebatida, mas, mesmo assim, não consegue evitar o incidente, ele estaria envolvido numa Interferência não intencional. (Regra 3.15)

ARREMESSADOR NA “SET POSITION” FAZ UM LANÇAMENTO “SNAP”* A UMA BASE SEM DAR PASSO COM O PÉ LIVRE NA DIREÇÃO DESSA BASE

Dave Righetti do Yankees entrou no jogo como arremessador substituto e Rickey Henderson do A’s estava ocupando a 1ª base. Righetti lançou cinco vezes ao defensor da 1ª base, Don Mattingly, para segurar o corredor na base.  Numa das vezes, quando Henderson afastou-se muito da 'almofada', Righetti –que estava sobre o “pitcher’s plate” na “set position”– fez um lançamento “snap” a Mattingly sem direcionar o passo à 1ª base. Mattingly tocou Henderson com a bola. Foi “balk” ou “pickoff*?   O arremessador deve dar um passo na direção da base antes de efetuar o lançamento [Comentário - Regra 8.01 (c)]. Righetti cometeu um “balk”. Henderson deve ser mandado à 2ª base.   Realmente, Righetti tem um bom “snap”, mas na jogada apresentada acima ele teria que ter dado um passo para trás da placa com o pé de apoio –tornando-se assim um “infielder”– antes de lançar à 1ª base. Assim, teria eliminado Henderson. Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker  ...

PRIMEIRO “HOME RUN” DE PAULO ORLANDO NA MLB

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Jogo Kansas City Royals vs. New York Yankees. Primeira metade do 6º “inning”, nenhum corredor em base, um “out”, contagem de arremessos: 3 – 2, placar: KC (0) – NYY (5). Paulo Orlando rebate forte e manda a bola para fora da cerca do jardim direito.  

PAULO ORLANDO EM AÇÃO

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Mostrando bom “batting”.

CORREDOR QUE ACABARA DE ANOTAR PONTO AGARRA O RECEPTOR E IMPEDE QUE ELE FAÇA UMA JOGADA SOBRE O BATEDOR-CORREDOR

Bases cheias, nenhum eliminado. Quando o arremessador iniciou os movimentos de arremesso, os corredores arrancaram em direção às bases seguintes. O batedor deu uma tacada forte; a bola tocou o solo e pulou na direção do montículo (“mound”). O arremessador apanhou-a e fez um lançamento perfeito ao receptor, mas não conseguiu eliminar o corredor da 3ª base, que chegou deslizando ao “home plate”. Após tocar a base, o corredor levantou-se rapidamente e, agarrando o receptor, impediu que ele fizesse uma jogada sobre o batedor-corredor. Quem deve ser declarado “out”?   O batedor-corredor deve ser declarado “out” em razão da Interferência cometida por um corredor precedente que acabara de anotar ponto. Os demais corredores retornam. [Regras: 6.05 (m), 7.09 (e)]   Fonte: DIAMOND CHALLENGE, de Jim Evans               

“HIT BY PITCH” OU BOLADA INTENCIONAL?

Arremessar na cabeça de um batedor é antidesportivo e extremamente perigoso. Deve ser –e é– condenado por todos. Os árbitros devem agir sem hesitação na aplicação da Regra 8.02 (d). Se o árbitro julgar que o ato do arremessador foi intencional, poderá tomar qualquer das seguintes medidas:   (1) expulsar o arremessador, ou o técnico e o arremessador, do jogo, ou   (2)   advertir o arremessador e o técnico de ambas as equipes de que outro arremesso dessa natureza resultará na expulsão imediata desse arremessador (ou um substituto) e do técnico.

CORREDORES ELIMINADOS ANTES DE RETORNAREM A SUAS BASES NUM “FLY” AGARRADO LEGALMENTE

Corredor na 1ª e 2ª base, nenhum eliminado. Quando o arremessador iniciou os movimentos de arremesso, os corredores arrancaram em direção às bases seguintes. O batedor acertou uma rebatida “fly” para o jardim esquerdo (“left field”). No momento em que a bola foi apanhada, o corredor da 2ª base estava perto da 3ª base, e o da 1ª base havia chegado à 2ª base. O jardineiro esquerdo (“left fielder”) despachou a bola ao defensor da 2ª base; este, de posse da bola, pisou a base antes de o corredor da 2ª base retornar e, em seguida, tocou o corredor da 1ª base, que ainda se encontrava sobre a 2ª base.  Decisão: Ambos os corredores são eliminados nessa confusa jogada, por terem sido tocados pelo defensor da 2ª base antes de retornarem a suas bases.     (A base que precisa ser retocada depois que uma bola “fly” é agarrada legalmente é aquela a partir da qual o corredor deve avançar, ou seja, a base que ele estava ocupando no momento do arremesso.) [Regra 7.08 (d) – vide N...