terça-feira, 30 de abril de 2013

SUBSTITUIÇÃO NÃO ANUNCIADA


No softbol, há penalidades, enquanto que no beisebol, não. Se um substituto entrar no jogo sem ser anunciado, e em seguida ocorrer um arremesso (legal ou ilegal) ou uma jogada, tal jogador será “Declarado Desqualificado” quando for descoberto. O uso de um substituto não anunciado é tratado como uma Jogada de Apelação, e tem de ser levado ao conhecimento do árbitro, pela equipe prejudicada, enquanto tal jogador está no jogo. Se o técnico da equipe ou o jogador infrator informar o árbitro antes da apelação da equipe prejudicada, não haverá infração, independentemente do tempo que o jogador tenha permanecido ilegalmente no jogo. Todas as ações anteriores à descoberta do jogador irregular serão legais. Se a equipe infratora não tiver um substituto para entrar no lugar do jogador “Declarado Desqualificado” (ou se todos os Jogadores Abridores tiverem reingressado uma vez), o jogo será confiscado.

(Regra 4 – 8b)
No beisebol, o substituto não anunciado será considerado dentro do jogo (jogador legal) quando:
 
(1) Ocupa sua posição sobre o “pitcher’s plate” – se for um arremessador.
 
(2) Ocupa sua posição no “batter’s box” – se for um batedor.
 
3) Chega à posição que o defensor substituído ocupava normalmente, e o árbitro de “home” reinicia o jogo – se for um defensor.
 
(4) Chega à base que o corredor substituído ocupava – se for um corredor.
 
[Regra 3.08 (a)]
Qualquer jogada realizada por/sobre qualquer dos substitutos não anunciados mencionados acima será legal.

(Regra 3.08 (b)]

 

 

 

 

BOLA REBATIDA BATE NO BRAÇO DO DEFENSOR E DESVIA PARA AS ARQUIBANCADAS


Uma tarde, em 1940, Joe DiMaggio deu uma rebatida forte em direção à linha da 3ª base.  A bola atingiu o braço direito do defensor da 3ª base do Detroit, George Kell, e desviou para as arquibancadas atrás do “dugout” da equipe visitante. Quantas bases devem ser concedidas a DiMaggio?

Duas bases –como no caso em que uma bola “fair” passa através ou por baixo de uma cerca do campo, ou através ou por baixo de um placar, ou através ou por baixo de uma cerca viva; ou fica presa em tal cerca, placar ou cerca viva.  
 
[Regra 7.05 (f)]
 
Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker       

segunda-feira, 29 de abril de 2013

REINGRESSO DE JOGADORES


No softbol, qualquer dos jogadores abridores (aqueles que iniciam a partida) pode ser substituído e reingressar uma vez, desde que volte à mesma posição que ocupava inicialmente na ordem de batedores (Regras: 1 – 85, 4 – Seção 7).
 
No beisebol, não é permitido o retorno de um jogador retirado do jogo (Regra 3.03). De acordo com a Regra 3.03 da Little League Baseball, porém, um jogador abridor pode ser substituído e reingressar uma vez, desde que cumpra determinadas condições.

NO MOMENTO EM QUE O BATEDOR FEZ "SWING" O "MITT" DO RECEPTOR TEVE CONTATO COM O 'BAT"


Corredor na 2ª base, nenhum “out”, rebatida “ground” na direção do interbases.  O batedor-corredor foi eliminado na 1ª base. Enquanto ocorria a jogada sobre o batedor-corredor, o corredor da 2ª base chegou à 3ª base.  Quando o batedor fez “swing”, o “mitt” do receptor teve contato com o "bat”. Como decidir este lance?

O técnico da equipe na ofensiva poderá optar pela aplicação da regra de Interferência da Defensiva ou pelo resultado da jogada. No primeiro caso, o batedor terá o direito de ir à 1ª base e o corredor da 2ª base deverá retornar à sua base de origem. No segundo caso, o jogo prosseguirá com um “out” e corredor na 3ª base.

[Beisebol – Regras: 2.00 “INTERFERENCE” (b),  6.08 (c) – vide NOTA]

(Softbol – Regras: 1 – Seção 66a,  8 – Seção 1d, 8 – EFEITO – Seção 1d)

No beisebol, o lance em que o receptor estorva um batedor, ou impede que ele gire o “bat” ou rebata uma bola arremessada, é tratado como uma Interferência da Defensiva; no softbol, é tratado como uma Obstrução.

domingo, 28 de abril de 2013

PROTETOR DE TÓRAX


No softbol modalidade Arremesso Rápido, todos(as) os(as) receptores/receptoras -adultos(as) e de categorias menores- têm de usar um protetor de tórax. Na modalidade Arremesso Lento, as receptoras podem usar um protetor de tórax.

(Regra 3 – Seção 6d)

No beisebol, os receptores -adultos ou crianças- têm de usar o referido equipamento.

