quarta-feira, 30 de novembro de 2016

BOLA REBATIDA CAI SOBRE O TOPO DO MURO DO JARDIM CENTRAL

Rebatida “fly” na direção do jardim central. O jardineiro central afastou-se e fez um esforço para efetuar a defesa, mas não teve bom êxito. A bola tocou sua luva e foi rolando sobre o topo do muro. O jardineiro esquerdo, que estava nas proximidades, impediu que ela caísse para outro lado do muro.

(0.00 – 1.14)

Se a bola tivesse ido para fora do campo, seria “home run”.


[Beisebol – Regra 7.05 (a)]

(Softbol  – Regra 8 - Seção 7g-2)

No beisebol não há uma regra específica sobre um lance assim.

No softbol, a Regra 8 – Seção 7g-2 trata desse assunto. Diz ela: Os corredores têm o direito de avançar, sem o risco de serem eliminados, quando uma bola rebatida “fair fly”...  (2) bate na luva ou no corpo de um defensor e passa diretamente por cima da cerca em território “fair”, ou toca o topo da cerca em território “fair” e vai para fora do campo ...   EFEITO – Seção 7g: A bola torna-se morta e todos os corredores devem ser autorizados a avançar ao “home plate”.

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Aconteceu no Beisebol Profissional do Japão. Corredor na 1ª base, dois eliminados, contagem de arremessos: 3 – 2 (três “balls” – dois “strikes”). Rebatida “fly” para “centerfield” (jardim central).  O "centerfielder" (jardineiro central) afastou-se e tentou sem sucesso efetuar a defesa –a bola tocou o topo da cerca e desviou para fora do campo. Foi sinalizado um “home run”. 

Defensores e técnico reclamaram. Os árbitros, então, se reuniram e decidiram conceder duas bases ao batedor-corredor, e não um “home-run”.

Em seguida, um dos árbitros deu a explicação sobre o ocorrido. Disse ele: “Como a bola saiu do campo após ter contato com o muro, o batedor-corredor deve ser autorizado a avançar somente duas bases, de acordo com as regras (???); é a minha opinião. Mas como o técnico da equipe na ofensiva não está concordando com essa interpretação, peço a todos que aguardem mais um pouco”.


terça-feira, 29 de novembro de 2016

TENTATIVA DE ROUBO DE BASE – RECEPTOR SOFRE INTERFERÊNCIA NO MOMENTO EM QUE ESTÁ INICIANDO O LANÇAMENTO


(1) Se a Interferência é cometida pelo batedor, o árbitro deve eliminá-lo e retornar o corredor à base de origem. O fato de o batedor sair do “batter’s box”, por si só, não caracteriza uma Interferência. Deve ser declarada uma Interferência somente quando o batedor estorva o receptor no momento do lançamento. Se, porém, apesar da falta cometida pelo batedor, o receptor conseguir lançar e eliminar o corredor, deve-se considerar que não houve Interferência. Mas se o corredor não for eliminado –embora tenha havido chance para isso– em razão de erro cometido por um defensor, o árbitro deverá eliminar o batedor. Ainda, se o lançamento do receptor der início a um “run-down play” (jogada de perseguição), o árbitro deverá declarar “TIME”, imediatamente, e eliminar o batedor pela infração cometida; o corredor deverá retornar à base de origem.
[Regra 6.06 (c) – vide NOTA 2]
(2) Se a Interferência é cometida pelo árbitro de “home” (inclusive num “pickoff play”*), mas o receptor consegue lançar e eliminar o corredor, deve-se considerar que não houve Interferência.  Se, porém, o lançamento do receptor der início a um “run-down play”, o árbitro de “home” deverá declarar “TIME”, imediatamente, e retornar o corredor à base de origem. 
[Regras: 5.09 (b) – vide NOTAS]
Nos dois casos, se o corredor tiver chegado bem próximo à base quando ocorre a Interferência, não devem ser aplicadas as regras acima; a bola permanece em jogo e o avanço do corredor deve ser reconhecido.    
*“Pickoff Play” é uma jogada do arremessador para tentar segurar o corredor na base, ou eliminar o corredor que está fora da base. “Pickoff Play” = ‘Kensei’.
Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

FOI COMETIDO "BALK”?

