sexta-feira, 30 de março de 2012

DECISÃO SOBRE AS CONDIÇÕES DO CAMPO

Imediatamente após o árbitro principal ter recebido as escalações de ambas as equipes, começou a chover. O técnico da equipe local resolveu adiar o jogo. Ele pode fazer isso?

Beisebol
Não. Tão logo a Ordem de Batedores (“Batting Order”) da equipe local seja entregue ao árbitro principal, a responsabilidade sobre o campo de jogo fica inteiramente a cargo dos árbitros, e, a partir desse momento, eles terão autoridade exclusiva para determinar quando um jogo deve ser dado por terminado, suspenso ou reiniciado, por causa do tempo ou das condições do campo de jogo.

[Regra 4.01 (d)]

Softbol
A decisão sobre as condições do campo (se pode ou não ser utilizado para um jogo) deve ser dada somente pelo árbitro de “home”.

(Regra 5 – Seção 2)

quinta-feira, 29 de março de 2012

É "FAIR BALL"? OU É "FOUL BALL"?

Rebatida “fly” para o jardim esquerdo (“leftfield”).  A bola passou sobre a cerca em território “fair”, mas depois desviou e caiu atrás do território “foul”. É “fair ball”? Ou é “foul ball”?

É “fair ball”. É um “home run”. Um “fly” que passa sobre a cerca do fundo deve ser julgado –se é “fair” ou “foul”—de acordo com a posição da bola em relação à linha de “foul”, incluindo o poste de “foul”, independentemente de onde ela caia. Vale lembrar que uma bola rebatida em voo que atinge o poste de “foul” é “fair ball” (se a bola tocar o poste de “foul” acima do nível da cerca, será concedido um “home run”). 
[Beisebol – Regras: 2.00 “FAIR BALL”, 6.09 (d)]

(Softbol – Regras: 1 – Seção 29f/Seção 29g, 8 – Seção 1g-1/1g-3, 8 - EFEITO – Seção 1g)

quarta-feira, 28 de março de 2012

O DEFENSOR EQUIVOCOU-SE

Um eliminado, bases lotadas, rebatida fly para o campo interno. Era uma bola facilmente defensável pelo interbases. O árbitro da 2ª base declarou “INFIELD FLY!” e eliminou o batedor-corredor. Ocorre que o interbases, ao perceber que o defensor da 3ª base vinha a toda em sua direção, distraiu-se momentaneamente e acabou derrubando a bola. Os corredores, então, deixaram suas bases e arrancaram em direção às bases seguintes. O defensor da 3ª base apanhou a bola que estava rolando à sua frente e lançou-a ao defensor da 2ª base. Este recebeu o lançamento e, após pisar a base, jogou a bola ao arremessador achando que havia sido concretizada a terceira eliminação. O corredor foi declarado safe. O árbitro decidiu corretamente?

Sim. Como o batedor-corredor já estava eliminado pela regra de Infield Fly, o corredor da 1ª base não tinha a obrigação de desocupar a sua base. Portanto, para eliminá-lo o defensor da 2ª base teria de tê-lo tocado com a bola.

 [Beisebol – Regras: 2.00 “INFIELD FLY”, 2.00 “FORCE PLAY”, vide Regras 7.08 (c) e 7.08 (e)]

 (Softbol – Regras: 1 – Seção 35, 1 – Seção 56, vide Regra 8 – Seção 9b)

terça-feira, 27 de março de 2012

DEVE SER DECLARADA UMA OBSTRUÇÃO?

Corredor na 1ª e 2ª base, um eliminado, rebatida “ground” para o campo interno. O interbases “mergulhou” para tentar efetuar a defesa, porém a bola passou para trás e foi parar no “leftfield” (jardim esquerdo).  O corredor da 2ª base estava indo a todo vapor rumo à 3ª base, mas teve que diminuir a velocidade para desviar do interbases, que permanecia deitado no chão; e devido a isso teve seu avanço retardado.  Enquanto isso, o jardineiro esquerdo devolveu a bola à 3ª base. O árbitro da 3ª base sinalizou uma Obstrução e mandou o corredor ocupar a 3ª base.   

O árbitro deu essa decisão porque, na sua opinião, houve Obstrução, já que o defensor que retardou o avanço do corredor não estava de posse da bola, nem em ação para apanhar a bola.

Comentário - Regra 2.00 (“OBSTRUCTION”): Se um defensor está prestes a receber uma bola lançada que está voando diretamente em sua direção, e se essa bola está perto demais de forma que ele precise se posicionar para apanhá-la, tal defensor pode ser considerado “em ação para apanhar uma bola”. A decisão –se ele estava ou não em ação para apanhar uma bola— fica inteiramente a critério do árbitro.  Depois que um defensor tiver tentado, sem êxito, apanhar uma bola, ele não mais poderá ser considerado “em ação para apanhar a bola”. Por exemplo: um defensor do campo interno “mergulha” na direção de uma bola rebatida que vai rolando sobre o solo (“ground ball”), mas não consegue pegá-la. A bola passa para trás, mas ele continua deitado no chão e retarda o avanço de um corredor. É muito provável que ele tenha obstruído o corredor.

segunda-feira, 26 de março de 2012

INTERFERÊNCIA NÃO INTENCIONAL

Um corredor do Houston Astro estava bem afastado da 1ª base quando o batedor acertou uma rebatida forte em direção ao defensor da 1ª base do Atlanta Braves, Gerald Perry.

