terça-feira, 31 de dezembro de 2013

SUBSTITUTOS NÃO ANUNCIADOS

Se o nome de um jogador consta da Ordem de Batedores (Batting Order”) original e, antes que ele atue como batedor, outro jogador ocupa a sua posição no campo  ou no “batter’s box”, sem que tenha havido notificação ao árbitro, o jogador que “tomou o lugar do outro” deve ser considerado apenas como um jogador substituto. Isso não é uma situação de batedor fora de ordem em que o técnico oponente pode protestar mais tarde no jogo. Conforme está previsto na Regra Oficial 3.08 (b), qualquer jogada feita,  ou qualquer rebatida dada, por tal substituto não anunciado é legal.
 
Fonte: Manual do Árbitro da N.A.P.B.L. - National Association of Professional Baseball Leagues

ÁRBITRO DE “HOME” ESTORVA O RECEPTOR

Um eliminado. O corredor da 1ª base tentou roubar a 2ª base. No momento em que o receptor se preparou para lançar à 2ª base, o árbitro de “home” estorvou-o; em razão disso o lançamento saiu descontrolado –a bola foi parar no jardim central. Enquanto isso, o corredor chegou à 3ª base.
 
O árbitro deve sinalizar que cometera Interferência. Terminada a jogada, deve dar a sua decisão. Como o corredor não foi eliminado, a bola torna-se morta e ele tem de retornar à 1ª base. Se nessa jogada o corredor tivesse sido “out”, a eliminação seria mantida e a bola continuaria viva; a Interferência do Árbitro seria desconsiderada.

[Regras: 2.00 “INTERFERENCE” (c), 5.09 (b) – vide NOTA e NOTA]

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

LUVA ESCAPA DA MÃO NO MOMENTO EM QUE TENTA FAZER UMA DEFESA

Rebatida “line drive” ao espaço entre a 3ª base e o interbases. Quando o defensor da 3ª base “mergulhou” para tentar efetuar a defesa, a luva soltou-se da mão, acidentalmente, e atingiu a bola.
 
Como o defensor soltou a luva, involuntariamente, não há penalidade.

[Comentário – Regra 7.05 (b) a 7.05 (e)]   

SUBSTITUTO PARA JOGADOR MACHUCADO OU NÃO HABILITADO

Qualquer jogador (exceto um arremessador) que substitui um jogador machucado ou não habilitado deve ser autorizado a efetuar cinco lançamentos de aquecimento.
 
Fonte: Manual do Árbitro da N.A.P.B.L. - National Association of Professional Baseball Leagues

domingo, 29 de dezembro de 2013

DEFENSOR CHUTA UMA BOLA REBATIDA

Rebatida “ground” fraca para o espaço entre os defensores da 2ª base e 1ª base. O defensor da 2ª base avançou para efetuar a defesa, mas, percebendo que não conseguiria eliminar o batedor-corredor com uma jogada normal, parou a bola com os pés e chutou-a em direção à 1ª base. Foi um chute forte e perfeito. A bola chegou às mãos do defensor da 1ª base antes de o batedor-corredor pisar a base. O árbitro declarou-o “out”. A decisão dada pelo árbitro está correta? Um defensor pode parar com os pés ou chutar uma bola rebatida?
 
O árbitro decidiu corretamente. Um defensor pode parar uma bola (rebatida, lançada ou arremessada) com qualquer parte do seu corpo; pode também chutá-la para um companheiro. Não há regra que proíba isso.
 
 
O vídeo acima mostra o jardineiro direito chutando a bola para o defensor da 1ª base.

SERVIÇO DE SOM

Os clubes devem instruir o pessoal do serviço de som para não ligar os aparelhos quando a bola está prestes a ser posta em jogo. O som deve ser desligado tão logo o batedor entre no “batter’s box” e o arremessador se posicione sobre o “piitcher’s plate”. O serviço de som não pode atuar de maneira que possa incitar espectadores a reagir de forma negativa a decisões dos árbitros.  
 
Para o propósito deste regulamento, o termo “serviço de som” deve incluir execução de músicas no estádio, a voz do locutor e do operador do placar.
 
