terça-feira, 31 de maio de 2016

BATEDOR MUDA DE UM “BATTER’S BOX” PARA OUTRO

Enquanto o arremessador estava fora do “pitcher’s plate”, um batedor –ambidestro– passou de um “batter’s box” para outro. Há alguma penalidade?
 
Não. Se, porém, o arremessador estivesse com o pé de apoio em contato com a placa, pronto para arremessar, ou olhando os sinais do receptor, o batedor seria eliminado por ação ilegal.

[Regra 6.06 (b) – vide NOTA]

segunda-feira, 30 de maio de 2016

BATEDOR SAI DO “BATTER’S BOX” E ATRAPALHA O RECEPTOR

Um “out”, contagem de arremessos: 1 – 1. O corredor da 1ª base arrancou em direção à 2ª base no arremesso seguinte. O batedor tentou rebater esse arremesso, mas não teve bom êxito –a bola passou sem ter contato com o “bat". Ao completar o “swing”, ele saiu do “batter’s box” e atrapalhou o receptor, que estava se preparando para lançar à 2ª base.

O batedor é “out” por ação ilegal. A bola fica fora de jogo (bola morta). O corredor deve retornar à 1ª base.

Se, apesar de ter sido estorvado, o receptor tivesse conseguido eliminar o corredor, a jogada continuaria normalmente (como se nenhuma infração tivesse sido cometida).   
 
[Regra 6.06 (c)]  

domingo, 29 de maio de 2016

BOLA REBATIDA ATINGE O CAPACETE CAÍDO NO SOLO

No momento em que o arremessador iniciou os movimentos de arremesso, o corredor da 1ª base arrancou em direção à 2ª base; e quando deu os primeiros passos, derrubou o capacete. A bola rebatida ao espaço entre a 1ª e a 2ª bases desviou ao atingir esse capacete; em razão disso, o defensor da 2ª base não conseguiu efetuar a defesa.  Que decisão deve dar o árbitro?
 
Se, na opinião do árbitro, o corredor deixou o capacete cair, acidentalmente, a bola permanece em jogo. Nenhuma penalidade deve ser aplicada.
 
[Comentário - Regra 6.05 (h)]

sábado, 28 de maio de 2016

CORREDOR ATIRA O CAPACETE CONTRA UMA BOLA REBATIDA

Nenhum “out”. No momento em que o arremessador iniciou os movimentos de arremesso, o corredor da 1ª base arrancou rumo à 2ª base. Rebatida “ground” em direção ao espaço entre a 1ª e a 2ª bases. O corredor jogou o capacete contra a bola, com a intenção de atrapalhar o defensor da 2ª base, que havia se posicionado para efetuar a defesa (O equipamento atirado atingiu a bola e desviou-a para o jardim direito.) Como deve ser decidido este lance?
 
O corredor deve ser declarado “out” (Interferência da Ofensiva), e o batedor-corredor, autorizado a ir à 1ª base. Se, porém, na opinião do árbitro o corredor cometeu a falta com o evidente propósito de evitar uma Jogada Dupla, o batedor-corredor também deve ser eliminado. A bola torna-se morta.  Se houvesse mais corredores em base, eles não poderiam avançar.  
 
[Comentário – Regra 6.05 (h), Regras: 7.08 (b), 7.09 (f)]

sexta-feira, 27 de maio de 2016

NOTÍCIA SOBRE COMEMORAÇÃO DE JUBILEU DE PRATA DA AAABSB NO JORNAL NIPPAK

 

COMEMORAÇÃO DO 25º ANIVERSÁRIO DE FUNDAÇÃO DA AAABSB

No dia 21 de maio de 2016, realizamos a cerimônia comemorativa do 25º aniversário de fundação da Associação de Árbitros e Anotadores de Beisebol e Softbol do Brasil (AAABSB).  O evento aconteceu no salão principal do Mie Kenjinkai, na Vila Mariana.

Estiveram presentes árbitros, anotadores, dirigentes de clubes, familiares e amigos. Destacamos a presença do sr. Jorge Otsuka, presidente da CBBS, do Deputado Federal Walter Ihoshi e do Vereador Aurélio Nomura.