(CT – 05 – 1.2/1.4)

"FAIR BALL" OU "FOUL BALL"?


1) O batedor fez “swing” forte e rebateu o arremesso. A bola rebatida tocou o “bat” em suas mãos, em território “foul” –o toque foi involuntário– e parou na frente do “home plate”. É “fair ball” ou “foul ball”? .
É “foul ball”.
(Regra 2.00 “FOUL BALL” – NOTA 1)

2) O batedor fez “swing” forte e rebateu o arremesso. A bola rebatida tocou o “bat” em suas mãos enquanto ele ainda se encontrava dentro do “batter’s box”.  É “fair ball” ou “foul ball”?
 
É “foul ball”, independente de isso ter ocorrido em território “fair” ou “foul”.
(Regra 2.00 “FOUL BALL” – NOTA 1)

sábado, 27 de abril de 2013

ABANDONO DE BASE


No softbol, quando o corredor abandona uma base enquanto a bola está viva, ele deve ser eliminado no momento em que entra na área de sua equipe, ou sai do campo de jogo (Regra 8 – Seção 9x). No beisebol, se o corredor deixa uma base enquanto a bola está em jogo e vai em direção ao “dugout”, ele deve ser eliminado por abandono de base no momento em que avança uma distância razoável [Regra 7.08 (a) – vide JOGADA]. 

INTERFERÊNCIA DO ÁRBITRO


Corredor na 3ª base, um eliminado, “ball count” (contagem de bolas arremessadas) em 2 – 2 (dois “balls” – dois “strikes”). O batedor tentou rebater o arremesso seguinte, mas errou; a bola passou sem ter contato com o “bat”, bateu no “mitt” do receptor e foi ao solo.  Vendo isso, o batedor correu para a 1ª base. O receptor recuperou a bola e tentou eliminar o batedor-corredor, porém, como seu braço bateu na máscara do árbitro, o lançamento saiu descontrolado. O corredor pisou o “home plate” e o batedor chegou à 2ª base. Que decisão deve ser tomada?
 
O batedor deve ser declarado “out” (segunda eliminação). É bola morta e o corredor da 3ª base tem de retornar.

[Regras: 2.00 “INTERFERENCE” (c) (1), 5.09 (b) – vide NOTA e  NOTA 1]

Fonte: DIAMOND CHALLENGE, de Jim Evans           

sexta-feira, 26 de abril de 2013

JOGADA DE APELAÇÃO


Corredor na 1ª base.  Rebatida forte para o jardim direito. O corredor avançou para a 3ª base, passando pela 2ª base sem tocá-la. O defensor da 2ª base recebeu a bola que lhe foi lançada pelo jardineiro direito e chutou a “almofada” da 2ª base com raiva. O corredor que alcançou a 3ª base deve ser eliminado por ter omitido a 2ª base?

Não. Seria eliminado se o defensor da 2ª base tivesse apelado corretamente ao árbitro. Uma apelação deve ser feita de maneira inequívoca, ou através de solicitação verbal de um jogador, ou por um ato que indique claramente a intenção de apelar ao árbitro. O fato de um jogador ter chutado a base, segurando a bola em sua mão, não caracteriza uma apelação. 


[Regras: 2.00 “APPEAL”, 7.10 (b), Comentário – Regra 7.10]


Fonte: DIAMOND CHALLENGE, de Jim Evans           

quinta-feira, 25 de abril de 2013

PERDA DO DIREITO DE APELAR SOBRE INFRAÇÃO COMETIDA DURANTE UMA JOGADA QUE ENCERRA UMA METADE DE “INNING”


No softbol, a apelação deve ser feita antes que todos os defensores tenham abandonado completamente suas posições normais de defesa e deixado o território “fair”, a caminho do “bench” ou da área do “dugout”  [Regra 1 – Seção 2b, Regra 8 – EFEITO – Seção 9g-j/1 (b)]. No beisebol, a apelação deve ser feita antes que o arremessador e todos os defensores do campo interno (“infielders”) tenham saído do território “fair” e estejam se dirigindo  ao “bench” ou “dugout” (Regra 7.10).

VISITA AO ARREMESSADOR


O técnico conversa com o receptor e passa-lhe algumas instruções. Em seguida, o receptor vai ao montículo (“mound”) antes que haja uma jogada intermediária (um arremesso ou outra jogada) e conversa com o arremessador. Isso deve ser permitido?

Esse procedimento deve ser tratado da mesma forma que quando o técnico vai ao montículo para conversar com o arremessador. Portanto, deve ser contada uma visita ao arremessador.

