sexta-feira, 31 de março de 2017

DECISÃO EQUIVOCADA QUE DEVERIA SER CORRIGIDA

Aconteceu num jogo de beisebol da Categoria Veteranos.

A bola rebatida tocou o solo nas proximidades do home plate e foi para o território foul. O árbitro de home declarou “FOUL BALL!”, imediatamente. Ocorre que essa bola, enquanto estava rolando em direção à 1ª base, desviou ao tocar a parte do campo em que há um desnível e entrou na área fair.  O arremessador apanhou-a e lançou à 1ª base; o batedor-corredor foi declarado OUT. O árbitro de home, porém, manteve a decisão FOUL BALL e mandou o batedor voltar ao batter’s box. O técnico da equipe na defensiva reclamou veementemente, mas o árbitro não mudou sua decisão e deu prosseguimento à partida.

Como a bola desviou sem ter contato com qualquer objeto estranho ao terreno natural, o árbitro deveria ter corrigido a decisão FOUL BALL dada apressadamente, apontando para o território fair no momento em que o arremessador tocou a bola.

[Regra 2.00 “FOUL BALL”]

OBSERVAÇÃO: O árbitro não deve declarar FOUL BALL quando a bola está em movimento; deve fazê-lo somente depois que ela –enquanto está em ou sobre território foul– para ou toca o corpo de um árbitro ou jogador ou qualquer objeto estranho ao terreno natural.

quinta-feira, 30 de março de 2017

É “FOUL BALL”

A bola rebatida que estava em território “foul” tocou o capacete que o batedor-corredor deixou caído nas proximidades da faixa de três pés e entrou na área “fair”. O árbitro de “home” declarou um “foul ball”.

Decisão correta.

Uma bola rebatida que toca qualquer coisa além do terreno natural, em território “foul”, é um “foul ball”, mesmo que, posteriormente, ela role para o território “fair” e pare dentro dessa área.

(Beisebol: Regra 2.00 “FOUL BALL” – vide NOTA 2)

(Softbol: Regra 1 – Seção 37d)

quarta-feira, 29 de março de 2017

CASOS QUE ACONTECERAM NO VI CAMPEONATO BRASILEIRO DE BEISEBOL INTERCLUBE – CATEGORIA: 60 ANOS (SESSENTÃO)– REALIZADO NOS DIAS 25 e 26/03/2017 NO ESTÁDIO MIE NISHI

1) Batedor destro interrompeu o “swing” (o arremesso foi declarado “BALL”). Houve apelação sobre “half swing”. O árbitro de “home”, ao invés de apontar para o árbitro da 1ª base, declarou “TIME” e chamou os companheiros para consultá-los. Antes de se reunirem, o árbitro da 1ª base sinalizou que não houve “swing”.

2) O defensor da 3ª base apanhou a bola rebatida que foi rolando em sua direção quando ela estava em território “foul”. (No momento em que pegou a bola, o defensor se encontrava em território “fair”.) Como o árbitro de “home” nada declarou, lançou rapidamente à 1ª base. O batedor foi declarado “OUT” quando o defensor da 1ª base, de posse da bola, pisou a ‘almofada’. Não houve reclamação da equipe na ofensiva.

Teria o árbitro validado a rebatida porque o defensor estava em território “fair” quando apanhou a bola???

Uma bola rebatida deve ser julgada –se é “fair ball” ou “foul ball”– de acordo com a posição da bola em relação à linha de “foul”, e não pela posição do defensor no momento em que apanha a bola. 

terça-feira, 28 de março de 2017

CLÍNICA PARA NOVOS ÁRBITROS DE BEISEBOL

Nos dias 25 e 26 de março de 2017 estivemos no Nippon, em Arujá-SP, para realizar uma Clínica para Novos Árbitros de Beisebol.

Participaram 27 árbitros das equipes de: Anhanguera, Atibaia, Cooper, Gecebs, Gigantes, Guarulhos e Nippon Blue Jays.

Agradecemos aos srs. Roberto Noda e Márcio Roberto Irikura pela realização desse evento.