Foram homenageados árbitros e anotadores que ajudaram na criação e desenvolvimento da AAABSB, a saber:
  • MAMORU OGAWA (In memoriam)
  • TADAOMI HONDA (In memoriam)
  • TEISUKE KADO (In memoriam)
  • PAULO SUZUKI
  • YSSAO KATAYAMA
  • MASATO OKAMOTO
  • REIMEI YOSHIOKA
  • AKIRA KIYUNA
  • MAKOTO OKAMURA
  • SEIJI ITO
  • OCTACÍLIO SAKAI
  • NAOYOSHI GOTO
  • SRA. HATUYO YOSHIOKA
  • YOSHIMI YAMAZAKI
  • Prof. Dr. II-SEI WATANABE
  • NEWTON OKADA
  • KIYOSHI HIRAOKA
  • KOJI NAKAMURA
  • KOJI KATO
  • TOSHIYUKI ONUMA
  • SRA. TOKUYO OKADA
  • ISSAMU AKIYAMA
  • SRA. IVONE YOSHIDA
Também foram homenageados: o Presidente da CBBS, Sr. Jorge Otsuka, e o Presidente da FPBS, Sr. Olivio Sawasato, pelos relevantes serviços prestados em prol do beisebol nacional.
 
Fotos cedidas por Nelson Hideo Yajima – Diretor da ASB – CBBS.

Para visualizar clique aqui.



AAABSB


No dia 17 de maio de 1991, um grupo de árbitros de beisebol que, na época, atuavam como membros do Departamento de Árbitros da Federação Paulista de Beisebol e Softbol (FPBS) reuniu-se num restaurante, no bairro da Liberdade, para discutir planos para aumentar o quadro de árbitros e melhorar o nível técnico de arbitragem. Após analisar as sugestões apresentadas, optou-se pela criação de uma entidade para tentar alcançar tal objetivo. Nasceu, assim, a Associação de Árbitros e Anotadores de Beisebol e Softbol do Brasil (AAABSB).


A presidência da nova entidade foi confiada ao árbitro Emil Iwamoto, líder do grupo;  sucederam-no no cargo máximo Watal Ishibashi, Reimei Yoshioka, Toshiyuki Onuma, Ii-sei Watanabe, Jorge Akiharu Higaki, Kiyofumi Hatanaka, novamente Jorge Akiharu Higaki,  Chunyti Moritaca e Everaldo Medeiros Marcos –atual presidente.


Ao longo destes 25 anos, a AAABSB tem formado árbitros e anotadores, em São Paulo e outras regiões, e vem acompanhando a atuação destes nos certames de que participam; tem se empenhado também na atualização e aprimoramento dos árbitros, através de treinamentos especiais (reciclagem anual). Durante esse período, foram realizados cursos de arbitragem sob orientação de instrutores internacionais [Rafael Uribe (República Dominicana), Vincent Scott (Panamá), César Valdez (Cuba), Nelson Diaz (Cuba) –árbitros de beisebol– e Julio Oscar Helburg (Antilhas Holandesas) –árbitro de softbol e representante da Federação Internacional de Softbol – FIS (International Softball Federation – ISF)].


Instrutores internacionais:

Rafael Uribe



Vincent Scott 

César Valdez e Nelson Diaz



Julio Oscar Helburg
  

quarta-feira, 25 de maio de 2016

NO TERCEIRO “STRIKE” A BOLA ATINGE O CORPO DO BATEDOR

Nenhum “out”, corredor na 3ª base, contagem de bolas arremessadas: 2 – 2.  O batedor fez “swing”* grande para tentar rebater o arremesso seguinte; a bola passou sem ter contato com o “bat”, atingiu o seu braço direito e rolou em direção ao ‘bakku netto’*. Enquanto isso, o corredor avançou e pisou o “home plate”.

Decisão: O batedor é “out” –no terceiro "strike" a bola atingiu o seu corpo; o corredor tem de retornar à 3ª base –a bola ficou fora de jogo quando atingiu o corpo do batedor.  
 
[Regra: 6.05 (f)]
 
*Fez “swing” = Girou o “bat".
 