Corredor na 2ª base. O arremessador, com seu pé de apoio em contato com o “pitcher’s plate” e o outro pé à frente do “pitcher’s plate”, juntou as mãos na altura da face e, continuando o movimento, deu uma parada completa na altura da cintura e efetuou o arremesso. Ele cometeu “balk”?
 
Não. Apesar de ter juntado as mãos na frente do rosto, ele não interrompeu o “stretch”; continuou o movimento até assumir a Posição “Set”.

[Regra  8.01 (b)]

domingo, 27 de novembro de 2016

BOLA DERRUBADA INTENCIONALMENTE

Se, com menos de duas eliminações e corredor na 1ª, 1ª e 2ª, 1ª e 3ª ou 1ª, 2ª e 3ª base, um defensor do campo interno derruba uma bola “fly” (ou “liner”) facilmente defensável após tocá-la com uma mão ou ambas as mãos, a fim de executar uma jogada dupla ou tripla, deve-se considerar que seu ato foi intencional. A bola torna-se morta. O batedor é “out” e o(s) corredor(es) deve(m) retornar à(s) sua(s) base(s) original(is). Se, porém, ele deixa a bola cair, sem tocá-la, não deve ser aplicada a Regra 6.05 (l), e a bola continua em jogo.

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

sábado, 26 de novembro de 2016

ARREMESSADOR SAI DO “PITCHER’S PLATE” DANDO UM PASSO PARA TRÁS COM SEU PÉ LIVRE PRIMEIRO

Corredor na 1ª base. Rebatida indefensável (“base hit”) ao jardim central (“centerfield”) empurrou o corredor à 3ª base; o batedor-corredor chegou tranquilamente à 2ª base. Concluída a jogada, o técnico da equipe na defensiva, que vira o corredor da 1ª base passar pela 2ª base, sem pisá-la, pediu “TIME” e mandou o arremessador apelar ao árbitro da 2ª base. Ele (arremessador), então, posicionou-se com os pés sobre o “pitcher’s plate” segurando a bola com ambas as mãos à frente do seu corpo, e quando o árbitro de “home” declarou “PLAY”, saiu da placa dando um passo para trás com seu pé livre e lançou à 2ª base. Foi declarado um “balk”. Decisão correta?
 
Sim. Para sair do “pitcher’s plate”, o arremessador tem de dar um passo para trás com seu pé de apoio primeiro, e não com seu pé livre.
 
[Regra 8.01 (a)]

Fonte: Metodologia de Las Reglas Oficiales de Beisbol, de Humberto Vasquez Lopes

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

ARREMESSADOR EFETUA O ARREMESSO AO RECEPTOR POSICIONADO FORA DO “CATCHER’S BOX”

Corredor na 3ª base. Enquanto estava concedendo quatro ”balls” intencionais, o arremessador efetuou o arremesso ao receptor posicionado fora do “catcher’s box”.
 
Deve ser declarado um “balk”.

Se há corredor(es) em base, deve ser declarado um “balk” quando o arremessador, enquanto está concedendo quatro “balls”  intencionais, efetua o arremesso quando o receptor não está dentro do “catcher’s box”.

[Regra 8.05 (l)]

O receptor pode deixar a sua posição atrás do "home plate" a qualquer momento para apanhar um arremesso ou fazer uma jogada, exceto quando estão sendo concedidos quatro "balls" intencionais ("intentional base on balls") ao batedor, e nesse caso tem de permanecer com ambos os pés dentro do "catcher's box" até que a bola deixe a mão do arremessador. Penalidade: "balk".

[Regra 4.03 (a)]

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

ARREMESSADOR JOGA UM ‘WESTO BOORU’* ATRÁS DO BATEDOR

Se o arremessador joga a bola, intencionalmente, atrás do batedor ou ao receptor que salta para trás do batedor, a fim de evitar um “squeeze play”, o árbitro deve puni-lo por ação antidesportiva aplicando a Regra 7.07. O corredor anota ponto (é imputado um “balk” ao arremessador), e o batedor é autorizado a ir à 1ª base em razão da Interferência da Defensiva.

*‘Westo Booru’ vem de “waste ball” (wéist ból), que quer dizer bola desperdiçada. É um arremesso feito, intencionalmente, para passar fora da zona de "strike".

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

ARREMESSADOR NA POSIÇÃO “SET” SEPARA AS MÃOS

Havia corredor(es) em base. O arremessador, que estava completamente parado após assumir a Posição “Set”, retirou uma mão da bola para espantar mosquitos que o estavam incomodando.
 