BATEDOR NÃO ENTRA NO “BATTER’S BOX” NA SUA VEZ DE BATER

Corredor na 2ª base. Como o batedor se recusou a entrar no “batter’s box”, na sua vez de bater, o árbitro declarou um “strike”. O arremessador, que já estava posicionado sobre o “pitcher’s plate”, percebendo que o corredor estava distraído, tentou surpreendê-lo fora da base. O lançamento, porém, foi mal executado (a bola foi rolando em direção ao jardim central); o corredor chegou, tranquilamente, à 3ª base. O árbitro da 3ª base mandou-o de volta à 2ª base.

Decisão correta. O corredor não podia avançar, já que a bola se tornara morta no momento em que o árbitro de “home” aplicou a Regra 6.02 (c).

segunda-feira, 27 de março de 2017

BATEDOR FORA DE ORDEM

Corredor na 1ª base, um eliminado. O batedor “A” bateu no turno do batedor “B” e acertou uma rebatida indefensável (“base hit”) de duas bases (“two-base hit”). A equipe na defensiva apelou ao árbitro antes do primeiro arremesso ao batedor seguinte. “B”, que deixou de bater na sua vez, é “out”, mas o corredor deve permanecer na 3ª base, já que a rebatida é válida. Certo?

Errado. O “base hit” deve ser anulado; o jogo deve prosseguir com dois “outs”,  corredor na 1ª base e “C” no “batter’s box”.

[Beisebol: Regra 6.07 (b), (d) (1)]

[Softbol: Regra 7 – Seção 2 (a) (b) (c)]

domingo, 26 de março de 2017

BOLA REBATIDA TOCA O PITCHER’S PLATE E DESVIA PARA O TERRITÓRIO FOUL (2)

Rebatida forte.  O arremessador tentou efetuar a defesa, mas não conseguiu; a bola –sem ter contato com ele– tocou o pitcher’s plate e foi para o território foul após passar a 3ª base. O árbitro da 3ª base declarou “FAIR BALL!”.

Decisão correta. O pitcher’s plate é considerado parte do terreno natural.

[Beisebol: Regra 2.00 (“FAIR BALL”)]

(Softbol: Regra 1 – Seção 29b)

sábado, 25 de março de 2017

BOLA REBATIDA TOCA O "PITCHER'S PLATE" E DESVIA PARA O TERRITÓRIO "FOUL" (1)

Rebatida forte. O arremessador tentou efetuar a defesa, mas não conseguiu; a bola –sem ter contato com ele– tocou o pitcher’s plate e desviou para o território foul entre o home base e a 1ª base.  O árbitro de home declarou “FOUL BALL!”.

Decisão correta. O pitcher’s plate é considerado parte do terreno natural.

[Beisebol: Comentário – Regra 2.00 (“FOUL BALL”)]

(Softbol: Regra 1 – Seção 37g)

sexta-feira, 24 de março de 2017

RECEPTOR DERRUBA A BOLA DO TERCEIRO “STRIKE”

Corredor na 1ª e 2ª base, um “out”, contagem de bolas arremessadas (“ball count”): 2 – 2 (dois “balls” – dois “strikes”). O batedor tentou rebater o arremesso seguinte –um “curveball”*–, fazendo um “swing”* grande,  porém não teve bom êxito. A bola passou sem ter contato com o “bat”, tocou a luva do receptor e foi para trás.  O corredor da 2ª base foi eliminado pouco antes de alcançar a 3ª base, o da 1ª base avançou à 2ª base, e o batedor conseguiu chegar à 1ª base. O jogo deve prosseguir com dois “outs” e corredor na 1ª e 2ª base?

Não. É “change”*, uma vez que o batedor já havia sido eliminado automaticamente.

[Beisebol: Regra 6.05 (c)]

(Softbol: Regra 7 – Seção 6m)

*“Curveball” é um arremesso que faz curva quando se aproxima do "home plate".

