quinta-feira, 31 de março de 2016

DEFENSOR APANHA UM “FOUL FLY” E CAI ALÉM DA CERCA – O ÁRBITRO DEVE DECLARAR “TIME”

Corredor na 2ª base, um “out”, “foul  fly” para as proximidades da cerca lateral do jardim direito. O jardineiro direito apanhou a bola (“catch”) e caiu além da cerca, mas manteve a bola firmemente segura na luva.
 
O árbitro declarou “TIME” e ‘matou’ a bola.  O batedor foi eliminado e o corredor foi autorizado a avançar uma base, sem o risco de ser eliminado. Se, porém, o defensor tivesse derrubado a bola em razão da queda, seria declarado um “foul ball”.
 
[Regras: 5.09 (e), 5.10 (f), 6.05 (a), 7.04 (c)] 

quarta-feira, 30 de março de 2016

JOGADOR ESFREGA A BOLA COM TERRA ANTES DE DEVOLVÊ-LA AO ARREMESSADOR

“Base Hit” (rebatida indefensável) para “centerfield” (jardim central). O interbases recebeu a bola do “centerfielder” (jardineiro central) e esfregou-a com terra antes de devolvê-la ao arremessador. Há alguma penalidade?
 
Sim. O árbitro deve pedir a bola e remover do jogo o infrator; além disso, o infrator deve ser suspenso, automaticamente, por 10 jogos (Regra 3.02 – PENALIDADE). No beisebol amador, o árbitro deve, inicialmente, advertir o infrator e pedir a bola; na reincidência, porém, o jogador deve ser removido do jogo (Regra 3.02 – NOTA).

terça-feira, 29 de março de 2016

SUBSTITUIÇÃO DE DEFENSOR MACHUCADO

Rebatida “line drive” forte em direção ao espaço entre o interbases e o defensor da 3ª base. O interbases deu ‘peixinho’ e agarrou a bola, porém sofreu contusão no braço direito.  Foi substituído.
 
Qualquer jogador que entre no jogo para substituir um defensor machucado deve ser autorizado a efetuar cinco lançamentos de aquecimento.  

(Comentário – Regra 3.03)

segunda-feira, 28 de março de 2016

BOLA “FAIR” ATINGE UM ÁRBITRO EM TERRITÓRIO “FOUL”

Rebatida “ground” forte na direção da 3ª base. A bola passou sobre a ‘almofada’, atingiu o árbitro posicionado em território “foul” e seguiu para o jardim esquerdo. O batedor-corredor chegou à 2ª base. (O técnico da equipe na defensiva reclamou, alegando que o batedor-corredor teria que retornar à 1ª base, uma vez que a bola se tornara morta no momento em que teve contato com o árbitro.)
 
Reclamação improcedente. Se uma bola “fair” atinge um árbitro em território “foul”, ela continua viva e em jogo.

[Regra 5.09 (f) – NOTA]

domingo, 27 de março de 2016

“FOUL FLY” NÃO É AGARRADO

No momento em que o corredor da 1ª base estava tentando um “steal”*, a bola rebatida resultou em “foul fly” na direção da cerca lateral. O defensor da 3ª base fez um grande esforço, mas não conseguiu agarrar a bola. O corredor já havia chegado à 2ª base quando a bola bateu na luva do defensor e foi ao solo.
 
A bola torna-se morta e o corredor tem de retornar à 1ª base. (O árbitro principal não deve por a bola em jogo até que o corredor tenha retocado sua base.)

[Regra 5.09 (e)]

*“Steal” (stiil) é aquela jogada em que o corredor tenta roubar uma base. “Steal” = ‘Toorui’.

sábado, 26 de março de 2016

BOLA “FAIR” ATINGE UM ÁRBITRO

A bola rebatida –um “ground” forte– passou ao lado do arremessador e atingiu o árbitro da 2ª base, que estava posicionado no campo interno.  A bola fica morta ou permanece em jogo?
 
Fica morta; o(s) corredor(es) avança(m) se for(em) forçado(s).  Se, porém, o arremessador tivesse tocado a bola, ela continuaria viva e em jogo

[Regra 5.09 (f), Comentário – Regra 5.09 (f)]

sexta-feira, 25 de março de 2016

FOI ANOTADO PONTO?