*‘Bakku Netto’: Vem de “Back Net” (baek nét), que quer dizer rede de trás. É a barreira situada a 60 pés (18,288m) atrás do "home plate". O mesmo que “Backstop” (baekstap).

terça-feira, 24 de maio de 2016

BATEDOR USA OU TENTA USAR UM “BAT” MANIPULADO ILEGALMENTE

Batedor foi declarado "out" por ação ilegal ao ser descoberto usando um "bat" coberto com parafina.  

O batedor não pode usar ou tentar usar um “bat” que tenha sido alterado ou manipulado ilegalmente com o propósito de melhorar o fator distância ou causar uma reação anormal na bola. Se o fizer, será declarado eliminado por ação ilegal. Qualquer avanço de corredores resultante de uma bola rebatida com um “bat” alterado ou manipulado ilegalmente será anulado. Porém, a(s) eliminação(ões) declarada(s) na jogada será(ão) manida(s). Além de ser declarado eliminado, o batedor será expulso do jogo e estará sujeito às penalidades adicionais determinadas pela Federação ou Confederação.  

[Regra 6.06 (d)] 
 
Um batedor será julgado como se tivesse usado ou tentado usar um “bat” alterado ou manipulado ilegalmente se ele levar tal “bat” para dentro do "batter’s box”. 
 
[Comentário – Regra 6.06 (d)]

segunda-feira, 23 de maio de 2016

BATEDOR É ATINGIDO POR UM ARREMESSO

Nenhum eliminado, corredor na 2ª base, contagem de arremessos: 3 – 1. No arremesso seguinte –um ‘IN KOONA’* rápido– o batedor iniciou o “swing”, mas interrompeu-o; a bola atingiu o seu braço direito e desviou. Que decisão deve dar o árbitro?

(a) Se o arremesso estava passando fora da zona de “strike”, e o batedor tiver tentado evitar ser atingido, o árbitro conceder-lhe-á a 1ª base.

(b) Se o arremesso estava passando fora da zona de “strike”, e o batedor não tiver tentado evitar ser atingido, será declarado um “BALL”.   

(c) Se o arremesso estava passando na zona de “strike”, deve ser declarado um “STRIKE”, independentemente de o batedor ter tentado evitar a bola ou não.

Quando o batedor é atingido por uma bola arremessada, mas não adquire o direito de ir à 1ª base, a bola torna-se morta e nenhum corredor pode avançar.
 
[Regra 6.08 (b), Regra 6.08 (b) – REGRA APROVADA, vide NOTAS 1, 2, 3 e 4]

*‘IN KOONA’: Vem de “IN CORNER” (in kóórna) = canto interno. Arremesso ‘IN KOONA’ = aquele colocado no canto interno do “home plate”.

domingo, 22 de maio de 2016

INTERFERÊNCIA DO RECEPTOR

Nenhum eliminado, corredor na 2ª e 3ª base, rebatida “fly” para “rightfield” (jardim direito). O "rightfielder" (jardineiro direito) agarrou a bola nas proximidades da cerca do fundo. Os corredores fizeram “tag-up”* e dispararam para as bases seguintes; o da 3ª base pisou o “home plate”, e o da 2ª base foi eliminado por toque pelo defensor da 3ª base. Ocorre que o árbitro de “home” havia apontado uma Interferência do receptor –no momento em que o batedor fez “swing”, o “mitt” teve contato com o “bat”.
 
O técnico da equipe na ofensiva pode optar (1) pela penalidade da Interferência –a bola torna-se morta; o batedor é autorizado a ocupar a 1ª base; os corredores retornam a suas bases)– ou (2) pelo resultado da jogada –é anotado um ponto; o jogo tem prosseguimento com dois “outs”, nenhum corredor em base.
 
[Regra 6.08 (c), Comentário   Regra 6.08 (c), vide NOTAS 1 e 2]
 
*“Tag-Up” é o ato de um corredor que retorna à sua base, ou permanece nela, antes de avançar legalmente numa bola rebatida “fly” (após o primeiro contato do defensor com a bola).

sábado, 21 de maio de 2016

NO TERCEIRO “STRIKE” NÃO AGARRADO O BATEDOR FOI EM DIREÇÃO AO SEU “BENCH”

Nenhum corredor em base, “ball count” (contagem de bolas arremessadas): 1 – 2 (um “ball” – dois “strikes”). O batedor girou o “bat” para tentar rebater o arremesso seguinte, mas seu “bat” não teve contato com a bola; esta passou sobre o “home plate” e tocou o solo antes de ser apanhada pelo receptor. O árbitro de “home” declarou o terceiro “strike”. O batedor, achando ter sido eliminado (“strikeout”), foi em direção ao seu “bench”.
 