*"Swing" quer dizer girar, rodar etc. É o ato de girar (rodar) o "bat" para tentar rebater a bola arremessada.

*“Change” quer dizer mudança, alteração, variação etc. Usa-se esse termo quando as equipes se alternam no ataque e na defesa.

quinta-feira, 23 de março de 2017

BATEDOR SAI REPENTINAMENTE DO “BATTER’S BOX”

Corredor na 2ª e 3ª base. Arremessador na Posição “Set” deu um passo com o pé livre em direção ao “home plate”, mas não completou o arremesso porque o batedor saiu repentinamente do “batter’s box” alegando que não conseguiu ver o ‘sain’* do “coach”. É  “balk”?

Não.

Se, com corredor(es) em base, o arremessador não completa o arremesso porque o batedor abandona o “batter’s box”, o árbitro não deve declarar um “balk”; deve declarar um “strike” automático se a Regra 6.02 (d) (1) determina tal penalidade (ou seja,  se o batedor, após ter sido advertido pelo árbitro, permanecer fora do “batter’s box” e estiver retardando o jogo).

*‘Sain’ vem de “sign” (sayn’), que quer dizer sinal, gesto etc. Dizemos que um técnico ou "coach" está dando ‘sain’ quando ele está fazendo uma série de sinais (gestos) para combinar jogadas.

[Comentário – Regra 6.02 (b)]

quarta-feira, 22 de março de 2017

CONCESSÃO DE BASES

Corredor na 1ª base, um “out”. Rebatida “ground” forte na direção do espaço entre o defensor da 3ª base e o interbases. Este efetuou a defesa com dificuldade e lançou à 2ª base; o corredor foi declarado “SAFE”. A bola lançada à 1ª base pelo defensor da 2ª base tocou o solo e saiu do campo de jogo. No momento em que a bola lançada descontroladamente saiu da mão do defensor, o batedor-corredor ainda não havia tocado 1ª base.

Decisão: O corredor e o batedor-corredor devem ser autorizados a avançar duas bases, sem o risco de serem eliminados.

Como o lançamento descontrolado não foi a primeira jogada de um defensor do campo interno, o árbitro, ao conceder as bases, deve basear-se na posição dos corredores no momento em que a bola foi lançada. Assim, o corredor que havia chegado à 2ª base anota ponto e ao batedor-corredor deve ser concedida a 2ª base. (Se o batedor-corredor tivesse chegado à 1ª base quando foi feito o lançamento, ser-lhe-ia concedida a 3ª base.)

[Regra 7.05 (g)]

terça-feira, 21 de março de 2017

BOLA LANÇADA ATINGE UM ÁRBITRO

Rebatida “ground” na direção do espaço entre a 1ª e a 2ª bases. O defensor da 2ª base  afastou-se rapidamente, efetuou a defesa com dificuldade e lançou à 1ª base. O lançamento atingiu o árbitro da 1ª base, que estava mal posicionado em território “fair”, e desviou. O batedor-corredor foi declarado “safe”.

Decisão correta. O jogo deve prosseguir normalmente (a bola permanece viva e em jogo).

(Beisebol: Regra 5.08)

(Softbol: Regra 9 – Seção 2v)

segunda-feira, 20 de março de 2017

OBSTRUÇÃO

Todas as vezes que ocorre uma Obstrução a bola torna-se morta imediatamente. Certo?

Errado.

Beisebol

A bola fica morta somente quando o corredor é obstruído enquanto está havendo uma  jogada sobre ele, ou se o batedor-corredor é obstruído antes de tocar a 1ª base; nesses casos, todos os corredores são autorizados a avançar, sem correrem o risco de serem eliminados, às bases que, na opinião do árbitro, teriam alcançado se não tivesse ocorrido a Obstrução. Ao corredor obstruído será concedida pelo menos uma base além da última base tocada legalmente antes da Obstrução.

Quando nenhuma jogada está ocorrendo sobre o corredor obstruído, a bola não se torna morta imediatamente. O árbitro deve permitir que a jogada continue até que todo o lance tenha terminado e nenhuma outra ação seja possível. Somente depois disso deve declarar “TIME” e impor as penalidades –se houver – que, na sua opinião, anularão a Obstrução.

