segunda-feira, 31 de outubro de 2016

ARREMESSADOR DESEQUILIBRA-SE E NÃO COMPLETA O ARREMESSO

Jogo Colorado Rockies vs. San Diego Padres. Metade inicial do 8º “inning”, placar: Colorado 3 x 4 San Diego, Colorado no ataque, corredor na 1ª e 2ª base, dois “outs”, “ball count”: 0 – 2. No momento do arremesso o arremessador desequilibrou-se e não soltou a bola. Foi declarado um “balk”.



[Regra 8.05 (a)]

domingo, 30 de outubro de 2016

MANEIRA DE DECLARAR UM "INFIELD FLY"

O árbitro deve levantar a mão direita e declarar <“INFIELD FLY”!>. NOTA: Se estiver ventando forte, deve tomar cuidado para não se manifestar apressadamente.

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

sábado, 29 de outubro de 2016

MANEIRA DE DECLARAR UMA INTERFERÊNCIA DA OFENSIVA

O árbitro deve apontar, com a mão direita, para o defensor que cometeu a infração e declarar “INTERFERÊNCIA!”; em seguida, deve dizer que o batedor/corredor está eliminado (“BATTER/RUNNER OUT!”), fazendo o gesto de OUT.

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

ARREMESSADOR LANÇA A UMA BASE SEM DAR UM PASSO EM DIREÇÃO A ESSA BASE

Corredor na 2ª base. O arremessador (destro) na Posição “Set”, ao notar que o corredor estava tentando um “steal” (roubo de base), lançou à 3ª base, sem dar um passo em direção a essa base.
 
É “balk”.
 
Enquanto está em contato com o “pitcher’s plate”, o arremessador deve dar um passo diretamente em direção a uma base antes de lançar a essa base.
 
[Regra 8.05 (c)]
 
Se o arremessador tivesse tirado o pé de apoio para trás do "pitcher's plate", não teria cometido infração.
 
[Regra 8.01 (b) - NOTA 4]

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

MANEIRA DE DECLARAR UMA INTERFERÊNCIA DA DEFENSIVA

O árbitro deve declarar <INTERFERÊNCIA>, levantando as mãos, e ‘matar’ a bola imediatamente; em seguida, deve conceder a 1ª base ao batedor. Se ocorrer uma jogada a despeito da falta cometida pelo receptor (ou outro defensor), o árbitro deve cruzar as mãos –erguendo os braços à frente do corpo– e, após declarar <INTERFERÊNCIA>,  aguardar, já que o técnico da equipe na ofensiva poderá optar pelo resultado da jogada.  Concluída a jogada, deve declarar <“TIME”> antes de dar a decisã

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

ARREMESSADOR INICIA O ARREMESSO E PARA

Jogo Baltimore Orioles vs. Seattle Mariners. Segunda metade do 4º “inning”, placar: Orioles 3 x 5 Mariners, Mariners no ataque, corredor na 1ª e 3ª base, dois “outs”, contagem de arremessos: 1 – 0. O arremessador tirou o pé de apoio da placa após iniciar o arremesso e parou. Foi declarado um “balk”.


[Regra 8.05 (a)]

terça-feira, 25 de outubro de 2016

REGULAMENTO ESPECIAL DE CAMPO

O pessoal que cuida da manutenção do campo deixou um monte de terra dentro do campo, nas proximidades da cerca do “leftfield”. Se não houver tempo hábil para limpar a área até a hora marcada para o início do jogo, que providência deve ser tomada? 

O técnico da equipe local deve apresentar ao árbitro principal e ao técnico da equipe adversária algumas regras de campo que ele julgue necessárias para solucionar eventuais problemas que surjam devido a essa irregularidade no campo. Se essas regras forem aceitas pelo técnico da equipe contrária, elas serão legais; do contrário, o árbitro principal deve elaborar e fazer cumprir um Regulamento Especial de Campo que ele julgue necessário.

(Regra 3.13)

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

ARREMESSADOR AMEAÇA LANÇAR À 3ª BASE

Aconteceu num jogo da Categoria Veteranos. Corredor na 3ª base. O arremessador na Posição “Set” deu um passo em direção à base com o pé livre e ameaçou lançar ao defensor da 3ª base. Foi declarado um “balk”. O técnico da equipe na defensiva reclamou, mas a decisão foi mantida.

Até 2012, o arremessador podia simular um lançamento à 3ª base. Com a alteração feita na Regra 8.05 (b) em 2013, porém, tal ato passou a ser considerado ilegal.

Nova redação da Regra 8.05 (b): Se há corredor(es) em base, deve ser declarado um “balk” quando o arremessador, enquanto está em contato com o “pitcher’s plate”, simula um lançamento à 1ª ou 3ª base (não completa o lançamento).