Deve ser declarado um “balk”.
 
Regra 8.05 (j): Se há corredor(es) em base, deve ser declarado um “balk” quando o arremessador, após assumir uma posição legal para arremessar, retira uma mão da bola, exceto quando vai realmente efetuar um arremesso ou um lançamento a uma base.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

ARREMESSADOR EM CONTATO COM O “PITCHER’S PLATE” DERRUBA A BOLA

Corredor na 1ª base, um eliminado. O arremessador na Posição “Set” iniciou o arremesso, mas no momento em que levantou o pé livre desequilibrou-se e derrubou a bola. Foi declarado um “balk”. O técnico da equipe na defensiva reclamou –alegou que o arremessador não deveria ser punido, já que a bola foi ao solo acidentalmente.

Reclamou indevidamente.

Foi aplicada a Regra 8.05 (k), que diz: Se há corredor(es) em base, deve ser declarado um “balk” quando o arremessador derruba a bola, acidental ou intencionalmente, enquanto está em contato com o “pitcher’s plate”.  

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

CASOS QUE ACONTECERAM NO XIII CAMPEONATO BRASILEIRO DE BEISEBOL INTERSELEÇÃO – 70 ANOS (SETENTÃO), REALIZADO NOS DIAS 19 e 20/11/2016 NO ESTÁDIO MIE NISHI

1) A bola rebatida tocou o solo atrás do “home plate” e pulou pra frente. O receptor apanhou-a dentro do território “fair” e tocou o batedor, que permaneceu dentro do “batter’s box” achando que seria declarado um “foul ball”; o árbitro declarou-o “out”.  O técnico da equipe na ofensiva reclamou, mas a decisão –correta– foi mantida. 

[Regras: 2.00 “FAIR BALL”, 6.05 (j)]

2) Corredor na 2ª base. O batedor foi mandado à 1ª base por ter sido atingido pelo arremesso (“hit by pitch”). A bola desviou para trás. O receptor apanhou-a e, como o corredor havia dado alguns passos em direção à 3ª base, lançou à 2ª base. Teve início um “run-down play”. O corredor levou toque do defensor da 3ª base quando tentava avançar; foi declarado “out”. Após reclamação do técnico da equipe na ofensiva, a decisão equivocada foi corrigida (o corredor retornou à 2ª base).

Regra 5.09 (a): A bola torna-se morta e os corredores retornam às suas bases, sem o risco de serem eliminados, quando uma bola arremessada toca um batedor, ou a sua roupa, enquanto ele está posicionado legalmente no "batter's box".

3) Rebatida “ground” na direção do interbases. Este efetuou a defesa e fez um lançamento perfeito à 1ª base. O defensor da 1ª base recebeu a bola, mas deixou-a escapar da luva. Enquanto ele tentava agarrá-la firmemente, o batedor-corredor pisou a base e foi declarado “SAFE”. 

Decisão correta. 

[Regra 6.05 (j) – NOTA]

domingo, 20 de novembro de 2016

"BAT" TEM CONTATO COM A BOLA REBATIDA

(1) Se o "bat" tem contato com a bola rebatida "fair" quando o batedor está posicionado legalmente no “batter’s box”, é “foul ball"; e se isso acontece quando está fora do “batter’s box”, ele é "out".

(2) Se a bola rebatida rola contra o “bat” que o batedor deixa caído no solo, em território “fair”, e na opinião do árbitro não houve intenção alguma de interferir no curso dessa bola, ela permanece viva e em jogo.

(3) Se um “bat” atirado atinge a bola rebatida, ela torna-se morta. O batedor é "out".

(4) Se parte de um “bat” quebrado atinge a bola rebatida , ela continua em jogo.

[Regra 6.05 (h)]

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

sábado, 19 de novembro de 2016

JOGADA DE APELAÇÃO

(1) Quando um corredor deixa de pisar uma base ou não faz “tag-up”*, é permitido que a equipe na defensiva apele não só na base omitida ou deixada antecipadamente, como também na base em que ele tenha chegado (o defensor tem de tocar o corpo do corredor com a bola e indicar a infração cometida por ele).  Nesse caso, o árbitro que recebeu a apelação deve confiar a decisão ao árbitro da base onde ocorreu a falta, e este deve declarar “OUT” ou “SAFE”. 
 