Se a violação deste regulamento ocorrer durante o jogo, o árbitro poderá advertir o encarregado do serviço de som. Se após a primeira advertência a mesma falta se repetir, o árbitro poderá dispensar os serviços de quem não estiver trabalhando adequadamente, pelo resto do jogo. O presidente da Liga, ao receber um relatório do árbitro sobre tal situação, tem autoridade para multar o clube pela falta cometida por seu funcionário. Qualquer reclamação em tal situação deve ser tratada de acordo com os procedimentos normais da Liga.
 
Os árbitros são aconselhados a não serem excessivamente rigorosos na aplicação deste regulamento. Deve ser usado bom senso por todas as partes envolvidas.

Fonte: Manual do Árbitro da N.A.P.B.L. - National Association of Professional Baseball Leagues 

ARREMESSADOR EFETUA O ARREMESSO QUANDO O RECEPTOR ESTÁ COM UM DOS PÉS FORA DO “CATCHER’S BOX”

Um "out", corredor na 2ª e 3ª base. A equipe na defensiva decidiu adotar a estratégia de encher as bases concedendo quatro "balls" intencionais ao batedor. Quando o receptor se levantou e colocou um pé fora do "catcher's box", o arremessador efetuou o arremesso. Há algum problema?
 
O árbitro deve declarar um "balk". Se o receptor deixa o "catcher's box" depois que o arremessador solta a bola, não há problema.

[Regra 8.05 (l) – vide NOTA] 

sábado, 28 de dezembro de 2013

REGULAMENTOS DE CAMPO

Os árbitros devem ter certeza de que estão inteiramente familiarizados com os regulamentos de campo antes de o jogo ser iniciado. Grupos que trabalham num estádio pela primeira vez numa temporada devem inspecioná-lo bem antes do início de um jogo, para conhecerem todas as peculiaridades físicas que possam apresentar. Não hesitem em fazer perguntas na reunião pré-jogo se tiverem dúvidas.
 
Fonte: Manual do Árbitro da N.A.P.B.L. - National Association of Professional Baseball Leagues

CORREDOR FORA DA BASE ESTORVA DEFENSOR QUE ESTÁ TENTANDO APANHAR UM “FOUL FLY”

Aconteceu num jogo de beisebol. Corredor na 1ª e 3ª base. O batedor levantou um “fly” para as proximidades do “dugout” do lado da 3ª base. O defensor da 3ª base, ao movimentar-se para tentar apanhar a bola no ar, colidiu com o corredor, que estava fora da base, e foi ao solo. Na opinião do árbitro, o defensor teria efetuado a defesa se o corredor não o atrapalhasse.  Que decisão deve ser tomada?
 
O corredor é “out” em razão da infração cometida (Interferência da Ofensiva), e o batedor continua batendo, com um “strike” adicional –se a contagem de bolas arremessadas (“ball count” ) anterior à rebatida era menos de dois “strikes”.

[Regras: 7.08 (b), 7.09 (j)]

Fonte: DIAMOND CHALLENGE, de Jim Evans           

Se o lance acima tivesse ocorrido num jogo de softbol, seria aplicada a Regra 8 – Seção 9n.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

ARREMESSADOR PORTANDO SUBSTÂNCIA ESTRANHA

O arremessador não deve ter no seu corpo, ou em seu poder, qualquer substância estranha; por violação desta regra, será expulso do jogo imediatamente. Além disso, deve ser suspenso automaticamente. Nas Ligas da Associação Nacional, a suspensão automática deve ser por 10 jogos.
 
O termo “substância estranha” deve incluir qualquer objeto, material ou substância que, na opinião dos árbitros, poderia ser usada para desfigurar ou “adulterar” a bola de alguma forma.
Numa situação em que o arremessador se recusa a permitir que um árbitro inspecione seu equipamento, uniforme ou corpo quando há suspeita de uso de substância estranha, ele deve ser expulso do jogo.
Fonte: Manual do Árbitro da N.A.P.B.L. - National Association of Professional Baseball Leagues
[Regra 8.02 (b)]

É “BALK”

Quando havia corredor(es) em base, o arremessador posicionou-se sobre o "pitcher's plate" sem estar de posse da bola. Como deve ser decidido este caso?
 
