sábado, 28 de fevereiro de 2015

XIII CAMPEONATO SUL-AMERICANO DE BEISEBOL ADULTO 2015

A cidade de Cuiabá está sediando o XIII Campeonato Sul-Americano de Beisebol Adulto, de 28 de fevereiro a 08 de março de 2015, com a participação de Brasil, Argentina, Colômbia, Peru e Bolívia.



Foto da equipe de arbitragem, incluindo 1 árbitro da Colômbia, 1 do Peru e 1 da Bolívia.

Hoje, dia 28 de fevereiro, foi a abertura do campeonato com os seguintes jogos:
Brasil 15 x 5 Peru (called game na 7a entrada) e Argentina 21 x 0 Bolívia (called game na 5a entrada). Choveu muito durante o segundo jogo, o que provocou uma espera de 2 horas para continuar e finalizar o jogo.

SITE DA LIGA SÃO PAULO DE BEISEBOL

Acesse: http://grandslambrasil.com.br/ligaspbeisebol/

Há muitos assuntos interessantes!

BOLA REBATIDA PARA SOBRE A MURETA DO CAMPO EXTERNO

“Fly” para o jardim esquerdo. A bola bate na cerca e para sobre a mureta.

É bola em jogo. Se a bola tivesse passado através da cerca ou ficado presa na cerca,  ela ficaria morta, e nesse caso o batedor e os corredores seriam autorizados a avançar duas bases.

[Regras: 6.09 (f), 7.05 (f) ] 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

DUAS DECISÕES - DOIS PONTOS

Gus Bell do Pirates, certa vez, permitiu que dois corredores do Cardinals anotassem ponto. Isso porque, quando apanhou a bola rebatida, viu o árbitro da 3ª base Babe Pinelli fazer o gesto de “out” (terceiro “out”), mas não viu que o árbitro da 2ª base Bill Stewart havia sinalizado que ele apanhara um “trapped ball”*. Como Stewart estava mais perto do lance, sua decisão prevaleceu.
 
Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker
 
*“Trapped ball” é: (a) um “fly” ou “line drive” que toca o solo ou uma cerca antes de ser apanhado; (b) um “fly” que é apanhado contra a cerca, com a luva ou com a mão; (c) uma bola lançada a qualquer base para efetivar uma eliminação forçada (“force out”), que é apanhada com a luva sobre a bola que está tocando o solo; (d) uma bola arremessada “strike” que toca o solo antes de o receptor apanhá-la.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

INTERFERÊNCIA DO ESPECTADOR?

No momento em que o defensor se esticou sobre a cerca para tentar apanhar um “foul fly”, um espectador o estorvou e impossibilitou a pegada.
 
 
Num lance assim não deve ser declarada uma Interferência; o defensor faz isso –esticar-se sobre a cerca para tentar efetuar uma defesa– a seu próprio risco.

(Eta jogador azarado! –além de não conseguir efetuar a defesa, teve que "beijar" a testa do torcedor que o atrapalhou.)
 
[Comentário – Regra 2.00 (“CATCH”), Comentário – Regra 3.16]

ooo 0 ooo
 
No momento em que o jardineiro direito saltou para efetuar a defesa na beira da cerca –ele teria conseguido fazer uma pegada legal–, um espectador esticou o braço para dentro do campo,  tocou a bola com a mão e desviou-a, impossibilitando a pegada.

 
Neste lance o espectador interferiu, claramente, na jogada do jardineiro direito. O árbitro deve declarar uma Interferência e eliminar o batedor. A bola torna-se morta.
 
Suponhamos que esse lance tenha ocorrido com corredor na 3ª base. Se o árbitro decidir que –devido à distância alcançada pela bola rebatida– o corredor teria pisado o “home base” se não tivesse ocorrido a Interferência do espectador, deverá autorizá-lo a anotar ponto.  
 
[Regra: 3.16 – REGRA APROVADA, Comentário – Regra 3.16 – vide EXEMPLO] 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

LANCES OCORRIDOS EM JOGOS DO IX CAMPEONATO BRASILEIRO DE BEISEBOL INTERCLUBE – CATEGORIA (30 ANOS), REALIZADO NO NIPPON-BLUE JAYS E NO ESTÁDIO MIE NISHI, NOS DIAS 21 E 22/02/2015

1) Corredor na 1ª e 3ª base, um “out”, “fly” para o jardim direito –a bola foi apanhada no ar (segunda eliminação). Os corredores fizeram “tag-up” (deixaram legalmente suas bases) e avançaram; o da 3ª base pisou o “home plate” e o da 1ª base foi eliminado em “run-down play” (jogada de perseguição) entre a 1ª e a 2ª bases (terceira eliminação). (Quando o corredor da 1ª base foi eliminado, o da 3ª base já havia cruzado o “home plate”.) O árbitro sinalizou que foi anotado ponto, apesar de a equipe na defensiva ter achado o contrário.  
 
Não seria contado um ponto se a eliminação do corredor da 1ª base tivesse ocorrido em jogada forçada.

[Regra 4.09 (a)]

2) Corredor da 3ª base tentando anotar ponto chocou-se com o receptor –posicionado na frente do “home plate”– no  momento em que este estava prestes a apanhar a bola lançada e derrubou-o; apesar do acidente, o receptor conseguiu eliminá-lo por toque. A equipe na ofensiva reclamou –alegou bloqueio do caminho do corredor–, mas o árbitro manteve sua decisão.  
 