Beisebol
 
O batedor-corredor deve ser eliminado  tão logo deixe o círculo de terra que circunda o “home plate.
 
[Comentário – Regra 6.09 (b)]
 
Softbol
 
O batedor-corredor deve ser eliminado no momento em que entra na área de sua equipe.
 
[Regra 8  – Seção 2d (3)]

sexta-feira, 20 de maio de 2016

BOLA REBATIDA ATINGE O CORPO DO BATEDOR

Corredor na 3ª base, um “out”. “Squeeze Play” (jogada na qual uma equipe, com corredor na 3ª base, tenta anotar ponto por meio de um "bunt"). A bola rebatida –“fair ball”– bateu no corpo do batedor, que ainda estava dentro do “batter’s box”, e desviou. O receptor apanhou-a nas proximidades da linha de “foul” e tentou tocar o corredor, que chegou deslizando ao “home base”, mas não teve bom êxito. Foi anotado ponto? 
Não. O corredor tem de retornar à 3ª base, já que a bola ficou fora de jogo (bola morta) no momento em que atingiu o corpo do batedor.   
 
Regra 2.00 “FOUL BALL” (REBATIDA NULA) – NOTA 1: ... Se uma bola rebatida (incluindo “bunt”) toca o “bat” nas mãos do batedor ou o corpo do batedor enquanto este ainda se encontra dentro do “batter’s box”, o árbitro deve declarar um “foul ball” (não importa se isso ocorre em território “fair” ou “foul”). 
 
Regra 6.05 (g): ... Se o batedor estiver posicionado legalmente no “batter’s box” (vide Regra 6.03) –e, na opinião do árbitro, ele não teve nenhuma intenção de interferir no curso da bola, uma bola rebatida que atinge o seu corpo ou o seu “bat” será declarada “foul ball”.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

BOLA REBATIDA ATINGE UM ÁRBITRO

Bases vazias. A bola rebatida (“ground ball”) passou ao lado do defensor da 2ª base –sem ter contato com ele– e atingiu o árbitro da 2ª base posicionado fora do quadrilátero (atrás do defensor).

O batedor torna-se um corredor, já que a bola permanece em jogo.
 
[Regras 6.08 (d), 6.09 (c)]

quarta-feira, 18 de maio de 2016

INTERFERÊNCIA DO RECEPTOR

Nenhum eliminado, corredor na 2ª base. Rebatida “liner”* na direção do jardim central. O corredor pisou o “home plate” e o batedor-corredor chegou à 2ª base.  Ocorre que, no momento em que o batedor fez “swing”, o “mitt” teve contato com o “bat”.
 
Nesse caso, a jogada deve prosseguir normalmente. A Interferência do receptor não é levada em consideração.
 
*“Liner” = “Line Drive”  = Bola rebatida que vai em linha reta, com força, do “bat” a um defensor, sem tocar o solo.  
 
[Regra 6.08 (c)]  

terça-feira, 17 de maio de 2016

TERMO USADO POR UM ÁRBITRO VETERANO

Contagem de arremessos: 3 – 1 (três “balls” – um “strike”). O arremesso seguinte foi “ball”. O árbitro declarou “BOORU FOA!”* e mandou o batedor à 1ª base.
 
*Booru Foa: Vem de “ball four” (ból fóór). Significa quatro arremessos declarados "ball".

LANCES OCORRIDOS NO VI CAMPEONATO BRASILEIRO DE BEISEBOL –CATEGORIA SUPER VETERANOS (65 ANOS) – II TAÇA OSVALDO HIDEO AISAWA– REALIZADO NOS DIAS 14 E 15/05/2016 NO ESTÁDIO MIE NISHI

(1) Dois “outs”, bases cheias, rebatida “ground” na direção do defensor da 2ª base. No momento em que este se preparou para efetuar a defesa, a bola bateu na sua luva e desviou; o interbases apanhou-a e pisou a 2ª base; o corredor da 1ª base foi declarado eliminado (3º “out”). Como o corredor da 3ª base cruzara o “home base” antes de o interbases tocar a base, o técnico da equipe na ofensiva achou que havia sido anotado ponto.
 