É "balk". Quando o arremessador, sem estar de posse da bola, fica sobre o "pitcher's plate" ou com o “pitcher’s plate” entre suas pernas, ou enquanto está fora do “pitcher’s plate” simula um arremesso, o árbitro deve apontar a falta do arremessador.

[Regra 8.05 (i)]

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

“COACH” POSICIONADO FORA DO “COACHING BOX”

Tem sido prática comum por muitos anos alguns “coaches” colocarem um pé fora do “coach’s box”, ou  ficarem sobre uma linha do “coach’s box” mantendo-a entre suas pernas, ou, de alguma forma, permanecerem ligeiramente fora das linhas do “coach’s box”. O “coach” não deve ser considerado fora do “box”, a menos que o técnico da equipe oponente reclame. Havendo essa reclamação, o árbitro deve aplicar rigorosamente a regra e exigir que os “coaches” de ambas as equipes permaneçam o tempo todo dentro do “coach’s box”. 
 
É também prática comum o “coach” que tem uma jogada na sua base deixar o “coach’s box” para mandar o jogador deslizar, avançar ou retornar a uma base. Isso poderá ser permitido se ele não interferir na jogada de alguma maneira.
 
Fonte: Manual do Árbitro da N.A.P.B.L. - National Association of Professional Baseball Leagues
 
[Comentário- Regra 4.05 (b)]

CONCESSÃO DE BASES

Nenhum eliminado, corredor na 1ª base, rebatida “fly” na direção do jardim direito. O corredor, achando que a bola seria apanhada no ar, deu alguns passos em direção à 2ª base e parou. O jardineiro direito não conseguiu efetuar a defesa; e ao tentar eliminar o batedor-corredor, fez um mau lançamento –a bola saiu do campo de jogo.  
 
Quando a bola de um lançamento mal executado sai do campo de jogo (é bola morta), cada corredor adquire o direito de avançar duas bases, sem o risco de ser eliminado, a partir da base onde estava quando a bola saiu da mão do defensor. Se o batedor-corredor tivesse chegado à 1ª base no momento em que o jardineiro direito efetuou o lançamento, ser-lhe-ia concedida a 3ª base, mas como o corredor da 1ª base estava entre a 1ª e a 2ª bases, não haveria essa possibilidade; assim, ao corredor da 1ª base seria concedida a 3ª base, e ao batedor-corredor, a 2ª base.   
 
[Beisebol – Regra 7.05 (g) - REGRA APROVADA, Comentário – Regra 7.05 (g)]
 
(Softbol – Regra 8 – Seção 7f, Regra 8 – EFEITO – Seção 7f) 

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

JOGO PERFEITO ("PERFECT GAME")

Jogo Phillies x Marlins. Roy Halladay do Phillies fez um jogo perfeito espetacular (11 "strikeout").

 
Jogo perfeito é aquele em que um arremessador não permite que batedores da equipe adversária alcancem a 1ª base e assegura a vitória de sua equipe.

DEFENSOR ATIRA A LUVA E ATINGE UMA BOLA REBATIDA “FAIR”

Rebatida “fair” para as proximidades da linha da 1ª base. O arremessador esforçou-se para efetuar a defesa, porém a bola bateu na ponta de sua luva e desviou. Para evitar que ela entrasse no “bench”, o arremessador atirou a luva e conseguiu acertá-la. 

Como a luva atirada teve contato com uma bola “fair”, o batedor-corredor pode avançar três bases, sem o risco de ser eliminado. A regra deve ser aplicada mesmo que essa bola tenha sido tocada por um defensor. A bola permanece em jogo e o batedor pode avançar para “home”, correndo o risco de ser eliminado.