*“Tag-Up” é aquele lance em que o corredor deixa a base, numa rebatida "fly", depois que um defensor apanha ou toca a bola.

(2) Quando há uma apelação com a bola em jogo, e os árbitros têm que declarar “TIME” para deliberar sobre o caso, a resolução tomada na reunião é declarada  enquanto a bola está morta.

(3) Quando o defensor, após pedir “TIME”, tenta fazer uma apelação, o árbitro não deve atendê-lo. Caso, porém, o árbitro declare “TIME”, ele deve mandar o defensor apelar novamente depois que a bola é posta em jogo.  (Uma apelação tem de ser feita enquanto a bola está em jogo.)

(4) A decisão sobre uma apelação deve ser indicada com gesto de “OUT” ou “SAFE”. O árbitro não deve tomar atitudes que possam sugerir que está na expectativa de uma apelação.

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

ARREMESSADOR SAI CONSTANTEMENTE DO “PITCHER’S PLATE”

Um arremessador saiu do “pitcher’s plate” após receber as senhas do receptor. E como ele faz isso constantemente, foi repreendido pelo árbitro. Há alguma penalidade?  
 
Cada vez que ele retarda o jogo procedendo dessa forma o árbitro deve penalizá-lo, declarando um “ball” –quando as bases não estão ocupadas– ou com um “balk” –quando há corredor(es) em base.
 
Regra 8.04: Quando as bases não estão ocupadas, o arremessador deve efetuar o arremesso ao batedor, dentro de 12 segundos após receber a bola. Cada vez que o arremessador retarda o jogo violando esta regra o árbitro deve declarar “BALL”.
 
Regra 8.05 (h): Se há corredor(es) em base, deve ser declarado um “balk” quando o arremessador retarda desnecessariamente o jogo.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

NÃO DEU CERTO!


Corredor na 1ª e 2ª base. Jogada combinada: “intentional walk”* para encher as bases. A estratégia da equipe na defensiva, porém, não teve bom êxito. No terceiro arremesso, o batedor acertou um “home run”.


*“Intentional Walk” = “Intentional Base on Balls” = Concessão da 1ª base ao batedor, deixando-o ‘andar’(ou seja, efetuando 4 arremessos longe do "home plate"), intencionalmente.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

ARREMESSADOR NA POSIÇÃO “SET” MEXE O CORPO ANTES DE LANÇAR A UMA BASE

Jogo Pittsburgh Pirates vs. Chicago Cubs. Segunda metade do 3º “inning”, placar: Pirates 0 x 4 Cubs, Cubs no ataque, corredor na 1ª base, dois “outs”, contagem de arremessos: 0 – 2. Ao perceber que o corredor estava tentando um “steal” (roubo de base), o arremessador mexeu o corpo e, em seguida, lançou à 2ª base. Foi declarado um “balk”.


[Regra  8.01 (b) – vide NOTA 2]

terça-feira, 15 de novembro de 2016

FAIXA DE TRÊS PÉS TRAÇADA A PARTIR DO PONTO ONDE INICIA A SEGUNDA METADE DA DISTÂNCIA ENTRE O “HOME PLATE” E A 1ª BASE


O árbitro de “home” deve observar se o batedor-corredor está correndo dentro ou fora da faixa de três pés. As linhas que marcam a faixa de três pés fazem parte dessa faixa. Se o batedor-corredor corre fora dessa faixa e estorva o defensor que está recebendo a bola lançada à 1ª base, a decisão –“OUT”– deve ser dada pelo árbitro de “home”.
Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

ARREMESSADOR EFETUA O ARREMESSO, SEM ESTAR OLHANDO PARA O BATEDOR

Preocupado com o corredor da 1ª base, que costuma fazer ‘toorui’*, o arremessador efetuou o arremesso, sem estar olhando para o batedor.

Deve ser declarado um “balk”.

[Regra 8.05 (f)]

*‘Toorui’ é um termo japonês; significa roubo de base.  Fazer ‘toorui’ = Roubar base.

domingo, 13 de novembro de 2016

QUANDO UMA BOLA “FAIR” SAI DO CAMPO DE JOGO

(1) Se uma bola “fair” sai do campo de jogo, em voo, o árbitro deve sinalizar um “Home Run” (deve levantar o braço direito acima da cabeça e descrever um círculo com o dedo indicador). 