A anotadora oficial explicou-lhe que não foi anotado ponto porque a terceira eliminação ocorreu em jogada forçada.

[Regra 4.09 (a) – EXCEÇÃO (2)]

(2) Dois “outs”, corredor na 3ª base, “fly” para “rightfield” (jardim direito). O “rightfielder” (jardineiro direito) teria efetuado a defesa facilmente, porém não conseguiu porque, no momento em que se posicionou embaixo da bola, desequilibrou-se –a bola bateu na sua luva e foi ao solo;  assim mesmo conseguiu eliminar o batedor-corredor, lançando rapidamente à 1ª base, e evitou que o corredor da 3ª base anotasse ponto.

[Regra 4.09 (a) – EXCEÇÃO (1)]

(3) Contagem de arremessos (“ball count”): 2 – 2 (dois “balls” – dois “strikes”). No arremesso seguinte o batedor agachou-se; a bola atingiu o seu capacete e foi em direção ao ‘bakku netto’*; o árbitro declarou um “strike” e eliminou-o (“strikeout”). Houve reclamação, mas a decisão foi mantida.
 
O árbitro considerou que a bola passaria na zona de “strike” se não tivesse atingido o batedor. 

[Regra 6.08 (b) – vide NOTAS 1 e 2]

*‘Bakku Netto’: Vem de “back net” (baek nét), que quer dizer rede de trás. É a barreira situada a 60 pés (18,288m) atrás do "home plate". O mesmo que “backstop” (baekstap).

segunda-feira, 16 de maio de 2016

BOLA “FAIR” SALTA APÓS TOCAR O SOLO E É DESVIADA POR UM DEFENSOR PARA FORA DA CERCA

Bases vazias. Rebatida indefensável para “rightfield” (jardim direito). A bola saltou após tocar o solo em território “fair –nas proximidades da linha de “foul”– e foi desviada pelo jardineiro direito para fora da cerca lateral.

A bola fica fora de jogo; o batedor-corredor deve ser autorizado a avançar duas bases.
 
[Regras: 6.09 (g), 7.05 (f)]

domingo, 15 de maio de 2016

CORREDOR TEMPORÁRIO (“TEMPORARY RUNNER”)

Aconteceu num jogo de softbol. Nenhum "out". O segundo batedor está na 2ª base. O terceiro e o quarto batedores foram eliminados (dois "outs"). O quinto batedor –receptor– acertou um “two-base hit” (rebatida de duas bases) e empurrou o corredor para “home”. O “coach” da equipe na ofensiva substituiu o corredor que acabara de alcançar a 2ª base –em seu lugar mandou o 4º batedor do “line-up”.
 
Ele valeu-se da Regra 1 – Seção 97 “Temporary Runner” (Corredor Temporário):  Corredor Temporário é um jogador que pode correr no lugar do receptor –que está atuando no jogo– quando este, com dois “outs”, está ocupando uma base. O uso de Corredor Temporário é opcional para o “coach” da equipe na ofensiva. O Corredor Temporário tem de ser o jogador que, no momento em que o “coach” opta pelo seu uso, é o último da ordem de batedores e não está ocupando uma base. 
 
Essa regra, em vigor a partir de 2014, foi criada para ajudar a acelerar o jogo (permite que o receptor esteja preparado e pronto para receber os arremessos de aquecimento no início do próximo “inning”).

sábado, 14 de maio de 2016

REGRA DE ANOTAÇAO

Aconteceu num jogo de softbol. Um “out”. Rebatida “fly” para “leftfield” (jardim esquerdo). O “leftfielder” (jardineiro esquerdo) agarrou a bola (“catch”) e ultrapassou a linha de cal que determina a área de bola morta.  O corredora da 3ª base anotou ponto. Aí surgiu uma dúvida: deve ser registrado um “fly” de sacrifício (“sacrifice fly”)?
 
Após analisarem a jogada, foi anotado um “fly out” (Regra 8 – Seção 2b) e concessão de uma base (Regra 8 – Seção 7i – EFEITO – Seção 7i).
 