(Comentário – Regra 8.06)

quarta-feira, 24 de abril de 2013

CORREDOR OBSTRUÍDO QUANDO TENTAVA RETORNAR A UMA BASE

Jogada: Corredor na 1ª e 3ª base. O arremessador deu um passo em direção à 3ª base, mas não lançou; em seguida, vendo o corredor da 1ª base partindo para a 2ª base, jogou a bola ao defensor da 2ª base e deu início a um “run-down play”. Nessa jogada, o defensor da 1ª base –que não estava com a  bola nem estava em ação para apanhar a bola– permaneceu na frente do corredor, que estava tentando retornar, e quase colidiu com ele.  O árbitro da 1ª base apontou a falta cometida pelo defensor (Obstrução) e mandou o corredor à 2ª base. Houve reclamação da equipe contrária, porém a decisão foi mantida.  [Foi aplicada a Regra 7.06 (a).]

O caso apresentado acima ocorreu no jogo New York Mets vs. Milwaukee Brewers (veja o vídeo postado no blog Árbitros de Beisebol, em 23/04/2013, com o título “Run-down play com obstrução”). 

 OBSERVAÇÃO: No softbol, o corredor será autorizado a ir à base seguinte, se for obstruído quando está avançando, ou a voltar à base que estava ocupando antes da Obstrução, se for obstruído enquanto está retornando. (Regra 8 – Seção 7b, Regra 8 – EFEITO – Seção 7b-2)

CORREDOR RECEBE AJUDA FÍSICA DO "BASE COACH"


Tanto no beisebol como no softbol, se o “base coach” da 3ª ou 1ª base toca ou segura o corredor e, na opinião do árbitro, presta-lhe ajuda física para fazê-lo retornar à/sair da 3ª ou 1ª base, enquanto a bola está em jogo,  esse corredor deve ser declarado eliminado [Beisebol – Regra 7.09 (h)/Softbol – Regra 8 – Seção 9e]. No beisebol, a bola torna-se morta (Regra 7.09 – PENALIDADE POR INERFERÊNCIA). No softbol, a bola permanece em jogo (Regra 8 – EFEITO – Seção 9a-e, Regra 9 – Seção 2af).

DOIS CORREDORES SOBRE A MESMA BASE

Ocorreu num jogo do XVI Campeonato Brasileiro de Beisebol Interclubes – Categoria Cinquentão –, realizado no estádio do Bom Retiro (20-21/04/2013).
Corredor na 2ª e 3ª base, “ground ball” para o campo interno. O corredor da 3ª base foi surpreendido fora da base. Enquanto ocorria a jogada de perseguição, o corredor da 2ª base chegou à 3ª. O corredor pego em “run-down play”, porém, conseguiu retornar à sua base. Ambos foram tocados pelo defensor da 3ª base.
O árbitro da 3ª base, corretamente, eliminou o corredor da 2ª base. Nesse caso, não obstante o corredor da 2ª base tenha chegado à 3ª base, o direito de ocupar essa base ainda pertencia ao corredor da 3ª base.
[Regras: 7.01, 7.03 (a)]

Houve dúvida sobre quem deveria ser eliminado, o corredor da 3ª base ou o da 2ª base? 
Para evitar isso, o árbitro deve fazer um gesto indicando o corredor eliminado (declarar “OUT” após apontar para ele).

terça-feira, 23 de abril de 2013

PROTETOR DE ROSTO


No softbol, qualquer jogador da defensiva ou ofensiva pode usar um protetor de rosto feito de plástico que esteja aprovado. Protetores de rosto que estejam rachados ou deformados, ou que tenham o acolchoado deteriorado, ou que não tenham acolchoado, não podem ser usados, e têm de ser retirados do jogo. NOTA: Na modalidade Arremesso Rápido, os receptores não podem usar o protetor de rosto feito de plástico no lugar da máscara normal com protetor de garganta. (Regra 3 – Seção 6c). No beisebol, não há regra sobre esse tipo de equipamento de  proteção.

CONCESSÃO DE BASES


Corredor na 2ª base. Rebatida “line drive” na direção da 1ª base. A bola atingiu a “almofada” da 1ª base e desviou para dentro do “dugout”. Que decisão deve ser tomada?
É uma bola “fair”. Como ela foi desviada para uma área de bola morta, o batedor-corredor tem o direito de avançar duas bases.  O corredor da 2ª base anota ponto.
[Beisebol - Regras: 6.09 (g), 7.05 (f), 9.01 (c)]
(Softbol – Regras:  8 – Seção 7h, 10 – Seção 1)

segunda-feira, 22 de abril de 2013

BATEDOR ESTORVA O RECEPTOR QUE ESTÁ TENTANDO APANHAR UM “FOUL FLY”

“Foul fly” nas proximidades do “home plate”. O receptor levantou-se rapidamente e tentou apanhar a bola, mas não conseguiu porque o batedor –ele estava fora do “batter’s box”, olhando para cima– o estorvou (os dois se chocaram). O árbitro de “home” eliminou o batedor em razão da falta cometida (Interferência da Ofensiva).  (Foi aplicada a Regra 7.11.)
 