[Regra 7.06 (a) (b)]

Softbol

1) Deve ser sinalizada uma Bola Morta Demorada ("Delayed Dead Ball"). A bola permanece viva até que a jogada seja concluída.

2) Ao corredor obstruído, e a cada um dos corredores afetados pela Obstrução, será sempre  concedida a base (ou bases) que, na opinião do árbitro, teriam alcançado se não tivesse ocorrido a falta do defensor. Se o árbitro achar que há justificativa, o jogador da defensiva que faz uma simulação de toque poderá ser expulso do jogo.

3) Se o corredor obstruído for eliminado antes de chegar à base que teria alcançado se não tivesse  ocorrido a Obstrução, será declarada uma bola morta. Ao corredor obstruído, e a cada corredor afetado pela Obstrução, será(ão) concedida(s) a(s) base(s) que, na opinião do árbitro, teriam  alcançado se a defensiva não tivesse cometido a falta.

4) Um corredor obstruído nunca pode ser eliminado entre as duas bases onde ocorreu a Obstrução. 

(Regra 7 - EFEITO - Seção 7b) 

domingo, 19 de março de 2017

RETORNO DE CORREDOR À BASE QUE ESTAVA OCUPANDO

Aconteceu num jogo de beisebol: Corredor na 1ª base. O batedor rebateu o arremesso colocando um pé completamente fora do “batter’s box” e ‘empurrou’ o corredor à 3ª base; o árbitro de “home” eliminou-o por ação ilegal e mandou o corredor retornar.

Nesse caso, o corredor pode ir diretamente à 1ª base (ou seja, sem tocar a 2ª base).

[Regras: 5.09 (d), 6.06 (a), 7.02]

No softbol também seria dada a mesma decisão.

(Regras:  7 – Seção 6d,  7 – EFEITO –Seção 6a-j,  8 – Seção 8b, 8 – EFEITO – Seção  8a-g, 9 – Seção 1a)

Beisebol

Regra 6.06 (a): Um batedor é eliminado por ação ilegal quando rebate uma bola colocando um ou ambos os pés no solo totalmente fora do “batter’s box”.

Softbol

Regra 7 – Seção 6d: O batedor é eliminado quando rebate a bola arremessada, com um ou ambos os pés em contato com o solo completamente fora das linhas do “batter’s box”, ou com qualquer parte  de um pé tocando o “home plate”, independentemente de a bola rebatida ser “fair” ou “foul”.

sábado, 18 de março de 2017

CORREDOR DESLOCA UMA BASE DE SUA POSIÇÃO

“Base Hit” (rebatida indefensável) ao jardim esquerdo. O batedor-corredor chegou deslizando à 2ª base e foi declarado “SAFE”. Ocorre que, no momento em que tocou a base com os pés, deslocou-a de sua posição; e enquanto não estava em contato com a ‘almofada’, foi tocado pelo interbases, que recebera a bola devolvida pelo jardineiro esquerdo. Deve ser declarado “out”?

Não. Como tinha conseguido alcançar a base legalmente, nenhuma jogada poderia ser feita sobre ele.

[Beisebol: Regra 7.08 (c) – REGRA APROVADA (1)]

(Softbol: Regra 8 – Seção 10n – vide NOTA)

sexta-feira, 17 de março de 2017

RECEPTOR ESTORVA O BATEDOR

Corredor na 2ª base. Apesar de ter sido estorvado pelo receptor, o batedor acertou uma rebatida indefensável (“base hit”) de duas bases. O corredor pisou o “home base”, porém foi eliminado em apelação por não ter tocado a 3ª base. O técnico da equipe na ofensiva pode optar pela penalidade da Interferência da Defensiva (no softbol, a falta cometida pelo receptor é tratada como Obstrução)?