Corredor na 3ª base, um "out". Rebatida “fly” para o jardim esquerdo (“leftfield”) no momento em que estava ocorrendo um “home steal” (roubo de “home”). O jardineiro esquerdo (“leftfielder”) esforçou-se para efetuar a defesa, mas não conseguiu; a bola tocou o solo e desviou –“one-base hit” (rebatida indefensável de uma base). O corredor, que havia cruzado o “home base”, pensando que a bola fora apanhada no ar, tentou retornar à 3ª base; antes de alcançá-la, porém, foi tocado pelo defensor da 3ª base, que estava com a bola que lhe foi lançada pelo jardineiro esquerdo. Foi anotado ponto?
 
Sim.
 
Comentário – Regra 5.06: Um ponto anotado legalmente não pode ser anulado por causa de uma ação subsequente do corredor, como, por exemplo, um esforço para retornar à 3ª base, acreditando ter saído dela antes de uma bola “fly” ser apanhada.

quinta-feira, 24 de março de 2016

ÁRBITRO DE “HOME” DECLARA “TIME” PARA EXAMINAR A BOLA ARREMESSADA

Batedor fez “swing” para tentar rebater o arremesso, mas errou; como a bola desviou da zona de “strike” fazendo um efeito muito grande, virou-se para o árbitro de “home” e pediu-lhe que examinasse a bola.
 
Num caso como esse, o árbitro deve declarar “TIME” [Regra 5.10 (e)] e atender à solicitação do batedor; e se for constatado que o arremessador violou a Regra 8.02 (a) (4) –presença de qualquer tipo de substância estranha na bola–, deve aplicar a penalidade correspondente.   

(1) O arremessador deve ser expulso do jogo, imediatamente, e suspenso automaticamente. Nas Ligas da Associação Nacional, a suspensão automática deve ser por 10 jogos. [PENALIDADE (a)]

(2) Deve ser declarado um “ball”, e se houver corredor(es) em base, um “balk”. [PENALIDADE (d)]

quarta-feira, 23 de março de 2016

PEDIDO DE 'TAIMU'* COM JOGADA EM ANDAMENTO

Rebatida em direção ao espaço entre os jardins esquerdo e central. Ao dar alguns passos após pisar a 1ª base, o batedor-corredor sentiu uma fisgada na virilha e não conseguiu continuar avançando. O “coach” da 1ª base pediu 'TAIMU' para poder socorrê-lo, porém o árbitro não atendeu à sua solicitação.  
 
O técnico não deve pedir 'TAIMU' quando está ocorrendo uma jogada. Quando o arremessador está fazendo os movimentos de arremesso, ou no momento em que um corredor está avançando ou retornando a uma base, ou, ainda, quando uma jogada está em andamento, o técnico não deve pedir 'TAIMU'; se o fizer, o árbitro não deve atendê-lo. O jogo deve ser paralisado no momento em que o árbitro declara 'TAIMU', e não quando o técnico ou “coach” faz a solicitação.

[Regra 5.10 (d) – NOTA]

Se o batedor tivesse rebatido um “home run” para fora do campo de jogo, ou adquirido o direito de avançar duas bases, sem o risco de ser eliminado, com a aplicação da Regra 7.05 (f), um corredor substituto seria autorizado a completar a jogada.

[Regra 5.10 (c) (1)]

*‘TAIMU’: Vem de “TIME” (taim), que quer dizer tempo, prazo etc. É a manifestação de um árbitro anunciando uma paralisação legal da partida, durante a qual a bola fica morta. 

terça-feira, 22 de março de 2016

PONTO DA VITÓRIA ANOTADO NA SEGUNDA METADE DE UM "INNING" EXTRA

Segunda metade de um "inning" extra, um eliminado, bases cheias, placar: 1 – 1 . O batedor obteve “ball four”. O árbitro de “home” encerrou o jogo no momento em que o corredor da 3ª base pisou o “home plate”, mas antes de o batedor-corredor chegar à 1ª base.
 