Foi aplicada a Regra 7.13 (2): ... não ocorre uma violação desta Regra 7.13 se o receptor bloqueia o caminho do corredor a fim de apanhar um lançamento, e o árbitro decide que ele não conseguiria efetuar a defesa se não se posicionasse dessa forma, e que o contato com o corredor foi inevitável.
 
3) Segunda metade do último “inning”, jogo empatado, menos de dois “outs”. O corredor da 3ª base pisou o “home plate”, empurrado por um ‘hitto’*. Como foi anotado o ponto da vitória, o batedor-corredor não foi à 1ª base. A equipe na defensiva se manifestou: queria que o ponto fosse anulado.
 
O ponto seria anulado se essa jogada tivesse ocorrido depois de dois “outs”.
 
Regra 4.09 (b) – PENALIDADE: ... Se, com dois “outs”, o batedor-corredor se recusar a avançar para tocar a 1ª base, o árbitro não autorizará o ponto, eliminará o jogador infrator e ordenará o reinício do jogo. Se, com menos de dois “outs”, o batedor-corredor se recusar a avançar para tocar a 1ª base, o ponto será contado, mas o jogador infrator será eliminado.
 
*‘Hitto’ vem de “hit”, do termo “base hit”. Significa rebatida indefensável –aquela por meio da qual o batedor alcança a 1ª base, ou qualquer base subsequente, com segurança ("safe"), sem que tenha ocorrido erro na ação defensiva.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

CBBS - CURSO DE ANOTAÇÃO

Curso de Anotação IBAF 2015 - 2ª edição
Publicado em 23 de Fevereiro de 2015, às 16h50

Em função da grande procura, a CBBS e a FPBS, com o apoio do Departamento de Estatística e Departamento Técnico da CBBS, estão promovendo mais um Curso de Anotação IBAF nos dias 21 e 22 de março de 2015. Atenção ao período de inscrição!

Local:
Rua Robert Bosh, 295 - Barra Funda – São Paulo – SP
Próximo ao Metrô Barra Funda
Vagas limitadas de estacionamento, caso não tenha disponível, necessário estacionar na rua.

Datas e Horário:
21/03 - 08:00 às 17:00 horas
22/02 - 08:00 às 16:00 horas

Período de inscrição:
Até 17/03/2015 (terça-feira)
Somente os inscritos até a data terão autorização para entrar no prédio

Público Alvo:
Para Todos os interessados do Beisebol e Softbol (iniciantes ou não)

Pré-Requisito
Conhecimento do Jogo ou equivalente;
Para iniciantes é OBRIGATÓRIO assistir aos vídeos publicados em nosso grupo CBBS-Anotação e Estatística no Facebook:
https://www.facebook.com/groups/647463815375580/

ou através dos links abaixo no Youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=0bKkGeROiPA
http://www.youtube.com/watch?v=qOweSac4NeE

Material Didático:
Será encaminhado por e-mail no momento da confirmação da inscrição para o curso.

Custo do Curso:
R$ 40,00 (quarenta reais) – pagamento no 1º dia de curso

Alojamento
Não haverá.

Refeições
Restaurantes disponíveis na região.

Os interessados deverão encaminhar e-mail para anotacao@cbbs.com.brcom as seguintes informações:

 Nome completo;
 RG;
 Clube;
 Modalidade (Beisebol/Softbol/Ambos);
 Categoria;
 Telefones de Contato;
 E-mail;
 Se é iniciante ou não.

Comparecer ao local no horário informado com lápis, borracha, canetas azul e vermelha.

O curso será ministrado pela equipe:
• Cristina Aoyagui
• Márcio Maeda
• Maria Sunto
• Rafael Murakami
• Sonoe Hira

RECICLAGEM PARA ÁRBITROS DE BEISEBOL 2015

Realizamos mais uma etapa da Reciclagem 2015, nos dias 21 e 22/FEV, em Marília, com a participação de 28 árbitros. 




Agradecemos ao Sr. Koji Nakamura pela organização desse evento.

Próximas etapas da Reciclagem 2015:

• 14 e 15/MAR em Curitiba
• 21 e 22/MAR em Maringá
• 28 e 29/MAR em Londrina
• 18 e 19/ABR em Dourados

Obs.: as datas de Curitiba e Maringá foram atualizadas.


ARREMESSADOR NÃO COMPLETA O ARREMESSO

Nenhum corredor em base. O arremessador desequilibrou-se no momento em que se preparava para arremessar e caiu ao solo. Por essa razão, não completou o arremesso. Deve ser declarado um “ball”?
 
Não. Como o arremessador não soltou a bola, nada deve ser declarado; e mesmo que a tivesse soltado, seria contado um “ball” somente se ela ultrapassasse a linha de "foul".

 
Se nesse lance houvesse corredor(es) em base, seria declarado um “balk”; a bola ficaria fora de jogo (bola morta) e o(s) corredor(es) seria(m) autorizado(s) a avançar uma base, sem o risco de ser(em) eliminado(s).  