Regra 12 – Seção 4: Deve-se anotar um “fly” de sacrifício quando, com menos de duas eliminações ,
 
(1) o batedor empurra um ponto através de um “fly” que é apanhado legalmente, ou
 
(2) um corredor anota ponto depois que um defensor do campo externo (ou um defensor do campo interno que tenha corrido para o campo externo) derruba um “fly” ou “line drive”, após ter tocado a bola, e, na opinião do anotador, esse corredor poderia ter pisado o “home plate”, mesmo que a bola tivesse sido apanhada.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

BOLA “FAIR” PASSA ATRAVÉS DE UMA CERCA

Corredor na 2ª base. “Base Hit” (rebatida indefensável) para “centerfield” (jardim central).  A bola –em voo– passou através de uma abertura que havia na cerca do fundo.  Nesse caso, a bola torna-se morta; o corredor e o batedor-corredor podem avançar duas bases, sem o risco de serem eliminados. (O corredor anota ponto e o batedor-corredor é autorizado a ir à 2ª base.) 
 
[Regras: 6.09 (f), 7.05 (f)] 

quinta-feira, 12 de maio de 2016

BOLA “FAIR” TOCA O SOLO E PULA PARA FORA DA CERCA DO FUNDO

Corredor na 1ª base. A bola rebatida em direção ao jardim central tocou o solo e pulou para fora da cerca. (Quando a bola saiu do campo, o corredor estava a alguns passos da 3ª base, e o batedor-corredor havia chegado à 2ª base.)   O corredor e o batedor-corredor devem ser autorizados a avançar para “home”?
 
Não. Ao corredor que estava na 1ª base deve ser concedida a 3ª base,  e ao batedor-corredor,  a 2ª base –a concessão é de duas bases a partir de onde eles estavam no momento do arremesso.
 
[Regras 6.09 (e), 7.05 (f)]  

quarta-feira, 11 de maio de 2016

BOLA “FLY” DESVIADA POR UM DEFENSOR PASSA SOBRE UMA CERCA

O jardineiro esquerdo tentou agarrar um “fly” nas proximidades da linha de “foul”; a bola tocou a sua luva, em território “fair”, e desviou para fora da cerca lateral. O batedor-corredor foi autorizado a avançar até a 2ª base.
 
Decisão correta. Se a bola desviada tivesse passado sobre a cerca, em território “fair”, seria um “home run”, desde, porém, que essa cerca esteja situada a uma distância de 250 pés (76,199 m) ou mais do "home base". (Uma bola “fair fly” que sai do campo de jogo num ponto com menos de 250 pés do “home base” dá ao batedor o direito de avançar somente até a 2ª base.)

[Regra 6.09 (d) (h)]

terça-feira, 10 de maio de 2016

REGRA DO BATEDOR DESIGNADO (“DESIGNATED HITTER RULE”) – 12

O Batedor Designado foi eliminado com um “fly” para o jardim central. Em vez de retornar ao “bench”, foi ao “bullpen” e ficou algum tempo conversando com o arremessador que estava se aquecendo para entrar no jogo. O árbitro deve permitir isso?
 
Não. O “DH” não pode ficar no “bullpen”, a menos que esteja servindo de receptor a um arremessador. 

[Regra 610 (b) (15)]

segunda-feira, 9 de maio de 2016

REGRA DO BATEDOR DESIGNADO (“DESIGNATED HITTER RULE”) – 11

Num jogo em que estava sendo utilizado Batedor Designado, o defensor da 3ª base substituiu o arremessador.
 
Nesse caso, termina a função do "DH” para o resto do jogo. O novo defensor da 3ª base deve bater no lugar do Batedor Designado.

(Regra 6.10 (b) (14))

domingo, 8 de maio de 2016

REGRA DO BATEDOR DESIGNADO (DESIGNATED HITTER RULE") – 10

O técnico anunciou a entrada de um “pinch hitter” (batedor de emergência) para o Batedor Designado somente quando o jogador substituto entrou no “batter’s box”.  O árbitro deve permitir essa substituição?