Não. Como o batedor e o corredor avançaram pelo menos uma base –o corredor da 2ª base foi eliminado por omissão da 3ª base, mas deve ser considerado como se tivesse chegado a essa base– a falta cometida pelo receptor não é levada em conta.

[Beisebol: Regra 6.08 (c) – vide Comentário]

[Softbol: Regra 8 – Seção 1d, Regra 8 – EFEITO – Seção 1d (3) – vide NOTA]

quinta-feira, 16 de março de 2017

É “FOUL BALL”

A bola rebatida tocou, em território “fair”, o braço do batedor –quando ele ainda estava dentro do “batter’s box”– e desviou em direção ao arremessador. Este apanhou-a e lançou à 1ª base.  O batedor foi declarado “OUT”. A equipe na ofensiva reclamou.

Reclamou com razão. Como o batedor estava posicionado legalmente dentro do “batter’s box” quando foi atingido pela bola, e ele não teve nenhuma intenção de interferir no curso dessa bola,  o árbitro de “home” deveria ter declarado “FOUL BALL”.

[Regra 6.05 (h)]

quarta-feira, 15 de março de 2017

“FAIR BALL” OU “FOUL BALL”?

O jardineiro esquerdo tentou apanhar um “fly” nas proximidades da linha de “foul”, mas não conseguiu –a bola bateu na sua luva e caiu. (A bola estava em território “foul” quando foi tocada, mas o defensor estava em território “fair”.)

É “foul ball”.

Uma rebatida “fly” deve ser julgada –se é “fair fly” ou “foul fly”– de acordo com a posição da bola em relação à linha de “foul”, incluindo o poste de “foul”, e não pela posição do defensor –se ele está em território “fair” ou “foul”– no momento em que toca a bola.

(Beisebol: Regra 2.00 “FAIR BALL”/“FOUL BALL”)

(Softbol: Regra 1 – Seção 29. “FAIR BALL” – NOTA 1, Regra 1 – Seção 37. “FOUL BALL” – NOTA 1)

terça-feira, 14 de março de 2017

CBBS - NOTÍCIA

PROJETO – GENTE DE VALOR 


ViaQuatro apoia projeto que ensina beisebol e softbol para alunos dos CEUs Butantã e Uirapuru


São Paulo, março de 2017 - A ViaQuatro, concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha 4-Amarela de metrô, em parceria com a Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol (CBBS), inicia neste mês o Projeto Gente de Valor. O programa oferece aulas gratuitas dessas modalidades inicialmente para 60 estudantes dos CEUs Butantã e Uirapuru, unidades indicadas pela Diretoria Regional de Ensino de Butantã. O objetivo do projeto é contribuir para o desenvolvimento pessoal das crianças por meio do esporte.


Além de ensinar valores como disciplina, gratidão e união, a iniciativa pretende conquistar adeptos e descobrir novos talentos para o beisebol e o softbol, os esportes mais praticados no Japão e nos Estados Unidos. “Temos compromisso com a sustentabilidade do nosso negócio e essa é uma oportunidade para o desenvolvimento social e esportivo de crianças das comunidades no entorno da Linha 4”, afirma o presidente da concessionária, Harald Peter Zwetkoff.


Projeto Gente de Valor


Para participar do Projeto Gente de Valor, os alunos dessas duas unidades precisam ter entre 7 e 14 anos. “Iremos disponibilizar nossos melhores professores para atender esse importante projeto, como Thiago Caldeira e Marcos Guimarães, técnicos da Seleção Brasileira, e o panamenho Enrique Burgos, ex-jogador experiente com passagem pela Major League Baseball”, afirma o presidente da CBBS, Jorge Otsuka. A Major League Baseball  (MLB) irá fornecer os equipamentos e ajudará no planejamento das aulas.


Nos últimos anos, a MLB trabalha intensivamente ao lado da CBBS para proporcionar cada vez mais oportunidades aos jovens atletas brasileiros que desejam tornar-se jogadores de beisebol profissionais.


Atualmente 12 atletas brasileiros possuem contratos ativos com franquias da MLB, com destaque para Paulo Orlando (Kansas City Royals), Yan Gomes (Cleveland Indians) e André Rienzo (San Diego Padres).