[Comentário – Regra 8.01 (d), Regra 8.05 (a), Regra 8.05 – PENALIDADE]

domingo, 22 de fevereiro de 2015

ARREMESSADOR EXPULSO POR TER ARREMESSADO NA CABEÇA DO BATEDOR

O arremessador fez dois arremessos perigosos: o primeiro teria acertado o corpo do batedor se ele não tivesse se esquivado da bola atirando-se ao chão; o segundo atingiu em cheio a sua cabeça. O árbitro de “home” expulsou-o. 
 
 
Arremessar na cabeça do batedor é antiesportivo e extremamente perigoso. Deve ser –e é– condenado por todos. Os árbitros devem agir sem hesitação na aplicação da Regra 8.02 (d).

sábado, 21 de fevereiro de 2015

BOLA “FAIR” PASSA POR BAIXO DA CERCA DO CAMPO EXTERNO

Rebatida “fly” em direção ao jardim direito. O jardineiro direito atirou-se ao chão e tentou sem sucesso efetuar a defesa –a bola rolou para o fundo do campo e passou por baixo da cerca.  

 
Cada corredor, incluindo o batedor-corredor, pode avançar duas bases, sem o risco de ser eliminado.

[Regra 7.05 (f)]

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

INTERFERÊNCIA DA OFENSIVA – BATEDOR ATRAPALHA UMA JOGADA DO RECEPTOR

Corredor na 1ª base, nenhum eliminado, contagem de arremessos: 2 – 1 (dois “balls” – um “strike”). O “bunt” executado no arremesso seguinte resultou em “foul fly”. O receptor levantou-se e, no momento em que iniciou o movimento em direção à bola rebatida, trombou com o batedor, que ficou parado dentro do “batter’s box”. O árbitro de “home” apontou a falta cometida pelo batedor (Interferência da Ofensiva) e eliminou-o. O técnico da equipe na ofensiva reclamou, mas a decisão foi mantida.

 
O árbitro explicou que o batedor foi eliminado porque atrapalhou uma jogada do receptor.  

[Regras: 6.05 (o), 7.11]

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

BATEDOR FORA DE ORDEM

Ordem de Batedores: 1 – Abel; 2 – Baker; 3 – Charles ; 4 – Daniel; 5 – Edward; 6 – Frank; 7 – George; 8 – Hooker; 9 – Irwin. Charles, o melhor batedor da equipe, iniciou o ataque no nono “inning” batendo na vez de Baker e, com uma rebatida fraca na direção do interbases, foi eliminado na 1ª base.  O técnico da equipe na defensiva apelou sobre o erro na ordem de batedores. O árbitro de “home” aceitou a apelação e eliminou Baker por ter deixado de bater na sua vez. Como fica a ordem de batedores?
 
Esse técnico, simplesmente, tomou uma medida estúpida e beneficiou a equipe adversária,  pois deu chance para Charles bater novamente. 
 
[Regra 6.07 (d)]
 
Fonte: DIAMOND CHALLENGE, de Jim Evans           

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

CLÍNICA PARA ÁRBITROS DE BEISEBOL COM VINCENT SCOTT

A Associação de Arbitros e Anotadores de Beisebol e Softbol do Brasil, convida a todos os associados a participarem da Clínica para árbitros de beisebol, com o Sr. Vincent Scott, instrutor de árbitros da Major League.
 
DATA:  19/02/2015
 
HORARIO:  19:00 hs
 
LOCAL:  Rua Senador Felício dos Santos, 392 - Liberdade - São Paulo – SP
 
VALOR:  Sem custo
 
Favor confirmar presença até as 12:00hs do dia 19/02/2015, pois a entrada só será permitida se o nome estiver na lista.
 
Contamos com a sua presença.
 
Grato pela atenção
 
MILSON AOKI
Secretário Geral de Beisebol AAA
Tel.: (11) 981693266
Acesse nosso blog:   www.beisebolesoftbolbrasil.blogspot.com

ÁRBITRO EXPULSA BATEDOR-CORREDOR E “COACH”

Batedor-corredor declarado "out", não concordando com a decisão, reclamou atirando o capacete ao chão. O árbitro expulsou-o imediatamente. Aí formou-se uma grande confusão, e durante o tumulto um dos “coaches” também foi expulso.

Contestar uma decisão que implique julgamento pode resultar nisso. 
 
 
Cada árbitro tem autoridade para desqualificar qualquer jogador, "coach", técnico ou substituto, por contestar as decisões tomadas, por conduta antidesportiva, ou por uso de linguagem antidesportiva, e expulsar do campo de jogo a pessoa que for desqualificada.
 
[Regra 9.01 (d)]
 
Qualquer decisão do árbitro que implique julgamento, tais como: se uma bola rebatida é “fair” ou “foul”, se um arremesso é “strike” ou “ball”, se um corredor é “safe” ou “out” etc. é definitiva. Nenhum jogador, técnico, “coach” ou substituto deve contestar qualquer decisão que implique julgamento; se o fizer, poderá ser expulso.

[Regras 9.02 (a)]

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

RECICLAGEM PARA ÁRBITROS DE BEISEBOL 2015

Realizamos outra etapa da Reciclagem 2015, nos dias 14 e 15/FEV, em Indaiatuba, com a participação de 21 árbitros. 




Contamos também com a presença do sr. Vincent Scott, instrutor de árbitros da Major League (de camisa vermelha na foto).