[Regra 7.05 (c) – vide NOTA]

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

AAABSB - DIRETORIA PARA O BIÊNIO 2014 - 2015


PRESIDENTE       ........................................................    EVERALDO MEDEIROS MARCOS

1º- Vice-Presidente      ..............................................    PAULO YSSAMU YAMADA

2º- Vice-Presidente      ..............................................    LUIZ ITIKAWA (Paraná)

3º- Vice-Presidente      ...............................................  OTACILIO SAKAI (Mato Grosso)

SECRETÁRIO GERAL        .............................................. MILSON AOKI

Secretário Softbol          ..............................................  JORGE AFUSO

TESOUREIRO GERAL       .............................................  MOACIR KADOWAKI

Tesoureiro Beisebol      ..............................................  YUKIO KITAMURA

Tesoureiro Softbol         .............................................. TAKAO HORIUTI

DIRETOR TÉCNICO GERAL      .....................................  CHUNYTI MORITACA

Diretor Técnico Capital         ......................................   EIKI UEHARA

Diretor Técnico Interior        ......................................   NAOYOSHI GOTO

Diretor Técnico Paraná         ......................................   HIROSHI NAGANO

DIRETOR DE PATRIMÔNIO  .......................................  HÉLIO TAGUSAGAWA

COORDENADOR GERAL DE ÁRBITROS  .....................   ALBERTO IWANO

Coordenadores Capital  .......................................        MASATOSHI YOKOTA e

                                                                                                  TAKASHI KIKUCHI

Coordenadores Interior     .......................................    YOSHIMI YAMAZAKI e

                                                                                                  KOJI NAKAMURA

Coordenadores Paraná    .......................................      HIROSHI NAGANO         

COORDENADORAS DE ANOTAÇÃO:

Coordenadora Capital      .........................................   MARIA SUNTO

Coordenadora Paraná      .........................................   CARMEM OKAWA

DIRETORES SOCIAIS     ..........................................      JORGE IRIE e

                                                                                                 HÉLIO TACACURA

DIRETOR JURÍDICO     ..............................................   KIYOSHI MIYAGI

DIRETORES DE MARKETING     ..................................  MARCELO NAKAYAMA e

                                                                                                 PAULO KOGIMA

DEPARTAMENTO MÉDICO      ....................................   YUKIO HATANO

CONSELHO FISCAL:

Membros efetivos      ...............................................   JORGE HIDAKA

                                                                                                  SOICHIRO SUNTO

                                                                                                  JOÃO ANDREOSSI

Membros suplentes      .............................................   ANGELO FRIGO

                                                                                                   NEY SATO

                                                                                                    HAJIME ASSAKURA
                                                                             
CONSELHO DELIBERATIVO:

PRESIDENTE       ........................................................    JORGE AKIHARU HIGAKI

Membros           .........................................................   YSSAO KATAYAMA

                                                                                                     PAULO SUZUKI

                                                                                                     AKIRA KIYUNA

                                                                                                     Prof.Dr. II-SEI WATANABE

                                                                                                     TATSUO YAMAGUCHI (Paraná)

EVERALDO MEDEIROS MARCOS
Presidente eleito para o biênio 2014 - 2015

ERROS NA ORDEM DE BATEDORES

Erros óbvios na Ordem de Batedores, que sejam notados pelo árbitro-chefe antes de ser dada a ordem “Play” para iniciar o jogo, devem ser levados ao conhecimento do técnico da equipe que os tenha cometido, para que a correção possa ser feita antes de o jogo começar. Por exemplo, se um técnico, inadvertidamente, tiver relacionado somente oito jogadores na Ordem de Batedores, ou tiver relacionado dois jogadores com o mesmo sobrenome, mas sem uma letra inicial que os identifique, e o erro for notado pelo árbitro antes de declarar “Play”, ele deverá mandar corrigir tal erro antes de dar início à partida. As equipes não devem ser surpreendidas, mais tarde, por algum equívoco que, obviamente, foi cometido por descuido, e que poderia ter sido corrigido antes de o jogo começar.
 
(Comentário - Regra 4.01)

É LEGAL SOPRAR UMA BOLA REBATIDA PARA O TERRITÓRIO “FOUL”?