O árbitro precipitou-se; deveria ter esperado até o batedor-corredor tocar a 1ª base. 
 
Se, porém, fãs entrarem repentinamente no campo e impedirem, fisicamente, que o corredor toque o “home plate” ou o batedor chegue à 1ª base, o árbitro pode encerrar o jogo. 

[Regra 4.09 (b), Comentário – Regra 4.09]

segunda-feira, 21 de março de 2016

BASE “COACH” PEDE “TIME” COM O PROPÓSITO DE TENTAR FAZER O ARREMESSADOR COMETER UM “BALK”

Corredor na 3ª base. No momento em que o arremessador levantou o braço para efetuar o arremesso, o “base coach” da 3ª base pediu “TIME”; devido a isso, o arremesso não foi completado.
 
É “balk”?
 
Não, de acordo com a Regra 4.06 (a) (3).
 
Vejamos o que diz essa regra: Em nenhum momento um técnico, jogador, suplente, “coach”, treinador ou “bat boy” (recolhedor de “bat”) deve, seja do “bench”, do “coach’s box”, do campo de jogo, ou de qualquer outro lugar, pedir “TIME”, usar qualquer outra palavra ou frase, ou praticar qualquer ato, enquanto a bola está viva e em jogo, com o evidente propósito de tentar fazer o arremessador cometer um “balk”.
 
PENALIDADE: O infrator deve ser removido do jogo e deixar o campo de jogo.

domingo, 20 de março de 2016

QUANDO UM JOGO DEVE SER ENCERRADO? (4)

Jogo “A” vs. “B”. Segunda metade do nono “inning”, placar: “A” (3) x “B” (1).  Um “out”, bases cheias, “home run” para fora do campo de jogo. O corredor da 1ª base é eliminado por ter ultrapassado o da 2ª base no momento em que estavam se aproximando da 3ª base. Quantos pontos devem ser contados?
 
Três pontos. Vitória de “B” (3 x 4). Nesse caso, o quadrangular é reconhecido, e o jogo termina no momento em que o batedor-corredor pisa o “home plate”.
 
[Regra 4.11 (c) – NOTA]

sábado, 19 de março de 2016

QUANDO UM JOGO DEVE SER ENCERRADO? (3)

Jogo “A” vs. “B”. Segunda metade do nono “inning”, placar: “A” (3) x “B” (0). Dois “outs”, bases cheias, “home run” para fora do campo de jogo. O corredor da 1ª base é declarado eliminado por ter ultrapassado o da 2ª base no momento em que estavam a caminho do "home base". Foi contado somente um ponto.
 
Decisão correta. [Somente o(s) ponto(s) anotado(s) antes de um corredor ultrapassar outro é(são) contado(s).] Placar final: “A” (3) x “B” (1).

[Regra 4.11 (c) - REGRA APROVADA]

sexta-feira, 18 de março de 2016

QUANDO UM JOGO DEVE SER ENCERRADO? (2)

Jogo “A” vs. “B”. Segunda metade do nono “inning”, placar: “A” (1) x “B” (0). Um "out", bases cheias, “home run” para fora do campo de jogo. O batedor-corredor é declarado eliminado por ter ultrapassado o corredor da 1ª base. O árbitro encerrou a partida no momento em que o corredor da 2ª base tocou o “home plate”.  
 
Decisão correta. (O jogo termina imediatamente após ser anotado o ponto da vitória.)

[Regra 4.11 (c) – REGRA APROVADA]

quinta-feira, 17 de março de 2016

CBBS – COMUNICADO

Ministério do Esporte publica alterações no programa Bolsa Atleta
 
17 Março 2016
 
Ministério do Esporte publica alterações no programa Bolsa Atleta
 
Quarta, 16 Março 2016 16:19
 
Diário Oficial divulga ajustes de critérios na ação de patrocínio esportivo
 
O Ministério do Esporte publicou nesta quarta-feira (16.03), no Diário Oficial da União, portaria que altera critérios para concessão do benefício Bolsa Atleta, considerado o maior programa de patrocínio individual de atletas no mundo. Dentre as adequações, a pasta estabelece que o atleta beneficiado na categoria Olímpica/Paralímpica poderá pleitear o benefício na mesma categoria durante o ciclo olímpico desde que, anualmente, participe de competições integrantes do calendário oficial das federações internacionais de cada modalidade.
 