Agradecemos aos Srs. Ney Sato e Paulo Nakashima pela organização desse evento.

Próximas etapas da Reciclagem 2015:

• 21 e 22/FEV em Marília
• 14 e 15/MAR em Maringá
• 21 e 22/MAR em Curitiba
• 28 e 29/MAR em Londrina
• 18 e 19/ABR em Dourados

"APPEAL PLAY"* (JOGADA DE APELAÇÃO)

Um “out”, 1ª base ocupada, rebatida de três bases (“three-base hit”) ao jardim central (“centerfield”). O corredor da 1ª base passou pela 2ª base, sem pisá-la. O arremessador, que recebera a bola devolvida pelo jardineiro central (“centerfielder”), lançou ao defensor da 2ª base; este, porém, ao invés de apelar sobre a falta cometida pelo corredor da 1ª base, tentou sem sucesso eliminar o corredor da 3ª base, que havia se afastado muito da ‘almofada’. O defensor da 3ª base devolveu a bola ao defensor da 2ª base, e finalmente foi feita a apelação. O árbitro deve aceitá-la?
 
Caso o arremessador tenha feito o lançamento à 2ª base antes de tocar o “pitcher’s plate”, a apelação deve ser aceita. Isso porque, apesar da jogada na 3ª base, a equipe na defensiva não tinha perdido o direito de apelar, uma vez que essa jogada era ainda parte do lance que se iniciou quando a bola foi rebatida. 
 
[Regras: 7.02, 7.10 (b)]
 
*"Appeal Play" é uma jogada ou situação em que um árbitro não pode dar uma decisão, a menos que seja solicitada por um técnico, "coach" ou jogador da equipe não infratora.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

CORREDOR ELIMINADO POR TOQUE APÓS CHEGAR “SAFE” A UMA BASE

Corredor da 1ª base declarado “safe” num “steal” (roubo de base) é eliminado por toque ao tirar o pé da base.


[Regra 7.08 (c)]
Batedor-corredor declarado “safe” na 1ª base é eliminado por toque por não ter retornado imediatamente à base após ultrapassá-la (fez um movimento, que foi interpretado pelo árbitro como intenção de ir à 2ª base).  
 
[Regras: 7.08 (j), 7.10 (c)]

“HOME RUN” NÃO COMUM

O árbitro Al Barlick, certa vez, decidiu que Andy Pafko do Braves havia pegado um “trapped ball”*. Pafko, que estava tão seguro de que apanhara a bola em voo, correu em direção a Barlick para reclamar. Enquanto isso, Rocky Nelson do Cardinals circulou as bases e,  com um dos mais estranhos “inside-the-park home run”* na história da Major League, anotou um ponto.
 
*“Trapped ball” é: (a) um “fly” ou “line drive” que toca o solo ou uma cerca antes de ser apanhado; (b) um “fly” que é apanhado contra a cerca, com a luva ou com a mão; (c) uma bola lançada a qualquer base para efetivar uma eliminação forçada (“force out”), que é apanhada com a luva sobre a bola que está tocando o solo; (d) uma bola arremessada “strike” que toca o solo antes de o receptor apanhá-la.
 
*“Inside-the-park home run” é um quadrangular em que a bola permanence dentro do campo.
 
Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker  

domingo, 15 de fevereiro de 2015

CONSULTA SOBRE “HALF SWING”

Batedor canhoto iniciou o “swing”* e interrompeu-o; o arremesso foi declarado “ball”. Atendendo ao pedido do receptor, o árbitro de “home” consultou seu companheiro da 3ª base, e este respondeu –com gesto de “safe”– que o batedor não fez meio-“swing”.

 
O técnico ou o receptor podem solicitar que o árbitro de “home” consulte um companheiro sobre um “half swing” quando o arremesso é declarado “ball”.
 
O árbitro de “home”, quando solicitado a fazer a consulta, tem de recorrer a um árbitro de base e pedir sua opinião sobre o “swing” interrompido. Se o arremesso for declarado “strike” pelo árbitro de base, sua decisão prevalecerá.

[Comentário – Regra 9.02 (c)]

O árbitro consultado deve responder imediatamente. Se, na sua opinião, o batedor fez meio-“swing”, deve fazer o gesto de “strike” –deve-se considerar que o batedor fez meio-“swing” se a ponta do “bat” cruza a borda dianteira do “home plate” ou o quadril dianteiro do batedor –; do contrário,  deve fazer o gesto de “safe”.
 
O árbitro de “home” deve consultar o árbitro da 1ª base quando o batedor é destro, e o da 3ª base quando o batedor é canhoto.
 
Para consultar o árbitro da 1ª base, deve apontar para ele de preferência com a mão esquerda, mas pode também fazê-lo com a mão direita, saindo de sua posição. A consulta ao árbitro da 3ª base deve ser feita, sempre, com a mão esquerda.
 
*“Swing” é o ato de girar (rodar) o "bat" para tentar rebater a bola arremessada.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

FOI CONTADO UM PONTO

Corredor na 1ª e 3ª base, um eliminado, rebatida “fly” na direção do jardineiro esquerdo (a bola foi apanhada no ar). O corredor da 3ª base fez “tag-up” (saiu legalmente da base) e pisou o “home base” –foi declarado “safe”. Enquanto ocorria a jogada no “home”, o corredor da 1ª base tentou chegar à 2ª base, mas não teve sucesso; o defensor da 2ª base, que recebera a bola lançada pelo receptor, tocou-o pouco antes de ele alcançar a ‘almofada’ –terceiro “out”.   