O lance acima ocorreu no jogo Dodgers x Padres, e foi mostrado no blog Árbitros de Beisebol (vídeo postado em 17/04/2013, com o título “Interferência existe mesmo sem intenção”).
 
Vejamos o que diz a Regra 7.11: Os jogadores, “coaches” ou qualquer membro de uma equipe na ofensiva devem desocupar qualquer espaço (inclusive os dois “dugouts”) que seja necessário a um defensor que está tentando apanhar uma bola rebatida ou lançada. PENALIDADE: Deve ser declarada uma Interferência e o batedor ou corredor sobre o qual está sendo realizada a jogada deve ser declarado eliminado.
 
A partir de 2011, essa regra passou a vigorar com a seguinte redação: Os jogadores, “coaches” ou qualquer membro de uma equipe na ofensiva devem desocupar qualquer espaço (inclusive os dois “dugouts” ou “bullpens”) que seja necessário a um defensor que está tentando apanhar uma bola rebatida ou lançada. Se um membro da equipe na ofensiva (exceto um corredor) atrapalha um defensor que está tentando apanhar ou defender uma bola rebatida, a bola torna-se morta, o batedor é declarado eliminado e todos os corredores retornam às bases que estavam ocupando no momento do arremesso. Se um membro da equipe na ofensiva (exceto um corredor) atrapalha um defensor que está tentando apanhar uma bola lançada, a bola torna-se morta, o corredor sobre o qual está sendo feita a jogada deve ser declarado eliminado e todos os corredores retornam à última base ocupada legalmente no momento da Interferência. PENALIDADE: Deve ser declarada uma Interferência e o batedor ou corredor sobre o qual está sendo realizada a jogada deve ser eliminado.
 
Essa alteração e todas as alterações feitas a partir de 2009 constam do novo Livro de Regras que será lançado brevemente pela AAABSB.

 

 

 

 

CAMPO DE BEISEBOL - PRINCIPAIS DIMENSÕES EM METROS

Este material foi preparado por Paulo Suzuki, membro da Comissão Técnica da Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol (CBBS) e do Conselho Deliberativo da Associação de Árbitros e Anotadores de Beisebol e Softbol do Brasil (AAABSB).
 
Clique aqui.

OORU SEEFU

Num jogo do XVI Campeonato Brasileiro de Beisebol Interclube – Categoria Cinquentão –, realizado no estádio do Bom Retiro (20-21/04/2013), foi utilizado o termo OORU SEEFU.
 
Corredor na 1ª e 2ª base. Jogada combinada: “empurrar” os corredores por meio de “sacrifice bunt” (“bunt” de sacrifício). O batedor fez a bola rolar lentamente na direção da 3ª base. O defensor da 3ª base avançou rapidamente e efetuou a defesa, mas não conseguiu eliminar o batedor-corredor na 1ª base. O “base coach” da 1ª base comemorou gritando:  “OORU SEEFU!”, “OORU SEEFU!”.
 
OORU SEEFU vem do ingês “all safe” = Todos salvos.

PEGADA LEGAL?

O receptor afastou-se para apanhar um “foul fly”. A bola bateu no seu protetor de tórax e desviou, mas ele conseguiu retê-la com o “mitt” contra o seu peito.  Radiante, pegou a bola com a mão e mostrou-a ao árbitro. A pegada foi legal?
 
Sim, porque ele apanhou uma bola em voo –uma bola que toca o corpo de um defensor é considerada “em voo”– e conseguiu mantê-la firmemente segura em sua mão. O batedor é “out”.

(Beisebol - Regra 2.00 “CATCH”)
 
(Softbol – Regra 1 – Seção 15)

domingo, 21 de abril de 2013

CONCESSÃO DE BASES – A BOLA LANÇADA SAI DO CAMPO DE JOGO

No softbol, todos os corredores, incluindo o batedor-corredor, devem ser autorizados a avançar duas bases, e a concessão será baseada na posição dos corredores quando a bola deixou a mão do defensor (Regra 8 – EFEITO – Seção 7f). No beisebol também os corredores são autorizados a avançar duas bases, mas a base de origem é diferente. Se o lançamento descontrolado é feito na primeira jogada de um defensor do campo interno (“infielder”), a concessão deve basear-se na posição dos corredores no momento do arremesso; em todos os demais casos, na posição dos corredores no momento em que é efetuado o lançamento descontrolado. [Regra 7.05 (g)]. 

sábado, 20 de abril de 2013

‘SAYONARA HOOMURAN’/‘SAYONARA HITTO’

A equipe “A”, que iniciou o jogo atacando primeiro, estava ganhando da equipe “B”, com um ponto de vantagem (3 – 2), quando terminou a primeira metade do nono “inning”.  Na segunda metade desse “inning”, com um corredor em base, o quarto batedor da equipe “B” acertou um “home run”. O jogo foi encerrado com a vitória da equipe “B” pela contagem de 3 – 4. Quando ocorre um lance assim, costuma-se dizer que a partida foi decidida com um ‘sayonara hoomuran’ (“home run” de despedida).  
 