Bert Haas, do Royals de Montreal de 1940, na Liga Internacional, Lenny Randle, do Seattle Mariners de 1981, e Kevin Seitzer, do Royals de Kansas City de 1987, têm uma coisa em comum: eles foram defensores da 3ª base que tentaram soprar uma bola “ground” fraca para o território “foul”, antes que ela alcançasse a “almofada” da 3ª base. Haas e Randle conseguiram, mas Seitzer não. A propósito, tal procedimento é legal?

 Bem, já foi considerado um lance legal, mas não é mais. No caso de Haas, o árbitro declarou um “foul ball”. O Giants, de Jersey City, não reclamou sobre o procedimento de  Haas, nem sobre a decisão do árbitro; mesmo que o tivesse feito, não havia na época regra que cobrisse tal situação. Logo depois disso, porém, o presidente da Liga, Frank Shaughnessy, considerou a “jogada” de Haas um ato ilegal.

 Larry McCoy, que foi o árbitro de “home” quando Randle fez a “jogada”, inicialmente declarou um “foul ball”, mas, corretamente, mudou sua decisão.

 (Regra 2.00 “OBSTRUCTION”)

 Fonte: “BIG  LEAGUE Baseball PUZZLERS”, de Dom Forker
 
 Lenny Randle
 
 
Kevin Seitzer
 

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

JOGOS PROTESTADOS

Quando um técnico protesta oficialmente um jogo alegando que uma decisão do árbitro está infringindo regras, ele tem de apresentar a reclamação ao árbitro-chefe antes do próximo arremesso ou antes de uma jogada ou tentativa de jogada. Um protesto que surge numa jogada que encerra um jogo pode ser protocolado até o meio-dia do dia seguinte no escritório da Liga.

Se um técnico protesta oficialmente um jogo, todos os árbitros devem se reunir, trocar ideias e discutir a jogada ou situação em que é baseado o protesto. Tem de ser averiguado pelo grupo se o árbitro que deu a decisão fez uma correta aplicação de regra. Se o grupo tiver certeza de que a decisão dada está correta, o árbitro-chefe deverá aceitar o protesto do técnico e fazer anunciar pelo serviço de som que a partida está sendo jogada sob protesto. O técnico oponente deve ser informado de que a partida está sendo jogada sob protesto. 
Para aceitar o protesto, os árbitros devem:
1. Apurar a exata razão ou motivos do técnico para protesto. Isso tem de ser feito antes de o protesto ser aceito. 
2. Deliberar como um grupo e assegurar-se de que a decisão está correta.
3. Ter o protesto anunciado através do sistema P.A. (serviço de som).
4. Anotar nos formulários de escalação a exata situação no momento do protesto (“inning”, placar, eliminações, corredores em base, batedor, contagem de bolas sobre o batedor e jogador da defensiva que deve bater primeiro no próximo “inning”).
Na manhã seguinte, os árbitros devem comunicar por telefone ao escritório da Liga que o jogo foi protestado e a razão para o protesto. Um relatório detalhado por escrito deve ser enviado ao escritório da Liga dentro de vinte e quatro horas. Os formulários de escalação (com a exata situação no momento do protesto) devem ser xerocopiados, e as cópias, retidas pelo grupo de árbitros. Os formulários de escalação originais com a anotação da situação no momento do protesto devem ser enviados ao escritório da Liga juntamente com o relatório por escrito.
Todos os árbitros do grupo devem assinar o relatório sobre um jogo protestado. 

Fonte: Manual do Árbitro da N.A.P.B.L. – National Association of Professional Baseball Leagues

QUANDO O BATEDOR REBATEU A BOLA ARREMESSADA, UM PÉ ESTAVA NO AR E FORA DO “BATTER’S BOX”

Um batedor destro posicionado no “batter’s box” com o pé esquerdo perto da linha dianteira acertou um “single” (rebatida indefensável de uma base). No momento em que seu “bat” teve contato com a bola, o pé esquerdo estava no ar e fora do “batter’s box”. A rebatida é válida?
 
Sim, a rebatida é válida. Não seria válida se o pé esquerdo estivesse no solo –e fora do “batter’s box”– quando rebateu o arremesso; nesse caso, o batedor seria eliminado por ação ilegal.