 
Nessa jogada foi contado um ponto, uma vez que o corredor da 3ª base pisou o “home base” antes do terceiro “out”, e a eliminação do corredor da 1ª base não foi em consequência de Jogada Forçada.

[Regra 4.09 (a)]

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

BATEDOR COMETE INTERFERÊNCIA

Corredor na 2ª base, um “out”, contagem de arremessos: 2 – 0 (dois “balls” – nenhum “strike”). O arremesso seguinte tocou o solo e desviou. O corredor pisou a 3ª base e arrancou para “home”. O receptor recuperou a bola e tentou tocá-lo, mas não conseguiu (quando estendeu o braço, esbarrou no batedor, que estava parado nas proximidades da linha de “foul”). O árbitro de “home” apontou para o batedor –considerou que ele interferiu na jogada– e, em seguida, eliminou o corredor, aplicando a Regra 7.08 (g).

 
Regras 7.08 (g): Um corredor é eliminado quando, com menos de dois “outs”, e no momento em que tenta anotar ponto, o batedor interfere na jogada que está sendo realizada no “home base” pela equipe na defensiva. Com dois “outs”, a Interferência elimina o batedor, e nenhum ponto é anotado. Vide Regras 6.06 (c) e 7.09 (a) (c).  

CADÊ A BOLA?

“Squeeze Play”. O corredor é declarado “out”, mas a bola está no chão.  

 
Num lance como esse o árbitro não deve dar a decisão, precipitadamente; deve assegurar-se de que a bola se encontra na mão ou dentro da luva; pode, inclusive, mandar o receptor mostrar a bola.

“TAG PLAY” OU “FORCE PLAY”?

Um seguidor deste blog fez a seguinte consulta:
 
Corredor na 1ª e 2ª base; o da 1ª tentou roubar a 2ª base, e o da 2ª, pensando que era obrigado a deixar a base, correu para a 3ª base.
 
Dúvida: Para eliminar o corredor da 2ª base há necessidade de tocá-lo ou basta o defensor pisar a 3ª base?
 
Resposta: O defensor tem de tocá-lo, já que a situação apresentada é de “tag play”* (jogada de toque), e não de “force play”* (jogada forçada).
 
ooo 0 ooo
 
*“Tag Play” é uma jogada na qual um corredor é eliminado quando é tocado enquanto está fora de sua base.
 
[Regra 7.08 (c)]
 
*“Force Play” é uma jogada na qual um corredor é eliminado quando –após ter sido obrigado a deixar a sua base porque o batedor se tornara um batedor-corredor– é tocado, ou a base seguinte é tocada, antes de ele chegar a essa base.
 
[Regras: 2.00 "FORCE PLAY" (JOGADA FORÇADA), 7.08 (e)]  

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

RECICLAGEM 2015

BOA TARDE COMPANHEIROS
 
Demos inicio a mais uma reciclagem para arbitros de beisebol.
 
Na etapa 01 de 08 foi no NBJ com a participação de 30 arbitros.
 
Na etapa 02 de 08 foi no Gecebs com a participação de 50 arbitros.
 
A proxima etapa será realizada neste final de semana em Indaiatuba.
 
Aos que não puderam ir nestas datas ou que foram somente em um dia, o local mais próximo da Grande São Paulo será agora.
 
Não perca esta oportunidade.
 
Aos colegas do interior, será realizado somente em Marilia nos dias 21 e 22 de fevereiro.
 
Segue as proximas datas e não esqueçam da foto na ficha de cadastro.
 
Obrigatorio o consumo das refeições.
 
As duvidas que estão surgindo no curso, serão respondidas no blog da associação.
 
Contamos com a sua presença.
 
Grato pela atenção
 
MILSON AOKI
Secretário Geral de Beisebol AAA
Tel.: (11) 981693266

·         14 e 15 de fevereiro 2015 – Indaiatuba
·         21 e 22 de fevereiro 2015 – Marília
·         14 e 15 de março 2015 - Curitiba
·         21 e 22 de março 2015 – Maringá
·         18 e 19 de abril 2015 – Dourados
 
Horário = 07:30 café da manhã
 
                    08:00 inicio do curso
 
CARGA HORARIA OBRIGATORIA DO CURSO: 2 DIAS
 
Todos são obrigados a participar da Reciclagem 2015. Se um árbitro perder a Reciclagem próxima a sua cidade, deverá se deslocar e fazer a Reciclagem em outra cidade e data, devidamente uniformizados e com material para principal.
 
O custo de cada arbitro é de R$ 100,00. Incluso material e anuidade (obrigatória a partir deste ano).
 
É obrigatória uma foto 3 X 4 junto com a inscrição para confecção da cédula do árbitro.