Aulas


As oficinas de divulgação do projeto nos CEUS Butantã e Uirapuru aconteceram entre os dias 7 e 9.

As aulas começam no próximo dia 15 nas duas unidades.


Informações à imprensa


CBBS


Work Sports   -  Consultoria, Assessoria e Marketing
Valter Gomes - valter@wscn.com.br   (11) 98233-5145


Entrelinhas Comunicação - (11) 3066-7700
Melina Dias – melina.dias@entrelinhas.net - (11) 94153-6193

ViaQuatro – Linha 4-Amarela

Rosely Santiago – rosely.santiago@viaquatro.com.br  

Emanuelle Leal – emanuelle.leal@viaquatro.com.br

Ana Maria Oliva - ana.oliva@viaquatro.com.br


“HOME RUN” OU “TWO-BASE HIT”*?

"Fair Fly” em direção ao poste de “foul” do “rightfield” (jardim direito). Quando o “rightfielder” (jardineiro direito) estendeu o braço para efetuar a defesa, a bola bateu na sua luva e passou por cima da cerca, em território “fair”.

É “home run”. Se a bola tivesse passado sobre a cerca, em território “foul”, o batedor seria autorizado a avançar duas bases.

[Beisebol: Regra 6.09 (h) – vide NOTA]

[Softbol: Regra 8 – Seção 7g (2), Regra 8 – EFEITO – Seção 7g – vide EXCEÇÃO (2)]

*“Two-Base Hit” (tuu-béis hit). É uma rebatida de duas bases.

segunda-feira, 13 de março de 2017

BATEDOR ATINGIDO PELA BOLA ARREMESSADA

No momento em que o batedor tentou rebater um arremesso ‘in koona’* fazendo um “swing” grande, a bola atingiu o seu corpo e desviou. Aproveitando-se disso, o corredor da 1ª base avançou à 2ª base e foi declarado “SAFE”. O técnico da equipe na defensiva reclamou, e aí o árbitro de “home” mandou o corredor retornar à sua base.

Decisão correta. Quando o batedor é atingido por um arremesso, a bola torna-se morta –mesmo quando ele não adquire o direito de ir à 1ª base– e nenhum corredor pode avançar.

[Beisebol: Regra 6.08 (b) – REGRA APROVADA]

(Softbol – Regras: 8 – Seção 8e, 9 – Seção 1d)

*‘In koona’ vem do inglês “in corner” (in k’órna ), que significa canto interno. Arremesso ‘in koona’ é aquele direcionado ao canto (lado) interno da zona de “strike” do batedor.

domingo, 12 de março de 2017

CLÍNICA PARA NOVOS ÁRBITROS DE BEISEBOL - 2017

A Associação de Árbitros e Anotadores de Beisebol e Softbol do Brasil estará ministrando uma clínica para novos árbitros de beisebol.

O objetivo é formar novos árbitros e permitir aos clubes aumentar seu quadro de árbitros, diminuindo assim as despesas com arbitragem.

Não há nenhum pré-requisito para fazer a clínica.

Data: 25 e 26 de março de 2017.

Horário: 08:00 hs


Local: Nippon Blue Jays
                Nippon Country Club
                Estrada dos Vados, 260 - Bairro dos Fontes
                Município de Arujá - SP 
                Tel: (11) 4652-0270
                Site: http://www.nipponcountryclub.com.br


Custo: A taxa para fazer a clinica é de R$ 60,00 (valor da anuidade).
           O material impresso custa R$ 20,00 mais R$ 10,00 livro de regras.

Mais informações com Paulo Yamada tel.: (11) 3921.4997 e (11) 97369.4737.


RECICLAGEM PARA ÁRBITROS DE BEISEBOL – 2017

Esse ano a etapa final da Reciclagem 2017 foi em Londrina, no dia 11 de março de 2017.
Participaram 19 árbitros das cidades de Londrina, Maringá e Nova Esperança.
Agradecemos ao srs. Miguel Nishihara e Cristina Kosu pela realização desse evento.