[Beisebol - Regra 6.06 (a)]
 
(Softbol - Regra 7 – Seção 6d)

domingo, 22 de dezembro de 2013

SAPATOS DE JOGADORES

Jogadores não devem usar sapatos que tenham cravos com ponta, similares aos usados no golfe ou atletismo. Não é permitido colocar acessórios exagerados, ou que possam causar distração, nos sapatos de jogadores, principalmente nos do arremessador. Jogadores não podem pedir “TIME” para trocar sapatos tão logo se tornem um corredor.

Fonte: Manual do Árbitro da N.A.P.B.L. – National Association of Professional Baseball Leagues

CONCESSÃO DE BASES

Corredor na 1ª e na 2ª bases, rebatida “ground” em direção à 3ª base. O defensor da 3ª base efetuou a defesa e lançou ao interbases, que estava cobrindo a 3ª base –o corredor da 2ª base foi declarado eliminado (“force out”*). Visando uma jogada dupla (“double play”*), o interbases despachou a bola à 1ª base, mas o lançamento foi mal executado –a bola tocou o solo e pulou para fora da cerca lateral. No momento em que o interbases fez o lançamento, o batedor-corredor não havia chegado à 1ª base e o corredor da 1ª base ainda estava entre a 1ª e a 2ª bases; quando a bola saiu do campo de jogo, o batedor-corredor  estava entre a 1ª e a 2ª bases, e o corredor da 1ª base, entre a 2ª e a 3ª bases.
 
Ao corredor da 1ª base será concedida a 3ª base, e ao batedor-corredor, a 2ª base.
 
(Nesse lance, cada corredor adquire o direito de avançar duas bases, sem o risco de ser eliminado, a partir da base onde estava no momento em que a bola saiu da mão do interbases.)

[Beisebol – Regra 7.05 (g)]
 
(Softbol – Regra 8 – Seção 7f, Regra 8 – EFEITO – Seção 7f)
 
*"Force out" = eliminação forçada: é aquela que pode ser feita somente quando um corredor perde o direito à base que está ocupando porque o batedor se torna um batedor-corredor, e antes que esse batedor-corredor (ou um corredor subsequente) tenha sido eliminado.
 
*"Double play" é uma jogada da defensiva na qual dois jogadores da ofensiva são eliminados em consequência de uma ação contínua, desde que não haja erro entre as eliminações.  

sábado, 21 de dezembro de 2013

DEFENSOR SAI DELIBERADAMENTE DO CAMPO DE JOGO APÓS APANHAR UM “FOUL FLY”

Softbol

Corredor na 1ª base. O jardineiro esquerdo apanhou um “foul fly” (bola rebatida que se eleva e vai ao território “foul”). O corredor fez “tag-up” (saiu legalmente da base) e avançou à 2ª base. Após efetuar a defesa, o defensor saiu deliberadamente do campo de jogo.
 
(1)   Quando o defensor saiu do campo de jogo, o corredor ainda não havia chegado à 2ª base.
 
(2)   Quando o defensor saiu do campo de jogo, o corredor já havia chegado à 2ª base.
 
Decisão: Como o defensor saiu deliberadamente do campo de jogo,
 
(1)   o corredor deve ser autorizado a ocupar a 3ª base;
 
(2)   o corredor deve ser autorizado a ir para “home”.
 
(O corredor tem o direito de avançar duas bases, sem o risco de ser eliminado, a partir da base onde estava no momento em que o defensor saiu do campo de jogo, ou seja, no momento em que a bola saiu do campo de jogo.)

(Regra 8 – Seção 7j, Regra 8 – EFEITO – Seção 7j)

Fonte: Official Softball Rule Case Book, editado pela JSA – Japan Softball Association

BATEDOR-CORREDOR É OBSTRUÍDO ANTES DE TOCAR A 1ª BASE

Nenhum "out", corredor na 2ª base, “ground ball” na direção da 3ª base. O defensor da 3ª base efetuou a defesa e tocou o corredor da 2ª base fora da “almofada” e, em seguida, lançou à 1ª base. Ocorre que, antes de a bola chegar às mãos do defensor da 1ª base, o batedor-corredor chocou-se com o arremessador –que atravessou à sua frente– e foi ao solo. Como decidir este lance?
 