DÚVIDA SOBRE CONCESSÃO DE BASES

Segunda metade do 3º “inning”, corredor na 1ª e 2ª base, dois eliminados, contagem de arremessos: 1 – 1. Rebatida indefensável ao jardim central. A bola lançada pelo jardineiro central para tentar eliminar o corredor da 2ª base na 3ª base entrou no “bench”. O batedor-corredor chegou à 2ª base e os dois corredores pisaram o “home base”.  Houve dúvida sobre concessão de bases. Os árbitros se reuniram e mandaram o corredor da 1ª base retornar à 3ª base; isso porque ele ainda não havia chegado à 2ª base no momento em que o lançamento descontrolado foi efetuado (ou seja, no momento em que a bola saiu da mão do jardineiro central).

 
Cada corredor, incluindo o batedor-corredor, pode avançar duas bases, sem o risco de ser eliminado, quando uma bola lançada entra nas arquibancadas ou num “bench”, ou passa por cima, por baixo ou através da cerca do campo, ou cai na parte inclinada da tela estendida sobre o “backstop” (barreira situada atrás do “home plate”), ou fica presa nas malhas da tela de arame que protege os espectadores. A bola torna-se morta. Quando tal lançamento descontrolado é a primeira jogada de um defensor do campo interno, o árbitro, ao conceder tais bases, deve basear-se na posição dos corredores no momento do arremesso; em todos os outros casos, o árbitro deve basear-se na posição dos corredores no momento em que o lançamento descontrolado foi efetuado.

[Regra 7.05 (g)]

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

DÚVIDAS QUE SURGIRAM DURANTE A RECICLAGEM PARA ÁRBITROS DE BEISEBOL 2015

1) O receptor –sem estar de posse da bola– bloqueou o caminho do corredor (não houve colisão) enquanto este estava tentando anotar ponto. Em que momento a bola deve ser declarada morta?
 
A bola torna-se morta no momento em que o árbitro declara ou sinaliza que o corredor é “safe”. Aplicar a Regra 7.06 (a).  
 
Comentário – Regra 7.13 (2): A menos que esteja de posse da bola, o receptor não pode bloquear o caminho do corredor enquanto este está tentando anotar ponto. Se o árbitro achar que o receptor, sem estar de posse da bola, bloqueou o caminho do corredor, deverá declarar ou sinalizar que esse corredor é “safe”.
 
2) Situação: Bases cheias, rebatida grande que, provavelmente, seria um ‘triplo’ (“three-base hit” = rebatida de três bases). Enquanto a bola estava rolando em direção à cerca, o receptor bloqueou o caminho do corredor da 3ª base; o árbitro declarou-o “safe”. A bola deve ser declarada morta nesse momento? Deve ser contado somente um ponto?
 
Não. O árbitro deve aguardar até que todas as ações estejam concluídas; somente depois disso deve declarar “TIME” e conceder aos corredores as bases que eles teriam alcançado com a rebatida. Aplicar a Regra 7.06 (b).

RECICLAGEM PARA ÁRBITROS DE BEISEBOL 2015

Realizamos outra etapa da Reciclagem 2015, nos dias 07 e 08/FEV, em Gecebs, com a participação de 51 árbitros. 


Mais fotos, tiradas pelo Sr. Raul Higuchi, em

https://plus.google.com/u/0/photos/118213338583790961666/albums/6113227658394335809

Agradecemos ao Sr. Roberto Shiomatsu pela organização desse evento.

Próximas etapas da Reciclagem 2015:

• 14 e 15/FEV em Indaiatuba
• 21 e 22/FEV em Marília
• 14 e 15/MAR em Maringá
• 21 e 22/MAR em Curitiba
• 28 e 29/MAR em Londrina
• 18 e 19/ABR em Dourados

RECICLAGEM PARA ÁRBITROS DE BEISEBOL 2015

Realizamos a 1ª etapa da Reciclagem 2015, nos dias 31/JAN e 01/FEV, no Nippon Blue Jays. Estiveram presentes 30 árbitros. 


 
A organização foi realizada pelo Sr. Roberto Noda, a quem agradecemos pelo empenho e dedicação.

Próximas etapas da Reciclagem 2015:

• 07 e 08/FEV em Gecebs
• 14 e 15/FEV em Indaiatuba
• 21 e 22/FEV em Marília
• 14 e 15/MAR em Maringá
• 21 e 22/MAR em Curitiba
• 28 e 29/MAR em Londrina
• 18 e 19/ABR em Dourados

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

NÃO HOUVE PEGADA LEGAL – FORAM ANOTADOS TRÊS PONTOS

Jogo Toho vs. Toyota. Primeira metade do 7º “inning”, placar: 3 – 0. Toho no ataque. Corredor na 1ª e 2ª base, dois eliminados, contagem de arremessos: 0 – 1. Rebatida “fly” para “centerfield” (jardim central). O jardineiro central apanhou a bola, mas não a manteve firmemente segura em sua luva. (A equipe na defensiva, achando que tinha sido completada a 3ª eliminação no momento em que a bola entrou na luva, deixou o campo.)  O “coach” da 3ª base, ao ver o árbitro da 2ª base sinalizar que não houve pegada legal* (gesto de "safe"), mandou os corredores e o batedor-corredor avançar –os três pisaram o “home base”. Foram anotados três pontos.

 
*Pegada Legal: É o ato de um defensor apanhar uma bola em voo e conseguir mantê-la firmemente segura em sua mão ou luva, desde que para isso não use seu boné, protetor, bolso ou qualquer outra parte do seu uniforme. Para a pegada ser válida, o defensor deve segurar a bola por um tempo suficiente para provar que teve controle absoluto dela.
 
