sexta-feira, 18 de março de 2011

"RETOUCH" ILEGAL

O corredor Rickey Henderson do Oakland A’s está na 3ª base. Na segunda metade do nono “inning” o jogo está empatado (3-3) e há uma eliminação. O batedor José Conseco acertou uma rebatida “fly” na direção do jardineiro esquerdo (“leftfielder”) Jim Rice do Red Sox. Henderson deu alguns passos para trás da “almofada” da 3ª base a fim de iniciar a corrida para “home” tomando impulso a partir dessa posição –esse movimento é conhecido por “flying start” ou “running start”. No momento em que Rice apanhou a bola, Henderson iniciou a corrida com passadas largas, tocou a “almofada” e chegou ao “home plate” facilmente.
Henderson anotou ponto? Oakland A’s venceu?
A resposta será NÃO se qualquer defensor do Red Sox tocar a 3ª base e fizer uma apelação ao árbitro dessa base. “Running Start” não é permitido numa jogada de “tag-up”.
[Regras: 2.00 “RETOUCH”, 7.08 (d), 7.10 (a), Comentário - Regra 7.10 (a)]
Até o início dos anos 50, a jogada de Henderson era considerada legal. Alvin Dark, interbases (“shortstop”) do New York Giants, utilizou esse expediente repetidas vezes e obteve vantagem para si e para sua equipe. Por essa razão, foi criada a regra que coíbe esse tipo de artimanha.
Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker
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“Flying Start” não é permitido também no softbol.
(Regras: 1 – Seção 95, 8 – Seção 9y, 9 – Seção 2ad)

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