No beisebol brasileiro essa alteração está vigorando a partir de 2014. [CT-02-1 (i)]

domingo, 23 de outubro de 2016

ARREMESSADOR NÃO COMPLETA O ARREMESSO

Arremessador na Posição “Windup” iniciou o arremesso, mas, ao lembrar-se de que havia corredor na 2ª base, parou o movimento do pé livre e saiu do “pitcher’s plate”.
 
É “balk”.
 
Regra 8.05 (a): Se há corredor(es) em base, deve ser declarado um “balk” quando o arremessador, enquanto está em contato com o “pitcher’s plate”, faz qualquer movimento naturalmente relacionado com seu arremesso e deixa de efetuar tal arremesso.

sábado, 22 de outubro de 2016

MANEIRA DE DECLARAR OBSTRUÇÃO (b)

O árbitro deve apontar para o defensor que estorvou o corredor e declarar <“OBSTRUÇÃO”>  –a bola não fica morta nesse momento; concluída a jogada, deve declarar <“TIME”> e, após reunir-se com seus companheiros e consultá-los, impor a penalidade que seja a mais adequada.

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

ARREMESSADOR SUBSTITUTO ENTRA NO JOGO SEM OPORTUNIDADE PARA FAZER AQUECIMENTO

Rebatida forte em direção ao arremessador; a bola atingiu o seu peito e derrubou-o; devido a isso ele teve que deixar o jogo.  Um substituto foi mandado ao montículo sem qualquer oportunidade para fazer aquecimento. Quantos arremessos preparatórios devem ser autorizados ao novo arremessador?
 
Nessa situação, o árbitro de “home” deve autorizar-lhe tantos arremessos quantos julgar necessários.

(Regra 8.03)

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

REGRAS DE ANOTAÇÃO

Corredor na 1ª base. Rebatida “ground” na direção do defensor da 2ª base. Este efetuou a defesa e, após tocar –com a luva vazia– o corredor que estava passando à sua frente, lançou à 1ª base. O corredor e o batedor-corredor foram declarados “safe”.

O anotador oficial imputou um erro ao defensor e registrou um “fielder’s choice”. 

[Regras: 2.00 “FIELDER’S CHOICE (JOGADA DE ESCOLHA DO DEFENSOR), 1012 (a) (4)]

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

MANEIRA DE DECLARAR “TIME”, “BALK”, OBSTRUÇÃO (a)

O árbitro deve levantar os braços e declarar < “TIME”>, <“BALK”>, <“OBSTRUÇÃO”>.

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

terça-feira, 18 de outubro de 2016

BOLA ARREMESSADA BATE NA MÁSCARA DO ÁRBITRO

Corredor na 2ª base, um eliminado, “ball count” (contagem de arremessos): 1 – 0 (um “ball” – nenhum “strike”). O arremesso seguinte foi mal executado; a bola teve contato com a ponta da luva do receptor e  bateu forte na máscara do árbitro. Este assustou-se e ergueu os braços à frente do corpo. Interpretando esse gesto como sinalização de “foul ball”, o receptor não se preocupou em apanhar a bola, que havia rolado para as proximidades da cerca lateral. Enquanto isso, o corredor continuou avançando e pisou o “home plate”. Ó técnico da equipe na defensiva reclamou, mas após o árbitro explicar-lhe que fizera aquele gesto, involuntariamente, devido à pancada, o jogo prosseguiu normalmente.

Nesse lance, se o árbitro -imediatamente após erguer os braços- tivesse declarado e sinalizado que a bola estava em jogo, fazendo o gesto de "safe", poderia ter evitado a confusão.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

UMA EQUIPE ESTÁ INCAPACITADA PARA COLOCAR NOVE JOGADORES NO CAMPO

Jogo da Categoria Infantil. Num determinado “inning”, um jogador da equipe que estava na defensiva, ao sentir-se mal –começou a vomitar–, foi levado ao ambulatório. Como essa equipe não tinha um reserva para ocupar o lugar do defensor removido, o técnico solicitou ao árbitro um tempo para atendimento médico. Quanto tempo o árbitro deve conceder-lhe?

Não há regra dispondo sobre isso. Se o jogador não tiver condição de retornar ao campo dentro de um tempo razoável, o árbitro poderá confiscar o jogo aplicando a Regra 4.17. (O tempo que deve ser dado fica a critério do árbitro.)

domingo, 16 de outubro de 2016

JOGADORES NÃO HABILITADOS PARTICIPAM DE TREINAMENTOS ANTES DO JOGO

Jogadores não inscritos para a competição estavam participando de treinamentos que sua equipe estava realizando antes do início do jogo. Isso deve ser permitido?

Sim. Jogadores não habilitados para o jogo podem participar de atividades pré-jogo e permanecer no “bench” enquanto sua equipe está jogando, mas não podem tomar parte em quaisquer atividades durante o jogo, tais como  aquecer um arremessador, incomodar a equipe adversária com palavras ou gestos etc.; não podem entrar na área de jogo em nenhum momento, ou por nenhum motivo, durante o jogo.

