terça-feira, 30 de junho de 2015

GANDULA APANHA UMA BOLA “FAIR”

Corredor na 1ª base. Rebatida “fair” na direção da 3ª base –a bola rolou para o território “foul” após passar a base. A gandula (“ballgirl”) apanhou-a e, em seguida, jogou-a ao chão.
 
 
O ato da gandula é interpretado como uma Interferência intencional, sem levar em consideração qual teria sido sua intenção. A bola fica morta e o árbitro deve impor as penalidades que, na sua opinão, anularão o ato da Interferência. No caso apresentado acima, o corredor da 1ª base foi mandado à 3ª base, e o batedor-corredor, à 2ª base.

Para decidir se uma Interferência é intencional ou não, o árbitro deve basear-se na ação da pessoa. Se um gandula faz um esforço para não ser atingido por uma bola lançada ou rebatida, mas, mesmo assim, não consegue evitar o incidente, ele estaria envolvido numa Interferência não intencional.

(Regra 3.15)

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