Veja o que mudou:
 
Calendário oficial das federações internacionais como parâmetro
 
Os atletas poderão pleitear o benefício na categoria olímpica ou paraolímpica desde que, anualmente, participem de competições do circuito mundial que integrem o calendário oficial das federações internacionais.
 
Dirigentes 
 
Fica vedada a concessão do benefício ao candidato que ocupe cargo de dirigente esportivo em Entidades Nacionais de Administração do Desporto.
Bolsa Nacional
O ranking indicado pela Entidade Nacional de Administração de cada modalidade deverá ser composto por representantes de, pelo menos, cinco estados diferentes, à exceção de provas que compõem o Programa Olímpico e Paraolímpico, mediante justificativa da Entidade Nacional de Administração do Desporto, aceita pelo ME.
Ascom – Ministério do Esporte

QUANDO UM JOGO DEVE SER ENCERRADO? (1)

Jogo “A” vs. “B”. Segunda metade do nono “inning”, placar: “A” (2) x “B” (1). Um “out”, corredor na 1ª e 3ª base, “home run” para fora do campo de jogo. No momento em que o corredor da 1ª base anotou o ponto da vitória, o árbitro encerrou a partida.  
 
Decisão equivocada. No caso apresentado acima,  o jogo termina quando o batedor-corredor toca o "home plate". Placar final: “A” (2) x ‘B” (4).

[Regra 4.11 (c) – EXCEÇÃO]

quarta-feira, 16 de março de 2016

JOGO NULO (“NO GAME”)

A equipe “A” (visitante) estava em vantagem no placar (2 – 0) ao término da primeira metade do quinto “inning”. Enquanto os jogadores da equipe “B” (local) se dirigiam ao “dugout”, começou a chover forte. O árbitro de “home” paralisou o jogo; e como após uma espera de noventa minutos o aguaceiro não cessou, resolveu encerrá-lo.

Como o jogo foi encerrado antes de se tornar um Jogo Regulamentar, o árbitro deve declará-lo nulo.

[Regra 4.10 (e)] 

Um jogo dado por terminado antes do nono “inning” será um Jogo Regulamentar:
 
(1) Se tiverem sido completados cinco “innings”.
 
(2) Se a equipe local tiver anotado em quatro “innings”, ou em quatro “innings” e uma fração, mais pontos do que a equipe visitante em cinco meios-“innings” completos.
 
(3) Se a equipe local anotar um ou mais pontos na segunda metade do quinto “inning” e empatar o jogo.
 
[Regra 4.10 (c)]

terça-feira, 15 de março de 2016

RECICLAGEM EM MIRANDÓPOLIS

A última etapa da Reciclagem para Árbitros de Beisebol 2016 foi em Mirandópolis, nos dias 12 e 13 de março de 2016. Estiveram presentes 32 árbitros das cidades de Mirandópolis, Guararapes, Aliança, Pereira Barreto, Bastos, Tupã e Marília.



Agradecemos ao sr. André Alli, presidente da Liga Noroeste, pela organização do evento.

segunda-feira, 14 de março de 2016

JOGO PROTESTADO

Jogo “A” vs. “B”. Segunda metade do nono “inning”, placar: “A” (4) x “B” (1). “B” no ataque. Corredor na 1ª base, um “out”, contagem de arremessos: 2 – 2. O batedor tentou rebater o arremesso seguinte, mas errou; a bola passou para trás do receptor, sem ter contato com o “bat”, e o batedor chegou à 1ª base (foi declarado “safe”). A jogada foi protestada pela defensiva, mas o árbitro de “home” deu prosseguimento à partida. O batedor seguinte, com uma potente rebatida, mandou a bola para fora do campo –a bola passou sobre a cerca do “leftfield” (jardim esquerdo): “home run”. Placar final: “A” (4) x “B” (3).