Quando, na segunda metade do último “inning”, o batedor acerta um “hit” e empurra os pontos necessários para sua equipe ganhar o jogo, costuma-se dizer que ele decidiu a partida batendo um ‘sayonara hitto’ (“hit” de despedida).

BATEDOR FORA DE ORDEM


O sexto batedor ocupou a vez do quinto batedor e acertou uma rebatida de duas bases (“two-base hit”). Em seguida, o quinto batedor entrou para bater; e quando o “ball count” (contagem de bolas arremessadas) estava em 2 - 1 (dois “balls” – um “strike”), a equipe na defensiva apelou sobre o erro na ordem de batedores. Que decisão deve ser tomada?
 
Quando foi feito o primeiro arremesso ao quinto batedor, a situação do sexto batedor ficou legalizada. Assim sendo, o sétimo batedor deve ir ao “batter’s box”, assumindo a contagem de “balls” e “strikes” do quinto batedor. 

[Beisebol – Regras: 6.07 (a) (1), 6.07 (c), 6.07 (d) (2)]
 
(Softbol – Regra 7 – EFEITO – Seção 2c-d/1 - 3)

sexta-feira, 19 de abril de 2013

CAPACETE – USO INCORRETO/REMOÇÃO DE FORMA DELIBERADA

No softbol, o uso incorreto de capacete, ou a sua remoção de forma deliberada durante uma jogada com bola viva (exceto num “home run” rebatido para fora do campo), causará a eliminação imediata do infrator se o árbitro achar que o ato foi realmente deliberado. A bola permanece viva. [Regra 3 – EFEITO – Seção 6f (ii) – 2]. No beisebol, o corredor é eliminado somente quando pratica tal ato com a intenção de interferir numa bola rebatida ou lançada. Nesse caso, a bola fica fora de jogo (bola morta) e os corredores devem retornar à última base legalmente tocada. [Regra 6.05 (h)]. No softbol, se uma bola (rebatida ou lançada) atinge o capacete que está fora do lugar apropriado no corpo do jogador e interfere na jogada que está sendo realizada, ou se um jogador da defensiva tem contato com o capacete caído no solo, e esse contato impede que ele execute uma jogada, a bola se torna morta e o jogador da ofensiva que estava usando o capacete é declarado eliminado. [Regra 3 – EFEITO – Seção 6f (ii) – 4]. No beisebol, se o capacete é atingido acidentalmente por uma bola rebatida, em ou sobre território “fair”, ou por uma bola lançada, tal bola permanece em jogo como se ela não tivesse atingido o capacete. O corredor não é “out”. [Regra 6.05 (h)]. 

ORDEM DE BATEDORES

Tommy Byrne, um arremessador que era também um bom batedor, nos anos 50, costumava atuar como batedor de emergência (“pinch-hitter”) periodicamente.  Um dia ele entrou no lugar de Phil Rizzuto, seu companheiro de equipe no Yankees, que era o oitavo batedor na ordem de batedores; depois, no meio-“inning” seguinte do jogo, foi mandado ao montículo (“mound”) como arremessador substituto. Billy Hunter foi ocupar a posição que Rizzuto ocupava na defesa. Que posições Byrne e Hunter devem ocupar na ordem de batedores? 
 
Byrne deve continuar como o oitavo batedor e Hunter deve bater na vez do arremessador substituído.
 
(Regras: 3.03 e 4.04)
 
Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker     

quinta-feira, 18 de abril de 2013

BATEDOR COMETE INTERFERÊNCIA APÓS 'COMER SANSHIN'

Veja o vídeo postado no blog Árbitros de Beisebol, no dia 15/04/2013,  com o título "Rebatedor na frente do receptor".
 
Aquela jogada ocorreu na seguinte situação: nenhum “out”, contagem de bolas arremessadas ("ball count"): 3 - 2 (três "balls" - dois "strikes"). O batedor 'comeu sanshin'* e estorvou o receptor no momento em que ele estava lançando à 2ª base ; em razão disso, o corredor que estava tentando roubar a 2ª base foi eliminado –o árbitro aplicou a Regra 7.09 (e). O jogo teve prosseguimento com dois "outs", nenhum corredor em base.

*‘Comeu sanshin’ = Foi eliminado por três “strikes” = “Strikeout”.

HARI APPU!

Antes do início do jogo, o técnico de uma das equipes convocou seus jogadores para uma reunião; e como alguns deles estavam demorando muito para atender ao seu chamado, ele gritou: “HARI APPU!”, “HARI APPU!”.

