terça-feira, 5 de agosto de 2014

INTERFERÊNCIA COMETIDA POR PESSOAS AUTORIZADAS A PERMANECER NO CAMPO DE JOGO


Se, na opinião do árbitro, uma bola toca acidentalmente qualquer pessoa autorizada a permanecer no campo de jogo (Interferência não intencional), ela continua viva e em jogo. Sobre pessoas autorizadas a permanecer no campo de jogo, vide Regra 3.15.
 
Para decidir se a Interferência foi intencional ou não, o árbitro deve basear-se na ação da pessoa. Exemplo: Um gandula (recolhedor de “bats”, catador de bolas) faz um esforço para não ser atingido por uma bola lançada ou rebatida, mas, ainda assim, não consegue evitar o incidente. Neste caso, deve-se considerar que ele foi envolvido numa Interferência não intencional. Se, no entanto, tal pessoa chutar, apanhar ou empurrar a bola, será apontada uma Interferência intencional, sem levar em conta qual tenha sido sua intenção, e o árbitro imporá a penalidade que, na sua opinião, anulará a Interferência.
 
Jogada: Um jogador que se encontra no “bullpen” apanha uma bola rebatida “fair”.
 
Se o jogador que apanha a bola for da:
 
a) Equipe na defensiva: Interferência de uma pessoa autorizada a permanecer no campo de jogo. A bola fica morta ao ser tocada, e será imposta a penalidade que, na opinião do árbitro, anulará a Interferência.
 
b) Equipe na ofensiva: Interferência de uma pessoa autorizada a permanecer no campo de jogo; se tal jogador interferir, deliberadamente, numa bola rebatida, com a intenção de estorvar uma jogada, o árbitro deve declarar uma Interferência da Ofensiva e eliminar o batedor-corredor. Os outros corredores devem retornar às bases que estavam ocupando no momento do arremesso. Vide Regra 7.11.
 
Fonte: Manual do Árbitro da Confederação Panamericana de Beisebol – COPABE

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