Como a jogada de toque (“tag play”) do defensor da 3ª base ocorreu antes da Obstrução, o corredor da 2ª base é "out". Ao batedor-corredor deve ser concedida a 1ª base .

[Regra  7.06 (a) – vide NOTA 4]

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

ORDEM DE BATEDORES (“BATTING ORDER”)

O técnico, “coach” ou representante do clube local tem de entregar primeiro ao árbitro-chefe sua ordem de batedores, em duplicata, no formulário fornecido pela Liga (algumas Ligas fornecem o formulário em triplicata). Tão logo a equipe local entregue sua Ordem de Batedores ao árbitro-chefe, a responsabilidade sobre o campo fica inteiramente a cargo dos árbitros, e a partir desse momento eles terão autoridade exclusiva para determinar quando um jogo deve ser dado por terminado, suspenso ou reiniciado por causa do tempo ou das condições do campo de jogo.
 
Em seguida, o técnico, “coach” ou representante do clube visitante deve entregar ao árbitro-chefe sua ordem de batedores, em duplicata (ou triplicata), no formulário fornecido pela Liga. O técnico ou representante do clube visitante não tem o direito de examinar a Ordem de Batedores do clube local até que tenha entregue a sua Ordem de Batedores ao árbitro de “home”.
 
O árbitro-chefe deve certificar-se de que a via original e as cópias das Ordens de Batedores são idênticas, e que não há erros óbvios em nenhuma delas.  Depois de confirmado isso, ele deve entregar a cada técnico a cópia da Ordem de Batedores da equipe oponente. O árbitro deve ficar com a via original da Ordem de Batedores de cada equipe. As vias que ficam em poder do árbitro devem ser consideradas oficiais.
 
Se qualquer dos técnicos tirar um jogador da Ordem de Batedores depois de sua oficialização, o jogador assim removido não poderá, depois disso, entrar nesse jogo.
 
Fonte: Manual do Árbitro da N.A.P.B.L. - National Association of Professional Baseball Leagues

CONCESSÃO DE BASES

“Ground ball” para o campo interno. O interbases efetuou a defesa e lançou à 1ª base, mas não conseguiu eliminar o batedor-corredor –este pisou a “almofada” pouco antes de o defensor da 1ª base receber a bola e ultrapassou-a. Enquanto o batedor-corredor retornava à base, o defensor da 1ª base devolveu a bola ao arremessador. O lançamento, porém, foi mal executado; a bola tocou o solo e foi rolando para dentro do “bench” do lado da 3ª base.
 
A bola torna-se morta. O batedor-corredor deve ser mandado à 3ª base (a concessão é de duas bases a partir da base onde ele estava no momento em que o defensor soltou a bola).  

[Beisebol – Regra 7.05 (g)]
 
(Softbol – Regra 8 – Seção 7f, Regra 8 – EFEITO – Seção 7f)

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

BOAS FESTAS!


AAABSB agradece a todos que vêm prestigiando seu
blog e espera continuar merecendo tal atenção em
2014
 
DESEJAMOS A TODOS UM
 
ÓTIMO NATAL
 
E MUITAS REALIZAÇÕES NO
 
ANO NOVO!  

LUVA DE GOLFE (OU OUTRO TIPO DE LUVA)

O arremessador não deve ser autorizado a usar uma luva de golfe (ou outro tipo de luva) enquanto está arremessando. Outros jogadores da defensiva podem usar qualquer tipo de luva na mão que utiliza o ‘guraabu’*.
Fonte: Manual do Árbitro da N.A.P.B.L. - National Association of Professional Baseball Leagues
*‘Guraabu’ ou ‘Guroobu’ vem de “glove” (glâv), que quer dizer luva.