RECICLAGEM PARA ÁRBITROS DE BEISEBOL – 2017

Outra etapa da Reciclagem 2017, agora no Cooper, no dia 05 de março de 2017.
Participaram 39 árbitros da grande São Paulo.
Agradecemos ao srs. Marcelo Magalhães e Hirokazu Nitta pela realização desse evento.



Próximas datas da Reciclagem 2017:
- Londrina – 11 de março de 2017

RECICLAGEM PARA ÁRBITROS DE BEISEBOL – 2017

A Reciclagem 2017 teve mais uma etapa no Nippon, no dia 04 de março de 2017.
Participaram 34 árbitros da grande São Paulo.
Agradecemos ao sr. Roberto Noda pela realização desse evento.




Próximas datas da Reciclagem 2017:

- São Paulo (Cooper) – 05 de março de 2017
- Londrina – 11 de março de 2017

BOLA “FLY” DERRUBADA INTENCIONALMENTE

Um eliminado, corredor na 1ª e na 3ª bases. O defensor da 2ª base derrubou, intencionalmente, uma bola “fly” que ele poderia ter apanhado com um esforço normal. O batedor é “out”. Corredor(es) pode(m) avançar?

Não. Deve(m) retornar à(s) base(s) original(is), já que a bola fica fora de jogo (bola morta).

[Beisebol: Regra 6.05 (l)]

(Softbol: Regra 8 – Seção 2l, Regra 8 – EFEITO – Seção 2l)

O batedor não será eliminado se o defensor permitir que a bola caia ao solo, sem ser tocada. Nesse caso, a bola continua em jogo; o(s) corredor(es) pode(m) avançar.

[Beisebol: Regra 6.05 (l) – REGRA APROVADA (vide NOTA 1)]

(Softbol: Regra 8 – Seção 2l)

Se num “Infield Fly” declarado o defensor derrubar, intencionalmente, um “fair fly”, não deve ser aplicada a regra de Bola Derrubada Intencionalmente.  A Regra de “Infield  Fly” terá prioridade.

(Beisebol: Regra 2.00 “INFIELD FLY”)

(Softbol: Regra 8 – Seção 2l – NOTA)

sábado, 11 de março de 2017

“INFIELD FLY”

Quando é declarado um “Infield Fly”, o(s) corredor(es) deve(m) retornar à(s) base(s) original(is)?

Não, já que a bola permanece em jogo.
.
(Beisebol: Regra 2.00 “INFIELD FLY”)

(Softbol: Regra 8 – EFEITO – Seção 2a-e)

sexta-feira, 10 de março de 2017

“STRIKEOUT”?

Contagem de arremessos: dois “strikes”. O batedor tentou rebater (fez “swing”) o arremesso seguinte. A bola tocou levemente o “bat” e foi diretamente de encontro ao protetor de tórax do receptor; e este apanhou-a antes de ela tocar o solo. “Strikeout”?

Não. É um “foul ball”.

O batedor seria eliminado se a bola tivesse tocado primeiro a mão do receptor ou a sua luva.

[Beisebol: Regra 2.00 “FOUL TIP”, Comentário – Regra 6.05 (b)]

(Softbol: Regra 1 – Seção 39. “FOUL TIP” – NOTA)

quinta-feira, 9 de março de 2017

DEVE SER CONTADO UM PONTO

Dois eliminados, bases cheias. O batedor andou (“walk”).  O corredor da 2ª base foi eliminado por toque ao ultrapassar a 3ª base, depois de pisá-la, e completou a terceira eliminação antes de o corredor da 3ª base chegar ao “home base”.

Embora isso tenha ocorrido depois de dois “outs”, deve ser contado um ponto, uma vez que o corredor da 3ª base já havia sido ‘empurrado’ para “home” pelo batedor que obtivera base por “balls” (“base on balls”), e o que ele precisava fazer era avançar e tocar o “home base”.