Há muito tempo não se via alguém utilizando esse termo.

HARI APPU!  vem do inglês  HURRY UP! (h’ari  ap), que quer dizer: vamos!, depressa!, rápido!.

O H de HARI  tem o som aspirado.

QUEM PODE PERMANECER NO “BENCH”?

Duas perguntas: (1) Jogador não habilitado pode ficar no “bench” de sua equipe durante um jogo oficial? (2) Tal jogador, uma vez autorizado a permanecer no “bench”, pode ser solicitado a deixá-lo durante um jogo?  
 
A resposta para ambas as perguntas é “sim”, mas o técnico da equipe oponente tem de dar a permissão –em (1)– e fazer a solicitação –em (2).
 
Esta estranha combinação de consentimentos ocorreu alguns anos atrás na National League. Frank Lucchesi, técnico do Phillies na época, fez o pedido a Gene Mauch, dirigente do Expos. Lucchesi queria que Dick Selma, um arremessador do Phillies, machucado, permanecesse no seu “bench”. Mauch deu seu consentimento.
 
Mas Selma não gostava de Mauch; por isso, ficou dirigindo críticas a ele, com voz alta, durante o jogo. No sexto “inning”, Mauch ficou farto. Ele saiu do seu “dugout” e disse ao árbitro: “Selma tem de sair; não suporto mais seu comportamento!”.
 
Selma deixou o “bench”.

(Comentário – Regra 3.06)

Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker     

quarta-feira, 17 de abril de 2013

BATEDOR USA OU TENTA USAR UM “BAT” IRREGULAR

Softbol
 
O batedor não pode usar ou tentar usar um “bat” ilegal (aquele que não atende às exigências da Regra 3 – Seção 1) ou alterado (um “bat” legal que tem a sua estrutura física modificada – Regra 1 – Seção 1). Se o fizer, será declarado eliminado (Regra 7 – Seção 6b-c). A bola estará morta (Regra 9 – Seção 1u-v) e os corredores não poderão avançar. Se usar ou tentar usar um “bat” alterado, o batedor, além de ser declarado “out”, será expulso do jogo (Regra 7 – Seção 6b – NOTA). O “bat” irregular será retirado do jogo (Regra 7/NOTA – Seção 6b-c). Qualquer avanço de corredores resultante de uma bola rebatida com um “bat” irregular será anulado. Porém, se a rebatida provocar uma jogada que dá vantagem à equipe na defensiva (uma Jogada Dupla, por exemplo), essa jogada será válida. (Regra 10 – Seção 1n).

ARREMESSADOR PARA O MOVIMENTO DO PÉ LIVRE ANTES DE COMPLETAR O ARREMESSO


O arremessador completou o arremesso após parar temporariamente o movimento do pé livre direcionado ao “home plate”. Isso é permitido?

Não. Tanto da Posição “Windup” como da Posição “Set” o arremessador deve efetuar o arremesso ao batedor sem interrupção ou alteração. Ou seja, o arremessador não pode parar, intencionalmente, seus movimentos de arremesso, nem confundir, propositalmente, o batedor na hora de executar o arremesso, balançando os braços ou pernas, ou fazendo movimentos anormais.  

O arremessador deve ser advertido uma vez. Depois disso, cada arremesso feito dessa maneira será considerado ilegal. Penalidade: sem corredor(es) em base, será contado um “ball” ao batedor; com corredor(es) em base, será declarado um “balk”.

[Regras 8.01 (a) (b) – vide NOTA 1, 8.05 (e)]

terça-feira, 16 de abril de 2013

REGRAS DE ANOTAÇÃO - A QUEM DEVE SER ATRIBUÍDO O “PUTOUT”?

Padres, num jogo contra o Giants, tem corredores nas três bases. Carmelo Martinez rebate o primeiro arremesso efetuado a ele e manda a bola em direção à cerca do jardim esquerdo. O jardineiro esquerdo do Giants poderia ter efetuado a defesa, porém, ao desequilibrar-se no momento em que inicia a corrida para trás, deixa a bola passar para trás; enquanto isso dois corredores anotam ponto. O corredor da 1ª base, porém, achando que a bola poderia ser apanhada, fica parado entre a 1ª e a 2ª bases e é ultrapassado por Martinez. Quem é “out”? A quem deve ser atribuído o “putout” (eliminação)?
 
Martinez é “out” por ter ultrapassado o corredor precedente.

[Regra 7.08 (h)]

O “putout” deve ser atribuído ao defensor que estava mais perto do local onde foi cometida a infração. Se a ultrapassagem ocorreu mais perto da 2ª base do que da 1ª base, o “putout” deve ser creditado ao defensor da 2ª base; se a ultrapassagem teve lugar mais perto da 1ª base do que da 2ª base, o “putout” deve ser atribuído ao defensor da 1ª base.