O corredor, achando que Perry eliminaria primeiro o batedor-corredor, pisando a 1ª base, retornou deslizando após ter ameaçado ir à 2ª base. Ocorre que Perry lançou ao defensor da 2ª base, Ron Gant, para tentar uma jogada dupla (“double play”). O lançamento de retorno à 1ª base, porém, desviou ao atingir o corredor eliminado na jogada forçada (“force play”), que continuava no chão, em contato com a “almofada”. Enquanto isso, o batedor-corredor pisou a 1ª base.

Decisão: Interferência não intencional não é considerada uma infração. Portanto, o batedor-corredor é “safe”.

[Regra 7.09 (e), Comentário – Regra 7.09 (e)] 

Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker

domingo, 25 de março de 2012

DEFENSOR DERRUBA A BOLA EM “TAG PLAY”*/“FORCE PLAY”*

Jogada 1: Rebatida “ground” ao campo interno. O corredor da 2ª base, achando que seria um “base hit” (rebatida indefensável), arrancou em direção à 3ª base. O interbases, porém, conseguiu efetuar a defesa e tocou-o quando ele estava passando na sua frente.  Ocorre que, no momento do toque, a bola escapou de sua luva e foi ao solo. (O corredor chegou à 3ª base enquanto a bola continuava no chão.)

Jogada 2: Rebatida “ground” ao campo interno. O defensor da 3ª base efetuou a defesa e fez um mau lançamento à 1ª base. O defensor da 1ª base apanhou a bola, com muita dificuldade, antes de o batedor-corredor pisar a base, mas não conseguiu mantê-la firmemente segura em sua luva –a bola foi ao solo. (O batedor-corredor alcançou a base enquanto a bola continuava no chão.) 

Em ambos os casos o árbitro deve sinalizar a falha do defensor no momento em que a bola vai ao solo (apontar para a bola) e dizer com voz alta: “BOLA NO CHÃO!” ou “A BOLA CAIU!”. E quando o corredor alcança a base, deve declarar “SAFE!” e fazer o gesto correspondente.

*“TAG PLAY” (Jogada de Toque):  Para eliminar o corredor, o defensor tem de tocá-lo com a bola.

*“FORCE PLAY” (Jogada Forçada): Para eliminar o corredor, o defensor tem de tocá-lo com a bola ou tocar a base para a qual ele é obrigado a avançar.

sexta-feira, 23 de março de 2012

INTERFERÊNCIA DO ESPECTADOR

Corredor na 3ª base, um eliminado, rebatida “fly” grande para o campo externo. Quando o “centerfielder” (jardineiro central) se preparava para efetuar a defesa posicionando-se bem próximo à cerca entre o “centerfield” (jardim central) e o “leftfield” (jardim esquerdo), um espectador esticou-se para dentro do campo e, dando um tapa na sua luva, impediu que ele apanhasse a bola. Como deve ser decidido este lance?

O batedor deve ser declarado eliminado em razão da Interferência cometida pelo espectador. A bola torna-se morta. Se o árbitro julgar que, devido à distância alcançada pela bola rebatida, o corredor da 3ª base teria chegado a salvo (“safe”) ao “home plate” após a pegada (“catch”) se o defensor tivesse efetuado a defesa, deverá permitir que ele anote ponto.   

(Regra 3.16 – REGRA APROVADA, Comentário – Regra 3.16, vide EXEMPLO)

quinta-feira, 22 de março de 2012

XVI CURSO DE ARBITRAGEM EM BEISEBOL - CERIMÔNIA DE ENTREGA DE CERTIFICADOS

Aconteceu no dia 17 de março de 2012, no Lorena Flat, a entrega dos Certificados de Conclusão do XVI Curso de Arbitragem em Beisebol.

Estiveram presentes e compuseram a mesa os seguintes senhores: Chunyti Moritaca (presidente da AAA), Olivio Sawasato (presidente da Federação Paulista de Beisebol e Softbol), Everaldo Medeiros (vice-presidente da AAA), Jorge Higaki (presidente do Conselho Deliberativo), Prof. Dr. Ii-Sei Watanabe (membro do Conselho Deliberativo), Yssao Katayama (membro do Conselho Deliberativo), Akira Kiyuna (membro do Conselho Deliberativo) e Paulo Suzuki (membro do Conselho Deliberativo).