(Comentário – Regra 3.17)

sábado, 15 de outubro de 2016

MANEIRA DE DECLARAR “FOUL BALL”

O árbitro deve levantar as mãos acima da cabeça e declarar <“FOUL BALL” ou "FOUL">. (O corpo pode estar virado para qualquer direção, exceto para o território “fair”.)

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

DOIS JOGADORES NO CÍRCULO DO BATEDOR SEGUINTE

Enquanto um batedor aguardava a sua vez de bater, um companheiro ficou conversando com ele dentro do círculo do batedor seguinte. O árbitro deve permitir isso?

Não. No círculo do batedor seguinte pode permanecer somente um jogador.
(Regra 3.17 – NOTA)

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

MANEIRA DE DECLARAR “FAIR BALL”

O árbitro deve ir na direção do território “fair”, sinalizando –o árbitro de “home”, com uma mão (direita ou esquerda), e o árbitro de base, com os braços abertos– que a rebatida é “fair” e declarar <“FAIR BALL”>. (Conforme o caso, o árbitro de base pode declarar <“FAIR BALL”>, apontando –com a mão direita ou esquerda– para o território “fair”.)

Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

terça-feira, 11 de outubro de 2016

“INFIELD FLY”?

Aconteceu num jogo da Categoria Veteranos.

Corredor na 1ª e 2ª base, nenhum eliminado, “fly” ao espaço entre o arremessador e a 2ª base –a bola subiu pouco.  O defensor da 2ª base esforçou-se para efetuar a defesa, mas em vão; a bola tocou o solo e desviou. Os corredores avançaram e o batedor chegou “safe” à 1ª base. Como o técnico da equipe na defensiva reclamou –alegou que os árbitros deveriam ter eliminado o batedor [Regra 6.05 (e)]–, o árbitro de “home” explicou-lhe que não aplicara a regra de “Infield Fly” porque o lance não preenchia uma das condições dessa regra, ou seja, o defensor não conseguiria agarrar a bola mediante um esforço normal.

Decisão correta.

Regra 2.00 “INFIELD FLY”: A regra de “Infield Fly” deve ser aplicada quando o batedor acerta um “fair fly” –exceto um “line drive” ou um “fly” resultante de “bunt”– que pode  ser agarrado por um defensor do campo interno mediante um esforço normal, na seguinte situação: a primeira e segunda base, ou a primeira, segunda e terceira base estão ocupadas e há menos de duas eliminações. O arremessador, o receptor e qualquer defensor do campo externo posicionado no campo interno, na jogada, devem ser considerados defensores do campo interno para os propósitos desta regra.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

NÃO HOUVE PEGADA LEGAL (“CATCH”)


Aconteceu num jogo do XXVIII Campeonato Brasileiro de Beisebol Interseleção – Categoria: 55 Anos– realizado no dia 08/10/2016 no Estádio Mie Nishi. 

Rebatida “fly” para o espaço entre “leftfield” (jardim esquerdo) e “centerfield” (jardim central). O “centerfielder” (jardineiro central) efetuou a defesa com muita dificuldade e caiu (no momento em que ele tocou o solo, a bola pulou para fora de sua luva e rolou em direção ao “leftfield’). O árbitro da 2ª base, que acompanhou o lance, eliminou o batedor. Como a equipe na ofensiva não reclamou, o jogo prosseguiu normalmente.

Nessa jogada não houve pegada legal.

Pegada Legal é o ato de um defensor apanhar uma bola em voo e conseguir mantê-la firmemente segura em sua mão ou luva. Não é uma pegada legal se o defensor, imediatamente após efetuar a defesa, colide com um jogador ou uma parede, ou cai ao solo, e em razão dessa colisão ou queda derruba a bola.

(Regra 2.00 “CATCH”)



domingo, 9 de outubro de 2016

DECISÃO SOBRE BOLAS REBATIDAS

A decisão –“fair” ou “foul”– sobre bola rebatida que toca o solo antes da 1ª ou 3ª base, nas proximidades da linha de “foul”, e segue para o campo externo deve ser dada pelo árbitro de “home”; já a decisão sobre bola rebatida que toca o solo além da 1ª ou 3ª base fica a cargo do árbitro da 1ª ou 3ª base.
 
A decisão sobre:
(1) bola “fly” ou “liner” rebatida para o campo inteno;
(2) “Infield Fly”;
(3) bola “fly” derrubada, intencionalmente, por um defensor do campo interno;
deve ser dada pelo árbitro de “home”.
 
A decisão sobre:
(1) bola “fly” rebatida para o campo externo;
(2) bola “fly” rebatida para o território “foul”;
deve ser dada pelo árbitro que está mais próximo do defensor que apanha a bola.