[Regra 10.10 (b) (4)]

Esta jogada ocorreu no County Stadium, Milwaukee, em 1986. O Brewers, que estava recebendo o Yankees, lotou as bases na segunda metade do primeiro “inning”. Robin Yount estava na 3ª base, Cecil Cooper na 2ª base e Gorman Thomas na 1ª base. Ernie Riles mandou a bola em direção ao jardim central com sua rebatida; ela poderia ter sido apanhada no ar, mas devido ao erro cometido pelo jardineiro central do Yankees, passou para trás, bateu na base do muro e desviou. Dois corredores anotaram ponto. Mas o indeciso Thomas foi ultrapassado entre a 1ª e a 2ª bases por Riles.
 
Riles foi declarado eliminado pelo árbitro da 2ª base. O “putout” foi creditado a Willie Randolph, defensor da 2ª base do Yankees.

Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker     

ARREMESSADOR DEIXA A SUA POSIÇÃO, INCORRETAMENTE, PARA SIMULAR UM LANÇAMENTO À 1ª BASE

Com um corredor em base, o arremessador posicionado sobre o "pitcher's plate" segurando a bola com ambas as mãos à frente do seu corpo tirou o pé de apoio para trás da placa, depois de soltar as mãos. Que decisão deve ser tomada?
 
É "balk". Independente da posição que tiver adotado –“Windup” ou “Set”– o  arremessador  deve sair do “pitcher’s plate” sem soltar as mãos que estão segurando a bola à frente do seu corpo. Após tirar o pé de apoio para trás do “pitcher’s plate”, deve soltar as mãos e abaixá-las para os lados do corpo. Para voltar ao “pitcher’s plate”, novamente, deve estar com as mãos separadas. Quando o arremessador, após assumir uma posição legal para arremessar, retira uma mão da bola de maneira diferente de quando vai realmente efetuar um arremesso ou um lançamento a uma base, deve ser penalizado com um “balk”.  
 
Para sair de sua posição, o arremessador tem de dar um passo para trás do “pitcher’s plate” com o pé de apoio primeiro, e não com o pé livre. Quando há corredor(es) em base, o arremessador pode sair de sua posição a fim de executar uma jogada, mesmo após ter assumido a Posição “Set”. (Não é permitido tirar o pé de apoio para a frente ou para os lados da placa.)
 
Temos observado que, quando há corredor na 1ª base, muitos arremessadores deixam a sua posição, incorretamente, para simular um lançamento àquela base; saem do “pitcher’s plate” afastando o pé de apoio na direção da 1ª base , ao invés de tirá-lo para trás da placa. Esse movimento caracteriza um “balk”.
 
[Regras: 8.01 (a)/(b) – vide NOTAS 4 e 5, 8.05 (b), 8.05 (j)]

segunda-feira, 15 de abril de 2013

BASE DUPLA


O uso de Base Dupla na 1ª base é prática exclusiva do softbol. Certo?
Errado. A Base Dupla pode ser usada também no beisebol (???) ... mas em jogos da Little League Baseball.
Procedimentos para uso de Base Dupla:  Softbol – vide Regra 2 – Seção 4h-1; Beisebol da Little League – vide  Regra 7.15.  

LANÇAMENTO ATINGE UM BATEDOR-CORREDOR QUE ESTÁ COM UM PÉ DENTRO DA FAIXA DE TRÊS PÉS E COM OUTRO PÉ SOBRE A LINHA DE “FOUL”

Corredor na 2ª base, um eliminado, contagem de bolas arremessadas: dois “strikes”. O batedor tentou rebater o arremesso seguinte, mas errou; a bola não teve contato com o “bat” e, após bater na luva do receptor, foi ao solo. Vendo isso, o batedor correu para a 1ª base. O receptor recuperou a bola e lançou-a rapidamente ao defensor da 1ª base. O lançamento, porém, atingiu o batedor-corredor –que estava com um pé dentro da faixa de três pés, e com outro,  sobre a linha de “foul”– e desviou (foi parar dentro do “dugout”).  Que decisão deve dar o árbitro?

O batedor-corredor estava correndo legalmente (dentro da faixa de três pés) quando foi atingido pelo lançamento do receptor. A jogada, portanto, foi normal. Como a bola entrou no “dugout”, o batedor-corredor e o corredor devem ser autorizados a avançar duas bases; assim, o corredor da 2ª base anota ponto e o batedor-corredor vai à 2ª base.

 [Comentário - Regra 6.05 (k), Regra 7.05 (g)]

Fonte: DIAMOND CHALLENGE, de Jim Evans      
           

domingo, 14 de abril de 2013

BATEDOR DESIGNADO ("DH")

Primeira metade do nono “inning”, placar empatado em 4 – 4. O rubusto batedor “limpador de bases” iniciou com um “hit” simples. Como ele não é um bom corredor, o técnico da equipe na ofensiva decidiu utilizar o Batedor Designado  (“DH”) como seu substituto (“pinch runner”) e incumbiu o arremessador a bater na vez do “DH”. Isso deve ser permitido?