(2) Se uma bola “fair” sai do campo de jogo após tocar o solo, o árbitro deve levantar o braço direito acima da cabeça e indicar, com dois dedos (indicador e médio), que a rebatida é de duas bases (“two-base hit”).

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

sábado, 12 de novembro de 2016

MANEIRA DE DECLARAR “OUT” UM CORREDOR QUE ULTRAPASSA OUTRO CORREDOR

O árbitro deve apontar para o corredor que ultrapassa outro corredor e declarar  “RUNNER OUT!”, fazendo o gesto de OUT.

NOTA: Se a ultrapassagem ocorre no retorno a uma base, o corredor que foi ultrapassado deve ser eliminado.

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

ARREMESSADOR NA POSIÇÃO “SET” NÃO DÁ UMA PARADA COMPLETA

Jogo Tampa Bay Rays vs. Detroit Dodgers.  Segunda metade do 2º “inning”, placar: Rays 3 x 0 Dodgers, Dodgers na ofensiva, corredor na 1 e 3ª base, um “out”. Após fazer o movimento preliminar conhecido por “stretch”, o arremessador jogou a bola ao batedor, sem dar uma parada completa. Foi declarado um “balk”.


[Regra 8.05 (m)]

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

ARREMESSO APRESSADO (“QUICK PITCH”)

Nenhum corredor em base. O arremessador na Posição “Set” tirou o pé de apoio para trás do “pitcher’s plate” após receber as senhas do receptor e, em seguida, pisou rapidamente a placa e efetuou o arremesso (ou seja, ele executou um arremesso apressado). O batedor, apanhado de surpresa, afastou-se. A bola passou na zona de “strike”, mas o árbitro declarou um “ball”.  
 
Decisão correta. Um arremesso apressado é um Arremesso Ilegal ("Illegal Pitch"). Se houvesse corredor(es) em base, seria declarado um “balk”.
 
Arremesso apressado é perigoso; não deve ser permitido.

[Regras: 2.00 "ILLEGAL PITCH", 8.05 (e), Comentário – Regra 8.05 (e)]

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

DEFENSOR ATIRA SUA LUVA, OU REMOVE SEU BONÉ, MÁSCARA ETC. DO LUGAR ONDE NORMALMENTE SÃO USADOS, E TOCA, INTENCIONALMENTE, UMA BOLA “FAIR”, UMA BOLA LANÇADA OU ARREMESSADA

Quando toca uma bola “fair”, o árbitro deve erguer o braço direito, acima da cabeça, e indicar –com três dedos– que o corredor pode avançar três bases, ao mesmo tempo que declara “TRÊS BASES!”; quando toca uma bola lançada, deve indicar –com dois dedos– que o corredor pode avançar duas bases, ao mesmo tempo que declara “DUAS BASES!”; e quando toca uma bola arremessada, deve indicar –com um dedo– que o corredor pode avançar uma base, ao mesmo tempo que declara “UMA BASE!”.
 
NOTA: A bola permanece em jogo.
 
Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

terça-feira, 8 de novembro de 2016

ARREMESSO ILEGAL

1) Nenhum corredor em base. O arremessador na Posição “Set” efetuou o arremesso dando um passo com seu pé livre em direção à boda lateral do “pitcher’s plate”.
 
2) Nenhum corredor em base. O arremessador na Posição “Set” efetuou o arremesso dando um passo para trás e um passo à frente do “pitcher’s plate” com seu pé livre.
 
Deve ser declarado um Arremesso Ilegal e contado um “ball”, a menos que o batedor chegue à 1ª base através de uma rebatida indefensável ("base hit"), um erro ("error"), uma base por "balls" ("base on balls"), por ter sido atingido por um arremesso ("hit by pitch"), ou de outra maneira. Se houvesse corredor(es) em base, seria declarado um “balk”.

[Regras: 2.00 “ILLEGAL PITCH” – vide NOTA, 8.01 (d), 8.05 (e)]

Regra 8.01 (b) – NOTA 3: Para arremessar da Posição “Set”:

(1) O arremessador pode dar um passo com seu pé livre para qualquer direção, desde que seja à frente do “pitcher’s plate”; o que não pode é dar um passo para os lados do “plate”.