DOIS CORREDORES SOBRE A MESMA BASE – DEFENSOR DÁ ‘TATTI’* EM AMBOS

Corredor na 2ª e 3ª base, um eliminado, “ground ball”* na direção da 3ª base. O defensor da 3ª base efetuou a defesa e, surpreendendo o corredor da 3ª base fora da “almofada”, deu início a um “run-down play” (jogada de perseguição) entre a 3ª base e o “home plate”; o ágil corredor, porém, conseguiu retornar “safe” à sua base. Ocorre que, nesse momento, o corredor da 2ª base também estava sobre a 3ª base. O defensor então deu ‘tatti’ nos dois. Quem deve ser declarado “out”?
 
O corredor precedente tem direito à 3ª base. Assim, o corredor da 2ª base deve ser declarado eliminado no momento em que é tocado pelo defensor*.

[Beisebol – Regra 7.03 (a)]
 
(Softbol – Regra 8 – Seção 4d, Regra 8 – EFEITO – Seção 4d)
 
*O árbitro deve indicar que o corredor eliminado é o da 2ª base (fazer o gesto de "out" apontando para ele).
 
*’Tatti’ vem de “touch” (tâtch), que quer dizer toque, contato etc. Dar ‘tatti’, como costumamos dizer, é tocar o corredor (ou batedor-corredor) com a bola firmemente segura na mão ou luva.
 
*Ground ball” é uma bola rebatida que vai rolando ou pulando sobre o solo.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

RECEPTOR TEM CONTATO COM O BATEDOR ANTES DE O ARREMESSADOR EFETUAR O ARREMESSO

Se o receptor tem contato com o batedor antes de o arremessador soltar a bola, tal ato não deve ser considerado Interferência da Defensiva [não deve ser aplicada a Regra Oficial 6.08 (c)].  Em tais casos, o árbitro deve declarar “Time” e ordenar que o arremessador e o batedor recomecem desde o início.

“BALK” (1), “BALK” (2)

(1) O arremessador (destro) estava completamente parado após alongar os braços para cima (“stretch”). Tão logo o seu pé livre se levantou, o corredor da 1ª base arrancou em direção à 2ª base. Alertado pelo receptor sobre o que estava ocorrendo, o arremessador deu um passo em direção à 1ª base e parou. Os árbitros, corretamente, declararam um “balk” e mandaram o corredor à 2ª base.
 
Nessa jogada, se o arremessador tivesse feito um giro completo, sem hesitar, em direção à 1ª base e lançado à 2ª base, não seria “balk”. (Esse movimento não é interpretado como um lançamento a uma base desocupada.)

[Comentário – Regra 8.05 (b)]

(2) Para tentar surpreender o corredor da 1ª base fora da “almofada”, o arremessador (destro) mudou a posição do pé de apoio sobre o “pitcher’s plate” e, em seguida,  lançou ao defensor da 1ª base direcionando o pé livre à base. Há algum problema?
Para lançar à 1ª base sem sair do “pitcher’s plate”, o arremessador pode mudar a posição do pé de apoio sobre a placa, desde que o faça ao mesmo tempo que direciona o pé livre à base. Se fizer o lançamento direcionando o pé livre à base após ter mudado a posição do pé de apoio sobre o “pitcher’s plate”, será “balk”.
 [Regra 8.01 (c) – NOTA]

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

HOUVE OBSTRUÇÃO?

Para o técnico do Mets, não, porém para os árbitros, sim.

Jogo New York Mets vs. New York Yankees. Yankees no ataque. Rebatida “fly” ao jardim central (“centerfield”). O jardineiro central (“centerfielder”) apanhou a bola após ela tocar uma vez o solo (“one bound”) e lançou à 2ª base; o batedor-corredor foi tocado pelo interbases –que recebera a bola lançada pelo jardineiro central– antes  de chegar à base. O árbitro da 2ª base declarou-o eliminado, mas o árbitro da 1ª base  havia apontado uma Obstrução do defensor da 1ª base. O técnico do Mets reclamou, veementemente, mas a decisão do árbitro da 1ª base foi mantida.

 
(Na opinião do árbitro da 1ª base, o defensor da 1ª base, permanecendo parado no caminho da base –sem estar de posse da bola e sem estar em ação para apanhar a bola–, atrapalhou o batedor-corredor.)

[Regras: 2.00 "OBSTRUCTION", 7.06 (b)]