Fonte: Manual editado pela Associação de Beisebol Nanshiki do Japão

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

BATEDOR PEDE "TIME" E SAI DO "BATTER'S BOX" SEM PERMISSÃO DO ÁRBITRO

O batedor pediu “TIME” e saiu do “batter’s box” –sem permissão do árbitro– para usar o saquinho de resina; o arremessador, que já havia iniciado o “windup”, completou o arremesso.

O árbitro deve declarar “BALL” ou “STRIKE”, de acordo com sua apreciação.

Comentário – Regra 6.02 (b): ... Uma vez que tenha se posicionado no “batter’s box”, o batedor não deve ter permissão para sair dessa área para usar o saquinho de resina ou alcatrão de pinho, a menos que esteja havendo uma demora no andamento do jogo ou, na opinião dos árbitros, as condições climáticas justifiquem uma exceção.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

SUBSTITUIÇÃO DE ARREMESSADOR


Bases cheias, um eliminado. Houve substituiçao de arremessador. Quando o terceiro arremesso do novo arremessador foi declarado “BALL”, o técnico mandou ao montículo um dos arremessadores que estavam se aquecendo no “bullpen”. Tal substituição deve ser permitida?

Não. O árbitro deve ordenar o retorno do arremessador substituto que deixara o campo e fazê-lo cumprir o que determina a Regra 3.05 (b), ou seja: arremessar a um batedor até que ele complete a sua vez de bater (a menos  que se machuque ou adoeça e o árbitro o considere incapacitado para continuar arremessando.

Se for permitido que o arremessador incorreto arremesse, qualquer jogada resultante será legal. A situação do arremessador incorreto fica legalizada tão logo ele efetue seu primeiro arremesso ao batedor, ou tão logo um corredor seja eliminado. [Regra 3.05 (c) – vide Comentário] .

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

CORREDOR DE CORTESIA

Um corredor machucou-se ao tentar chegar a uma base, deslizando.  Enquanto ele era atendido pelo médico, o técnico solicitou autorização para utilizar um companheiro, que também estava no jogo, como corredor substituto. O árbitro deve permitir isso?

Não. Um jogador cujo nome está na ordem de batedores de sua equipe não pode se tornar um corredor substituto de outro membro de sua equipe.

(Regra 3.04)

Nenhum jogador que estava no jogo e fora retirado por um substituto deve retornar como um corredor substituto.

[Comentário – Regra 3.04]
No softbol, um jogador que está no jogo pode ser usado como corredor no lugar do receptor que está ocupando uma base quando há dois eliminados. 
Regra 1 – Seção 97. “TEMPORARY RUNNER” (CORREDOR TEMPORÁRIO) (SOMENTE AR): Corredor Temporário é um jogador que pode correr no lugar do receptor –que está atuando no jogo– quando este, com dois “outs”, está ocupando uma base. O uso de Corredor Temporário é opcional para o “coach” da equipe na ofensiva. O Corredor Temporário tem de ser o jogador que, no momento em que o “coach” opta pelo seu uso, é o último da ordem de batedores e não está ocupando uma base. 
Comentário: Num esforço para acelerar o jogo, um jogador pode ser usado como corredor no lugar do receptor que está ocupando uma base quando há dois eliminados. Assim, o receptor terá tempo para se preparar e estar pronto para receber os arremessos de aquecimento no início do próximo “inning”.
Exemplo: No 1º “inning”, o Jogador “A”, primeiro batedor no “line-up”, acerta uma rebatida indefensável de uma base (“single”); o Jogador “B”, segundo batedor, é eliminado rebatendo um “fly”; o Jogador “C”, terceiro batedor, acerta um “single”; agora há corredor na 1ª base e 2ª base. O Jogador “D”, quarto batedor, é eliminado num “fly” (dois “outs”). O Jogador “E”, receptor e quinto batedor, acerta um “single”. Bases lotadas com dois “outs”. O “coach” da equipe na ofensiva aproxima-se dos árbitros e manifesta seu desejo de optar pelo uso de um corredor temporário no lugar do Jogador “E”, o receptor. O Jogador “D”, quarto batedor, é agora o último batedor no “lineup” e não está ocupando uma base; assim, ele pode ser usado como corredor temporário.

sábado, 1 de outubro de 2016

SORTEIO DA RIFA DA FESTA DE 25 ANOS DA AAA

Comunicamos que o número sorteado pela Loteria Federal do dia 10/09/2016, foi o 4059.



O sorteado foi o árbitro do Cooper, Sr. José Otavio Boteon Varella.
O presidente da AAA, Sr. Everaldo Medeiros, fez a entrega do prêmio.


A diretoria da AAA esteve presente no jantar para entrega do prêmio.


Gostaríamos de agradecer a todos que se esforçaram para a venda da rifa.