[Regra 2.00 "CATCH" (PEGADA LEGAL) - vide Comentário]

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

CBBS - CURSO DE ANOTAÇÃO

Curso de Anotação IBAF 2015
Publicado em 09 de Fevereiro de 2015, às 13h59

Foi realizado nos dias 31/01 e 01/02 mais um curso anual de anotação IBAF. O evento ocorreu no Cooper Clube e contou com a presença de mais de 40 participantes de diversos clubes com diferentes níveis de experiência.

Estes eventos são de extrema importância para o beisebol, capacitando novos anotadores e anotadoras e oferecendo reciclagem àqueles que já atuam em campeonatos locais, regionais e nacionais.

Agradecemos a dedicação e empenho de todos que foram responsáveis direta ou indiretamente para o ótimo resultado, especialmente para a equipe de instutores que conduziu as atividades: Sonoe Hirae, Maria Sunto, Cristina Aoyagui, Marcio Maeda, Dirce Koeke, Kazuo Aoyagui.

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VIRADA ESPETACULAR

Aconteceu no beisebol colegial do Japão. Na segunda metade do nono “inning”, a equipe que estava perdendo –contagem: 8 – 0– anotou 9 pontos e virou o jogo.

 
 

DECISÃO EQUIVOCADA DE UM ÁRBITRO OCASIONA PROTESTO

Ron Northey do Cardinals, uma vez, foi eliminado por toque quando vinha trotando tranquilamente para “home”. Ele pensou que a rebatida que dera havia sido “home run”; e com boa razão, já que um árbitro de base sinalizou isso. Ocorre que outro árbitro havia indicado que a bola estava “em jogo”.  O protesto feito em seguida foi aceito, e o jogo foi reiniciado do ponto em que ocorreu o lance protestado.
 
Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker           

domingo, 8 de fevereiro de 2015

BOBEADA DO DEFENSOR DA 1ª BASE

Bases cheias, um eliminado. O defensor da 1ª base apanhou a bola “ground” rebatida em sua direção e, após pisar a 1ª base, lançou para “home”. O corredor da 3ª base pisou o “home base” no momento em que o receptor recebeu a bola. Foi anotado ponto.

 
Se o defensor da 1ª base tivesse lançado para “home” logo após efetuar a defesa (sem pisar a base), teria concretizado facilmente uma eliminação forçada.
 
No lance apresentado acima, a situação de "Force Play"* havia deixado de existir tão logo o batedor-corredor foi eliminado. Assim, o corredor da 3ª base –que não tinha mais a obrigação de avançar– seria eliminado somente se fosse tocado pelo receptor antes de pisar o “home base”.
 [Regra 7.08 (e)]
*"Force Play" é uma jogada na qual um corredor perde legalmente o seu direito de ocupar uma base porque o batedor se torna um batedor-corredor.
[Regra 2.00 "FORCE PLAY" (JOGADA FORÇADA)]

sábado, 7 de fevereiro de 2015

“FAIR FLY” OU “FOUL FLY”?

Rebatida “fly” para trás da 3ª base. O interbases conseguiu efetuar a defesa com bastante dificuldade (ele deslizou em direção à bola –que estava caindo em território “fair”, nas proximidades da linha de “foul”–, e conseguiu apanhá-la no ar com a metade do seu corpo em território “foul”). O árbitro da 3ª base sinalizou que o defensor apanhou um “fair fly”.   
 
 
2.00 “FAIR BALL” (REBATIDA VÁLIDA): ... Um “fair fly” deve ser julgado de acordo com a posição da bola em relação à linha de “foul”, incluindo o poste de “foul”, e não pela posição do defensor –se ele está em território “fair” ou “foul”– no momento em que toca a bola.  

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

APELAÇÃO POR UMA ELIMINAÇÃO ADICIONAL DEPOIS DO TERCEIRO “OUT”

Dois “outs”, corredor na 1ª e 3ª base, rebatida grande para o campo externo (“outfield”). Os corredores pisaram o “home plate” e o batedor-corredor chegou à 2ª base. Como o corredor da 1ª base não tocou a 2ª base nem a 3ª base, a equipe na defensiva se manifestou. Primeiramente, apelou sobre a omissão da 3ª base (o árbitro aceitou a apelação), e em seguida sobre a omissão da 2ª base. É possível fazer duas apelações sobre o mesmo corredor?
 
Sim, é possível. Se houver mais de uma apelação durante uma jogada que encerra um meio-“inning”, a equipe na defensiva poderá optar pela eliminação que lhe for mais vantajosa. No caso apresentado acima, se a apelação na 2ª base for aceita –“force out” (eliminação forçada)–, nenhum ponto será anotado.

[Beisebol – Regras: 7.10 (b) – vide Regra 7.02, Regra 4.09 (a) – EXCEÇÃO (2)]
 
[Softbol – Regras: 5 – Seção 7b (2), 8 – Seção 9h, 8 – EFEITO – Seção 9g-j (4)]

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

ARREMESSADOR SIMULA UM LANÇAMENTO À 3ª BASE

Corredor na 1ª e 3ª base. O arremessador posicionado sobre o “pitcher’s plate” deu um passo em direção à 3ª base e simulou um lançamento àquela base; em seguida, com o pé de apoio fora do “plate”, ameaçou lançar à 1ª base.
 