(2) Não é permitido dar um passo para trás e um passo à frente como na Posição “Windup”.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

ARREMESSADOR LANÇA A UMA BASE DESOCUPADA

O corredor da 2ª base deu alguns passos em direção à 3ª base e parou; o arremessador na Posição “Set”, achando que ele  estava tentando um “steal” (roubo de base), lançou à 3ª base; o defensor da 3ª base   recebeu a bola e, despachando-a rapidamente à 2ª base, surpreendeu o corredor fora da ‘almofada’. Lance normal?
 
Não. Como o arremessador lançou a uma base desocupada, e sua ação não tinha o propósito de fazer uma jogada, deve ser declarado um “balk”.
 
[Regra 8.05 (d)]

domingo, 6 de novembro de 2016

MANEIRA DE DECLARAR QUE A BOLA FOI DERRUBADA INTENCIONALMENTE

O árbitro deve apontar para o defensor e declarar que a bola foi derrubada intencionalmente. Em seguida, deve eliminar o batedor, fazendo o gesto de “OUT”.

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

sábado, 5 de novembro de 2016

MANEIRA DE DECLARAR UMA REBATIDA ILEGAL

O árbitro deve apontar para o batedor e declarar “REBATIDA ILEGAL!”; em seguida, deve dizer que o batedor está eliminado (“BATTER OUT!”), fazendo o gesto de OUT.

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

FALTA COMETIDA PELO RECEPTOR NUM LANCE EM QUE A EQUIPE NA OFENSIVA TENTA ANOTAR PONTO POR MEIO DE “SQUEEZE PLAY” OU “HOME STEAL” (ROUBO DE “HOME”)

No momento em que o arremessador completou  o arremesso legalmente, o receptor saiu à frente do “home plate”/ tocou o “bat” ou o batedor.

O árbitro deve levantar os braços acima da cabeça, declarar “INTERFERÊNCIA!” e autorizar o corredor da 3ª base pisar o "home plate" (é imputado um "balk" ao arremessador).  Em seguida, deve mandar o batedor à 1ª base (indicar a base com a mão esquerda).
(Regra 7.07)
 
Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

“BALK” OU JOGADA LEGAL?

Corredor na 2ª base. O arremessador na “Set Position” deu um passo em direção à 2ª base e, como o corredor estava tentando um “steal” (roubo de base),  jogou a bola ao interbases. Teve início um “run-down play" (jogada de perseguição); o corredor foi eliminado por toque quando tentava retornar. 

Jogada legal. De acordo com o Manual do Árbitro da N.A.P.B.L. – National Association of  Professional Baseball Leagues, não há infração se um arremessador tenta uma jogada para surpreender o corredor da 2ª base e, vendo que  nenhum defensor está cobrindo a base, joga a bola ao interbases ou ao defensor da 2ª base, mesmo que  eles não estejam perto da “almofada” nem estejam fazendo uma tentativa real para eliminar o corredor.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

MANEIRA DE DECLARAR UM ‘DEDDO BOORU’* (OU ‘DETTO BOORU’, COMO COSTUMAMOS DIZER)

O árbitro deve declarar <‘DEDDO BOORU’> e indicar a 1ª base com a mão esquerda. Mas, dependendo da circunstância (por exemplo, quando um corredor está avançando a uma base), deve declarar <‘DEDDO BOORU’>, levantando as mãos, e dizer que a bola está morta. Ainda, quando o batedor não adquire o direito de ir à 1ª base (isso ocorre quando a bola está na zona de “strike” quando o atinge, ou a bola está fora da zona de “strike” quando o atinge, e ele não tenta se esquivar da bola), deve declarar <“STRIKE” ou “BALL”> e, dependendo da circunstância, levantar os braços e dizer que a bola está morta.

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

*‘Deddo Booru’ vem do inglês “dead ball” (déd ból), que quer dizer bola morta. É uma bola que fica fora de jogo por causa de uma suspensão temporária da partida determinada legalmente. No beisebol japonês e brasileiro esse termo é usado para designar aquele lance em que o batedor atingido por um arremesso adquire o direito de ir à primeira base, sem o risco de ser eliminado. 'Deddo Booru' = "Hit by Pitch".

Quando um batedor leva um ‘DEDDO BOORU’, o árbitro de “home” deve sinalizar a ocorrência –bater o antebraço esquerdo com a mão direita aberta—e indicar a 1ª base com a mão esquerda.