Sim. Um substituto para o Batedor Designado não precisa ser anunciado até que chegue a vez do “DH” na ordem de batedores.
[Regra 6.10 (b) (13)]

sábado, 7 de maio de 2016

REGRA DO BATEDOR DESIGNADO (“DESIGNATED HITTER RULE”) – 9

O arremessador do jogo foi mandado ao “batter’s box” para atuar como batedor no lugar do defensor da 2ª base. O árbitro deve permitir isso?
 
Não. O arremessador do jogo pode ser usado como batedor de emergência (“pinch-hitter”) somente no lugar do Batedor Designado, e nesse caso termina a função do “DH” para o resto do jogo.

[Regra 6.10 (b) (10)]

sexta-feira, 6 de maio de 2016

REGRA DO BATEDOR DESIGNADO (“DESIGNATED HITTER RULE”) – 8

Um “pinch-hitter” (batedor de emergência) atuou na vez do primeiro batedor (defensor da 2ª base) e foi eliminado na 1ª base; terminado o “inning”, foi utilizado como arremessador substituto.
 
Uma vez que um batedor de emergência atue no lugar de qualquer jogador na ordem de batedores e depois entre no jogo para arremessar, termina a função do Batedor Designado para o resto do jogo. Como fica a ordem de batedores?
 
O batedor que entrou como “pinch-hitter” continua como o primeiro batedor, e o jogador que entrar para defender a 2ª base baterá no turno do Batedor Designado.

[Regra 6.10 (b) (9)]

quinta-feira, 5 de maio de 2016

REGRA DO BATEDOR DESIGNADO (“DESIGNATED HITTER RULE”) – 7

No jogo “A” vs. “B” estava sendo usado Batedor Designado. Num determinado “inning”, o arremessador da equipe “A” deixou o montículo (“mound”), porém não saiu do jogo; foi ocupar o lugar do defensor da 2ª base (este retirou-se do jogo). O “DH” pode continuar no jogo?
 
Não. Uma vez que o arremessador do jogo seja removido do montículo para uma posição na defesa, termina a função do Batedor Designado para o resto do jogo.

[Regra 6.10 (b) (8)]

quarta-feira, 4 de maio de 2016

REGRA DO BATEDOR DESIGNADO (“DESIGNATED HITTER RULE”) – 6

Batedor Designado acerta um “base hit” (rebatida indefensável). Ao dar alguns passos após pisar a 1ª base, sofre um estiramento muscular e vai ao solo. Mas consegue retornar. O técnico retira-o do jogo e utiliza um “pinch-runner” (corredor de emergência).   
 
Nesse caso, o corredor de emergência deve assumir a função de Batedor Designado.

[Regra 6.10 (b) (6)]

terça-feira, 3 de maio de 2016

REGRA DO BATEDOR DESIGNADO (“DESIGNATED HITTER RULE”) – 5

Num determinado “inning” o Batedor Designado passou a atuar na defensiva no lugar do interbases.
 
Termina a função do Batedor Designado para o resto do jogo. Como a posição do BD na ordem de batedores é fixa, ele tem de continuar batendo na mesma ordem. O arremessador, então, tem de bater no lugar do interbases, a menos que sejam feitas várias substituições, e nesse caso o técnico tem de designar o lugar de cada um na ordem de batedores.  

[Regra 6.10 (b) (5) (12)]

segunda-feira, 2 de maio de 2016

BATEDOR ATINGIDO POR UM ARREMESSO

Aconteceu num jogo do XIX Campeonato Brasileiro de Beisebol Interclube – Categoria: Veteranos (Cinquentão), realizado no dia 01 de maio de 2016, no Estádio Mie Nishi (Bom Retiro).
 
Corredor na 1ª base. Contagem de arremessos: 0 – 1. O batedor fez “swing” no arremesso seguinte; a bola –não teve contato com o “bat”– atingiu o seu corpo e foi em direção à cerca lateral; o corredor chegou à 3ª base. O árbitro de “home” ‘matou’ a bola e retornou o corredor à 1ª base. A equipe na ofensiva reclamou.
 
Decisão correta. Quando o batedor é atingido por uma bola arremessada, mas não adquire o direito de ir à 1ª base, a bola torna-se morta e nenhum corredor pode avançar.
 
[Regra 6.08 (b) – REGRA APROVADA]