O jogo deve ser encerrado normalmente. Se a infração cometida pelo árbitro tivesse afetado desfavoravelmente as chances de vitória de “A”, o jogo teria que ser   reiniciado a partir do lance em que o batedor foi eliminado por “strike”, com corredor na 2ª base, já que esse corredor avançou àquela base quando o terceiro “strike” passou para trás do receptor.

[Regras 4.19, 6.05 (c) e 6.09 (b)]
O protesto será reconhecido somente se os árbitros forem notificados no momento em que acontece a jogada sob protesto, e antes do próximo arremesso ou antes de uma jogada ou tentativa de jogada.
(Comentário – Regra 4.19)

domingo, 13 de março de 2016

TERMO USADO NUM JOGO DE BEISEBOL DA CATEGORIA VETERANOS

Segunda metade do último “inning”, placar empatado. Corredor na 3ª base, um “out”, contagem de arremessos: 1 – 1. Quando o “coach” da 3ª base terminou de fazer uma série de gestos, uma pessoa que estava assistindo ao jogo comentou: <Deve ter dado ‘SAIN’* de “squeeze play”>.
 
*'SAIN’: Vem do inglês “SIGN” (sain), que quer dizer sinal, gesto etc. Dizemos que um técnico ou "coach" está dando ‘SAIN’ quando ele está fazendo uma série de sinais (gestos) para combinar jogadas.

sábado, 12 de março de 2016

JOGO CONFISCADO

Beisebol

Segunda metade do quinto "inning", um "out". A equipe visitante estava liderando o placar (4  0). Começou a chover forte. O árbitro paralisou o jogo. Como após alguns minutos a chuva passou, o árbitro mandou o pessoal da manutenção do campo (da equipe local) preparar o terreno para o reinício do jogo. O chefe do pessoal, porém, recusou-se a atendê-lo, argumentando que poderia voltar a chover. A equipe local deve ser penalizada?
 
Sim. O árbitro principal pode encerrar o jogo,  declarando vencedora a equipe visitante pela contagem de 9  0,  em razão da falta de cooperação dos encarregados da manutenção do campo.
 
[Regras: 2.00 "FORFEITED GAME" (JOGO CONFISCADO),  4.16 (vide Regras 4.15, 4.17 e 4.18)]

Nota: No beisebol amador não se aplica a Regra 4.16.  

sexta-feira, 11 de março de 2016

JOGADOR QUE ESTÁ SUSPENSO PERMANECE NO “DUGOUT” DURANTE O JOGO

Jogador que está suspenso ajudou nos treinamentos pré-jogo; e quando o jogo começou, permaneceu no “dugout” para assistir ao jogo. O árbitro deve permitir isso?  
 
Não. Um jogador que está cumprindo pena de suspensão pode participar das atividades pré-jogo, mas não tem permissão para ficar no “dugout” durante o jogo.
 
Comentário – Regra 4.07: Um técnico, “coach” ou jogador que está suspenso não pode permanecer no “dugout” ou na sala da imprensa durante o andamento de um jogo.

quinta-feira, 10 de março de 2016

ARREMESSADOR TENTA INCITAR UMA MANIFESTAÇÃO DE ESPECTADORES

Dois eliminados, bases cheias, “ball count” (contagem de bolas arremessadas): 3 – 2 (três "balls" dois "strikes"). O arremesso seguinte –um ‘auto koona’*– foi declarado “BALL”. O arremessador não gostou da decisão; gesticulando muito, tentou provocar uma manifestação de torcedores. O árbitro de “home” expulsou-o imediatamente. 

Foi aplicada a Regra 4.06 (a) (1): Em nenhum momento um técnico, jogador, suplente, “coach”, treinador ou “bat boy” (recolhedor de “bat”) deve, seja do “bench”, do “coach’s box”, do campo de jogo, ou de qualquer outro lugar, incitar, ou tentar incitar, por meio de palavras ou gestos, uma manifestação de espectadores. Penalidade: O infrator deve ser removido do jogo e deixar o campo de jogo. 