Comentário – Regra 7.04 (b)]

quarta-feira, 8 de março de 2017

BATEDOR REBATE UM ARREMESSO QUE TOCA O SOLO ANTES DE CHEGAR AO “HOME PLATE”

O batedor rebateu uma bola arremessada que estava passando sobre o “home plate” após tocar o solo e chegou “safe” à 2ª base. A rebatida deve ser anulada?

Não. A jogada é válida.

Se o batedor rebate um arremesso que toca o solo antes de chegar ao “home plate”, a ação seguinte deve ser a mesma de quando ele rebate uma bola arremessada em voo.

[Comentário – Regra 2.00 ("BALL”)]

terça-feira, 7 de março de 2017

BOLA ARREMESSADA FICA ALOJADA NA MÁSCARA DO ÁRBITRO

Corredor na 2ª base, um “out”, contagem de arremessos: dois “strikes”. O batedor fez “swing” para tentar rebater o arremesso seguinte, mas não conseguiu. A bola –não teve contato com o “bat”– passou o receptor e ficou alojada na máscara do árbitro. 

A bola torna-se morta, o batedor adquire o direito de ir à 1ª base e o corredor é autorizado a avançar uma base.

[Regras: 5.09 (g), 7.05 (i)]

segunda-feira, 6 de março de 2017

CASOS QUE ACONTECERAM EM JOGOS DO VIII CAMPEONATO BRASILEIRO DE BEISEBOL INTERCLUBE –CATEGORIA: 45 ANOS– REALIZADOS NO DIA 04/03/2017 NO ESTÁDIO MIE NISHI

1) Corredor na 1ª e 2ª base, um eliminado. Fly para as proximidades da linha de foul da 1ª base. O receptor e o arremessador foram na direção da bola. A bola caiu, sem ser tocada, entre os dois; o arremessador apanhou-a e lançou ao defensor da 3ª base; e este tocou o corredor da 2ª base, que estava tentando avançar. O batedor chegou à 1ª base.

A equipe na defensiva reclamou, alegando que os árbitros deveriam ter aplicado a Regra 6.05 (e) e eliminado o batedor.

Após ouvir a reclamação, o árbitro de “home” deu a decisão final; validou a jogada (o corredor da 2ª base foi eliminado e o batedor permaneceu na 1ª base) porque nenhum árbitro declarou “INFIELD FLY!”.

Se nessa jogada a bola tivesse rolado para o território foul, seria declarado um foul ball.

O Infield Fly não é, de maneira alguma, considerado uma jogada de apelação; a opinião do árbitro tem de prevalecer.

No beisebol, a regra de Infield Fly deve ser aplicada somente quando os árbitros apontam a ocorrência do lance. No softbol é diferente; a orientação da Federação Internacional de Softbol (International Softball Federation – ISF) é no sentido de aplicar a regra mesmo que os árbitros não se manifestem, desde que a jogada preencha todas as condições de um Infield Fly.

(Regra 2.00 “INFIELD FLY”)

2) Nenhum corredor em base, dois eliminados. O receptor não agarrou o terceiro “strike”, mas o batedor nem tentou avançar à 1ª base; foi caminhando em direção ao “bench”. O árbitro de “home” não o eliminou no momento em que ele saiu do círculo de terra que circunda o “home plate”. O batedor foi declarado "out" somente quando o defensor da 1ª base pisou a base  após receber a bola lançada pelo receptor.

Comentário – Regra 6.09 (b): Um batedor que não percebe sua situação num terceiro “strike” não agarrado, e que por isso não tenta avançar à 1ª base, deve ser declarado eliminado tão logo deixe o círculo de terra que circunda o “home plate”.

3) Corredor na 1ª base, nenhum “out”. O receptor não agarrou o terceiro –a bola bateu na sua luva e foi parar no “backstop”. O árbitro de “home” não eliminou o batedor, aplicando a Regra 6.05 (c). No momento em que o batedor pisou a 1ª base e ameaçou ir à 2ª base, a equipe na defensiva reclamou, e a falha foi corrigida.