 
Com a alteração feita na Regra 8.05 (c), em 2013, esse movimento não mais é permitido. Se o arremessador dá um passo em direção à 3ª base, ele tem de lançar; se não o fizer, será penalizado com um “balk”.
Comentário - Regra 8.05 (c):  ... Um arremessador deve dar um passo diretamente em direção a uma base antes de lançar a essa base; ele é obrigado a lançar cada vez que dá o passo (exceto para a 2ª base). É um “balk” se, com corredor na 1ª e 3ª base, o arremessador dá um passo em direção à 3ª base só para blefar (fazer o corredor voltar à base) e não lança; em seguida, vendo o corredor da 1ª base partir em direção à 2ª base, vira, dá um passo em direção à 1ª base e lança a essa base. É legal o arremessador simular um lançamento à 2ª base.
No beisebol brasileiro essa alteração está vigorando a partir de 2014.  
CT – 02 – 1 (i): A partir de 2014, o arremessador (todas as categorias) (a) está proibido de simular um lançamento para a 3ª base e lançar para a 1ª base; (b) quando simula um lançamento  para a 3ª base, é obrigado a lançar.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

CBBS - COMUNICADO

 XI Seminário de Instrutores de Beisebol - Indaiatuba, SPPublicado em
04 de Fevereiro de 2015, às 11h46

A CBBS anuncia a realização do XI Seminário de Instrutores de Beisebol, entre os dias
13 e 22 de fevereiro de 2015, em Indaiatuba, SP

O evento, em parceria com a MLB, trará ao Brasil diversos instrutores internacionais
para exporem suas experiências para técnicos, árbitros e demais interessados.

Para falar sobre Inscrição, refeição e reserva de alojamento, entre em contato com:
Ney Massuya Sato - (19) 98136-0505 - email: lubrificantes@citron.com.br

Para ver a programação, faça o download CLICANDO AQUI.

JOGO SOB NEVOEIRO

Muitos de nós conhecemos o caso do jogo sob nevoeiro entre Philadelphia Eagles e Chicago Bears, realizado no Soldiers Field, durante “playoffs” (1988 – 89) da National Footbol League.
 
De início, funcionários da Liga cogitaram encerrar a partida, mas, finalmente, permitiram que ela fosse concluída. Bears venceu.  
 
Um problema similar pode ocorrer –e tem ocorrido– em beisebol. Suponhamos que  Brewers e Tigers estejam ameaçados de terem o jogo encerrado por causa de nevoeiro no Milwaukee’s County Stadium. Que critério os árbitros podem utilizar para encerrar o jogo?
 
Naturalmente, o primeiro critério seria a visibilidade. Se o chefe dos árbitros seguir o que fez o árbitro Frank Dascoli, num jogo entre Chicago Cubs e Milwaukee Braves, no County Stadium, posicionará os árbitros no “outfield” (campo externo) e mandará Frank Thomas –melhor batedor do Cubs– bater um “fly” para as proximidades da cerca. Se nenhum dos quatro árbitros, nem os três “outfielders” (defensores do campo externo), conseguirem ver a bola, ele deverá encerrar o jogo.
 
Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker    

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

INTERFERÊNCIA DA OFENSIVA (???)

Corredor na 1ª e 2ª base, um eliminado. Rebatida “ground”; a bola tocou a luva do arremessador e foi em direção ao defensor da 2ª base.  Quando este estava se preparando para efetuar a defesa, o corredor da 1ª base passou na sua frente e foi atingido pela bola desviada; o árbitro da 2ª base eliminou-o –depois de sinalizar que ele cometera Interferência– e mandou o corredor da 2ª base retornar à sua base. A equipe na ofensiva reclamou. Os árbitros se reuniram e, após deliberarem sobre o ocorrido, mantiveram a decisão “out”.

 
O árbitro da 2ª base justificou a sua decisão; disse ele: "o corredor foi eliminado porque ele estorvou o defensor da 2ª base, que tinha chance de fazer uma jogada sobre a bola desviada".
 
[Regra 7.09 (k)]

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

CBBS - COMUNICADO

Parceria com Hotel em Cuiabá: Tarifas especiais para acompanhantes e parentes
Publicado em 02 de Fevereiro de 2015, às 15h18

Aos parentes e acompanhantes que irão até Mato Grosso para assistir os jogos da seleção
brasileira adulta de beisebol na disputa do título do XIII Campeonato Sul Americano de Beisebol
Adulto, valendo a última vaga dos Jogos Panamericanos Toronto 2015:


Informamos que, através da Comissão Organizadora, fechamos uma parceria com o hotel Taiamã
e o mesmo disponibilizará tarifas especiais àqueles que informarem na reserva que estão
acompanhando a seleção.

O valor praticado será:

Quarto Single: R$178,50
Quarto Duplo: R$199,50
Quarto triplo: R$304,50

Acesse o endereço http://hoteltaiama.com.br/pt para conhecer o hotel
O telefone e email para contato: (65) 2121-1000 / reservas@hoteltaiama.com.br

O endereço é: Hotel Taiamã
Av. Historiador Rubens Mendonça, 1184 - Baú
Cuiabá/MT