*‘AUTO KOONA’ vem do inglês OUT CORNER (aut k’órna), que significa canto externo. Arremesso ‘auto koona’ é aquele direcionado ao canto (lado) externo do "home plate".  

quarta-feira, 9 de março de 2016

CBBS - NOTÍCIA

ALUNOS DE BEISEBOL EM MARÍLIA RECEBERAM NESTE FIM DE SEMANA UMA EQUIPE DO JAPÃO

TV TEM

CASOS QUE ACONTECERAM EM JOGOS DO VII CAMPEONATO BRASILEIRO DE BEISEBOL INTERCLUBE – CATEGORIA: 60 ANOS (SESSENTÃO)– REALIZADOS NOS DIAS 05 E 06/03/2016

1) A bola rebatida por meio de “bunt” foi rolando em direção à 1ª base –rente à linha de “foul”–, em território “fair”; o arremessador correu em sua direção e chutou-a para o território “foul”. O árbitro de “home” declarou um “foul ball”.

Uma bola rebatida que, enquanto está em ou sobre território “fair”, toca o corpo de um jogador, é “fair ball”. 
 
Regra 2.00 “FAIR BALL” (REBATIDA VÁLIDA): É uma bola rebatida que … enquanto está em ou sobre território “fair”, toca o corpo de um árbitro ou jogador ...
 
2) Jogo CEASA vs. GIANTS. Encerrada a segunda metade do último “inning”, o placar estava empatado (9 – 9). No “tie-break”, CEASA anotou três pontos, e GIANTS havia anotado um ponto quando ocorreu a seguinte jogada: um “out”, bases cheias, rebatida “fly” para as proximidades da linha de “foul” da 1ª base; o receptor tentou efetuar a defesa, mas a bola bateu na ponta do seu “mitt” e foi ao solo;  os corredores permaneceram sobre as bases; o árbitro de “home” não declarou “INFIELD FLY” (teria ele se distraído, ou achado que o receptor não conseguiria apanhar a bola no ar mediante um esforço normal???); foi executado um “double play” (jogada dupla) –o receptor recuperou a bola, pisou o “home plate” (segunda eliminação) e lançou à 3ª base (terceira eliminação).  GIANTS reclamou, mas a decisão foi mantida. Placar final: CEASA (12) – GIANTS (10).
 
Mesmo que o árbitro possa ter errado em não declarar “INFIELD FLY”, a jogada dupla é válida. (A regra de “infield Fly” deve ser aplicada somente quando os árbitros se manifestam sobre o lance.)
 
(Regra 2.00 “INFIELD FLY” – NOTA)
 
3) Arremessador de uma equipe cometeu “balk” várias vezes –ameaçou lançar à 3ª base, sem tirar o pé de apoio para trás do “pitcher’s plate”, para tentar segurar o corredor na base–, mas os árbitros não marcaram a infração.
 
[CT – 02 – 1 (i)]

terça-feira, 8 de março de 2016

RECICLAGEM EM SÃO PAULO (NIPPON BLUE JAYS)

Nos dias 05 e 06 de março de 2016, estivemos no Nippon Blue Jays, para mais uma etapa da Reciclagem.

Estiveram presentes 53 árbitros da grande São Paulo.



Agradecemos aos srs. Roberto Noda e Paulo Kogima pela organização do evento.

segunda-feira, 7 de março de 2016

CBBS - NOTÍCIA

UNIVERSITÁRIOS DO JAPÃO VISITAM CUIABÁ

“BASE COACHES” FORA DO “COACH’S BOX”

"Base Coaches" de ambas as equipes estavam saindo constantemente do "coach's box", para orientar seus corredores. O árbitro deve permitir isso?
 
Embora a Regra 4.05 (b) (2) estabeleça que os “base coaches” devem permanecer o tempo todo dentro do “coach’s box”, os árbitros não proíbem que eles saiam de suas áreas até que a equipe oponente reclame. Os “coaches”, porém, devem observar o seguinte: até que uma bola rebatida passe um “coach”, não é permitido que se posicionem mais perto do “home plate” do que do “coach’s box”, ou mais perto do território “fair” do que do “coach’s box”. 
 
Se a equipe contrária reclamar, os árbitros devem exigir que os “coaches” permaneçam o tempo todo dentro do “coach’s box”.
 