Não. Durante o jogo pode ser utilizado um corredor substituto para o “DH”, entretanto, o “DH” não pode atuar como um “pinch runner”.

[Regra 6.10 (b)]

Fonte: DIAMOND CHALLENGE, de Jim Evans

MAIS UMA AFIRMAÇÃO FALSA


O ÁRBITRO DE “HOME” PODE INTERFERIR NA DECISÃO DADA POR OUTROS ÁRBITROS A QUALQUER MOMENTO.

Quem pensa dessa maneira está totalmente equivocado. Nunca o árbitro de “home” (bem como qualquer outro árbitro) deve criticar ou tentar mudar uma decisão de outro árbitro, nem interferir nessa decisão, a menos que seja solicitado a fazê-lo.

[Regra 9.02 (c)]

JOGADOR DESIGNADO (JD)


Softbol
Na primeira metade do quarto “inning”, o jogador abridor “A”, que está atuando como FLEX, é substituído pelo jogador “B”. Na segunda metade desse “inning”, “A” reingressa para bater no lugar do JD e acerta uma rebatida indefensável. Substituições como essas devem ser permitidas?
 
Devem ser permitidas. O FLEX pode ser substituído a qualquer momento, e se for jogador abridor, poderá reingressar uma vez (somente uma vez). Quando reingressa, pode jogar somente na defesa, como o décimo jogador, conforme estava escalado inicialmente, ou ocupar a posição do JD na ordem de batedores e atuar tanto na defesa como no ataque.  
(Regra 4 – Seção 5)
Fonte: OFFICIAL SOFTBALL RULE CASE BOOK, editado pela Associação de Softbol do Japão (JSA – Japan Softball Association)

sábado, 13 de abril de 2013

AFIRMAÇÕES FALSAS (25)


OCORRE UMA ELIMINAÇÃO FORÇADA QUANDO O CORREDOR É DECLARADO “OUT” POR TER SAÍDO ANTECIPADAMENTE DA BASE NUMA BOLA “FLY” APANHADA NO AR.

O lance não é de eliminação forçada. É uma jogada de apelação. Ocorre uma eliminação forçada somente quando o corredor é obrigado a avançar à base seguinte, ou seja, quando perde o direito à base que está ocupando porque o batedor se torna um batedor-corredor.
 
[Regras: 2.00 “FORCE PLAY”, 7.08 (d), 7.08 (e), 7.10 (a)]

sexta-feira, 12 de abril de 2013

AFIRMAÇÕES FALSAS (24)


PARA FAZER UMA APELAÇÃO, O DEFENSOR TEM DE TOCAR A BASE (OMITIDA OU DEIXADA ANTECIPADAMENTE NUM “FLY”) ENQUANTO SEGURA A BOLA.

Para fazer uma apelação, o defensor não precisa, necessariamente, tocar a base omitida ou deixada antecipadamente enquanto segura a bola; pode fazê-lo também tocando o corredor com a bola.
 
(Regra 7.10)

“INFIELD FLY”???


Corredor na 1ª e 2ª base, nenhum eliminado, rebatida “fly” para as proximidades da 2ª base –a bola ganha pouca altura. Os corredores permanecem nas bases. O defensor da 2ª base e o interbases tentam efetuar a defesa, mas não conseguem; a bola cai entre os dois, sem ser tocada. O interbases apanha-a rapidamente e toca o corredor da 2ª base, que continua sobre a “almofada”; em seguida, pisa a 2ª base e lança à 1ª base.

Suponhamos que:

1)      Os árbitros tenham declarado um “Infield Fly”.

2)      Os árbitros não tenham declarado um “Infield Fly” e o batedor-corredor tenha chegado “safe” à 1ª base.

3)      Os árbitros não tenham declarado um “Infield Fly” e o batedor-corredor tenha sido eliminado na 1ª base.

No primeiro caso, o batedor-corredor é eliminado e os corredores permanecem nas suas bases. O jogo deve prosseguir com corredor na 1ª e 2ª base, um “out”.

[Regra 6.05 (e)]

No segundo caso, o corredor da 2ª base e o da 1ª base são eliminados em jogada forçada ( "double play") e o batedor-corredor permanece na 1ª base. O jogo deve prosseguir com corredor na 1ª base, dois “outs”.

[Regras: 2.00 “INFIELD FLY” – vide NOTA, 7.08 (e)]

No terceiro caso, os corredores e o batedor-corredor são eliminados em jogada forçada ("triple play").  “Change” (mudança ataque x defesa).

[Regras: 2.00 “INFIELD FLY” – vide NOTA, 6.05 (j), 7.08 (e)]