Penalidade: O “base coach” que infringir esta norma deverá ser removido do jogo e deixar o campo de jogo.
 
Os “coaches” que têm uma jogada na sua base podem deixar o “coach’s box”, para mandar um corredor deslizar, avançar ou retornar a uma base, desde que não atrapalhem a jogada de alguma maneira. Não é permitido, porém, que o "coach" da 3ª base chegue perto do "home plate" para orientar o corredor que está tentando anotar ponto.
 
A não ser no momento de trocar equipamento, os “coaches” não devem ter contato físico com corredores, principalmente quando estão dando sinais para orientá-los.

[Comentário – Regra 4.05 (b) – vide NOTA 2]

CT – 03 – 9: Os “runner’s coaches” devem permanecer no “coach’s box”.

Penalidade por transgressão desta norma: os árbitros poderão contar um pedido de tempo do ataque.

domingo, 6 de março de 2016

TERMOS USADOS NUM JOGO DE BEISEBOL

Jogo da Categoria Veteranos. No quarto “inning” a equipe na defensiva fez alterações: o interbases substituiu o arremessador; o arremessador substituído foi ocupar a posição 9, e o jardineiro direito, a posição 6.  O técnico comunicou as alterações à anotadora oficial da seguinte forma: ‘pitcha’* – ‘raito’*; ‘raito’ – ‘shooto’*; ‘shooto’ – ‘pitcha’.  
 
*‘Pitcha’: Vem de “pitcher” (p'itchar), que quer dizer arremessador. É o defensor designado para arremessar bolas a batedores.
 
*‘Raito (o R não tem o som áspero): Vem de “right” (rait), que quer dizer direito(a), lado direito etc. Usamos esse termo para designar tanto a área do lado direito do campo externo –“right field” (rait fiild) = jardim direito– como o jogador que defende essa área –“right fielder” (rait f'iildar) = jardineiro direito.
 
*‘Shooto’: Vem de “short” (shóórt), do termo “shortstop” (shóórtstap). É o defensor que fica posicionado entre a 2ª base e a 3ª base.

sábado, 5 de março de 2016

DEFENSOR POSICIONADO IRREGULARMENTE (2)

Softbol
 
Nenhum eliminado, corredor na 1ª e na 2ª bases. O batedor acertou uma rebatida na direção da linha de "foul" do jardim direito ("rightfield"), que poderia ser um "base hit" (rebatida indefensável"). Como o jardineiro direito ("rightfielder") estava posicionado em território "foul", alcançou folgadamente a bola e apanhou-a no ar. O corredor da 2ª base saiu legalmente da base, passou pela 3ª base e, num embalo só, chegou ao "home plate". O corredor da 1ª base, achando que seria uma rebatida longa, havia iniciado a corrida em direção à base seguinte. Ao tentar retornar, foi eliminado –a  bola lançada pelo jardineiro direito chegou antes à 1ª  base.  Como deve ser solucionado este caso?
 
Deve ser declarado um Arremesso Ilegal. O técnico da equipe na ofensiva tem o direito de optar pela penalidade de um Arremesso Ilegal ou pelo resultado da jogada. Se ele optar pela penalidade da infração cometida pelo arremessador, a situação ficará assim: nenhum eliminado, corredor na 2ª e na 3ª bases, um "ball" extra ao batedor. Se ele preferir o resultado da jogada, o ponto anotado será válido, e o jogo prosseguirá com dois eliminados, nenhum corredor em base. 

(Regra 6 - Seção 4, Regra 6 - EFEITO - Seções 1 - 7)
 
No beisebol, a jogada seria anulada, uma vez  que a equipe na defensiva levou vantagem em razão do posicionamento ilegal do defensor.
 
[Regra 4.03 (c) - NOTA]

sexta-feira, 4 de março de 2016

DEFENSOR POSICIONADO IRREGULARMENTE (1)

Beisebol
 
Corredor na 1ª base. O defensor da 1ª base estava posicionado em território “foul”. Antes de o árbitro da 1ª base adverti-lo sobre a irregularidade, o batedor acertou um “ground” (bola rebatida que vai rolando ou pulando sobre o solo) na direção do defensor da 3ª base. Com a jogada 5-4-3, o corredor da 1ª base e o batedor-corredor foram eliminados. A equipe na ofensiva reclamou e queria que a jogada fosse anulada.  A reclamação é justa?
 
Não. Como a equipe na defensiva não foi favorecida em razão do posicionamento ilegal do defensor da 1ª base, a jogada deve ser considerada normal.

[Regra 4.03 (c) – NOTA] 

quinta-feira, 3 de março de 2016

ERROS ÓBVIOS NO “LINEUP CARD”*

Depois que os dois técnicos se afastaram em direção aos respectivos “benches” após a troca de “Lineup Cards”, o árbitro principal percebeu que um deles havia relacionado dois jogadores como defensores da 1ª base.
 
O árbitro deve mandar corrigir o erro antes de dar início à partida.
 
(Comentário – Regra 4.01)
 
*“Lineup Card (Formulário de Escalação da Equipe)” = “Batting Order” (Ordem de Batedores).
 
Regra 4.01 (c): Como uma cortesia, no “Lineup Card” entregue ao árbitro principal deve estar anotada a posição defensiva de cada jogador relacionado na Ordem de Batedores. Se vai utilizar um Batedor Designado, o “Lineup Card” deve mencionar o jogador que deve bater no lugar do arremessador. Vide Regra 6.10 (b). Como uma cortesia, possíveis jogadores substitutos devem também estar relacionados no “Lineup Card”, mas aquele que não for incluído na lista (de possíveis substitutos) não será considerado “jogador não habilitado para entrar no jogo”.

quarta-feira, 2 de março de 2016

RECICLAGEM 2016

Próxima etapa da Reciclagem para Árbitros de Beisebol:

        São Paulo (Nippon) - dias 05 e 06 de março de 2016.

Vir uniformizados e trazer equipamento de home e o Quadro de Atuações ref. 2015.

E atenção à mudança de local da última etapa da Reciclagem:

       Mirandópolis - dias 12 e 13 de março de 2016.

RECICLAGEM EM MARINGÁ

Nos dias 27 e 28 de fevereiro, estivemos em Maringá para mais uma etapa da Reciclagem para Árbitros de Beisebol. Apesar da chuva atrapalhar um pouco a parte prática, o resultado foi bastante proveitoso. Aproveitamos para tirar várias dúvidas de regras. Estiveram presentes 21 árbitros da região Norte do Paraná.


Agradecemos aos srs. Luiz Itikawa, Haruo Kanawa e Dirceu Sato, pela organização do evento.

RECICLAGEM EM SÃO PAULO (GECEBS)

Nos dias 20 e 21 de fevereiro de 2016, estivemos no Gecebs para mais uma etapa da Reciclagem.

Estiveram presentes 27 árbitros da região Grande São Paulo.

Aos árbitros que não participaram desse treinamento, lembramos que a última Reciclagem para essa região será no Nippon, nos dias 05 e 06 de março de 2016.

Agradecemos ao sr. Roberto Shiomatsu pela organização do evento.

terça-feira, 1 de março de 2016

HOUVE “HALF SWING”*?

Aconteceu num jogo do X Campeonato Brasileiro de Beisebol Interclube –Categoria 30 Anos (Trintão)– realizado nos dias 27 e 28/02/2016.   
 
Um batedor canhoto afastou-se para evitar ser atingido pela bola arremessada e, ao dar o passo para trás com o pé direito, movimentou, involuntariamente, o “bat” pra frente. Como o arremesso foi declarado “ball”, o receptor apontou para o árbitro da 3ª base, e este, imediatamente, fez o gesto de “strike”, indicando que houve “haf swing”. O jogo prosseguiu normalmente.
 
Na realidade, não houve “half swing”; o batedor movimentou o “bat” pra frente no momento em que fugiu da bola, ou seja, não teve a intenção de fazer “swing”. 
 
O árbitro da 3ª base não deveria ter dado a sua decisão, já que não fora consultado pelo árbitro de “home”.
 
[Comentário – Regra 9.02 (c)]