Estiveram presentes também diversos diretores da AAA, que foram apresentados pelo presidente aos novos colegas árbitros.

A AAABSB agradece ao Sr. Carlos Omori pelo apoio na realização dessa cerimônia nas dependências do Lorena Flat.

Alberto Iwano
Secretário de Beisebol AAABSB





CORREDOR ESTORVA UM DEFENSOR QUE ESTÁ TENTANDO APANHAR UMA BOLA REBATIDA

Corredor na 1ª base, nenhum eliminado. O batedor executou um “bunt” perfeito para “empurrar” o corredor para a 2ª base –a bola foi rolando rente à linha de “foul” da 1ª base. O arremessador deslocou-se rapidamente em direção à bola, e quando se agachou para apanhá-la o batedor-corredor, que estava correndo dentro da faixa de três pés (com o pé esquerdo sobre a linha de “foul”), teve contato com ele e estorvou a sua jogada.  O árbitro da 1ª base eliminou-o, aplicando a Regra 7.08 (b). O técnico da equipe na ofensiva reclamou, mas o árbitro manteve a decisão.

Decisão correta. O batedor-corredor teria que ter desviado do arremessador para não atrapalhar a jogada.  

Regra 7.08 (b) – NOTA 2: Mesmo que o corredor esteja correndo dentro da área a que se referem as Regras 6.05 (k) e 7.08 (a), se o árbitro julgar que esse corredor estorvou o defensor que estava tentando apanhar uma bola rebatida, deverá eliminá-lo aplicando esta regra.

quarta-feira, 21 de março de 2012

CORREDOR “ESPERTO”

Jogo Red Sox vs. Rangers.  Red Sox tem Dwight Evans na 3ª base, Marty Barrett na 2ª base, e Wade Boggs na 1ª base. Nenhum “out”. Mike Greenwell acerta um “ground” forte na direção do interbases. Barrett, antevendo uma jogada dupla, deixa a bola atingi-lo, pensando que, assim, somente ele seria eliminado por Interferência. Como o árbitro da 2ª base deve decidir este lance?

Se, na sua opinião, Barrett interferiu no curso da bola, com clara intenção  de evitar uma jogada dupla, deve eliminá-lo, e deve eliminar também  Greenwell. Neste caso, os demais corredores não podem avançar nem anotar ponto.

[Regra 7.09 (f)]

Uma vez, o árbitro Ron Luciano deu essa decisão contra Toby Harrah do  Texas Ranger. Seguiu-se uma acalorada discussão, mas sua decisão, obviamente, prevaleceu.
Jack Robinson do Brooklyn Dodgers também lançou mão dessa artimanha várias vezes em sua carreira na Major League,  e em alguns casos saiu-se bem.

Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker

terça-feira, 20 de março de 2012

O BATEDOR-CORREDOR ULTRAPASSOU O CORREDOR DA 1ª BASE

Nenhum “out”, corredor na 1ª base, rebatida “fly” para ‘gaiya’*. O corredor, imaginando que o jardineiro central apanharia a bola no ar, ficou parado nas proximidades da 1ª base. O defensor, porém, não conseguiu efetuar a defesa –a bola bateu na sua luva e foi ao solo. Vendo isso, o batedor-corredor passou pela 1ª base legalmente e arrancou em direção à 2ª base, deixando o corredor da 1ª base para trás.

O batedor-corredor deve ser declarado eliminado por ter ultrapassado um corredor precedente. A bola permanece em jogo.

 [Beisebol: Regra 7.08 (h)]

 (Softbol: Regra 8 – Seção 9f)

 No momento em que ocorre a ultrapassagem, o árbitro que observou o lance deve apontar para o jogador que cometeu a infração e declará-lo eliminado, fazendo o gesto de “OUT”.

*‘Gaiya’ é um termo japonês; significa campo externo (GAI = externo; YA = campo). ‘Gaiya’ = “outfield”.

segunda-feira, 19 de março de 2012

DEFENSOR POSICIONADO COM UM PÉ EM TERRITÓRIO “FOUL”

Corredor na 1ª base. O defensor da 1ª base estava posicionado com um dos pés pisando o território “foul”. Antes de o árbitro da 1ª base adverti-lo sobre a irregularidade, houve uma rebatida “ground” na direção do defensor da 3ª base; e com a jogada 5-4-3 o corredor da 1ª base e o batedor-corredor foram eliminados. A equipe na ofensiva reclamou e queria que a jogada fosse anulada, uma vez que o defensor da 1ª base estava posicionado ilegalmente. A reclamação é justa?

Não. Como a equipe na defensiva não foi favorecida em razão do posicionamento ilegal do defensor da 1ª base, a jogada deve ser considerada normal.

(Regra 4.03  – vide NOTA)

domingo, 18 de março de 2012

REGRAS DE ANOTAÇÃO

Rebatida “ground” fraca na direção do defensor da 3ª base. Este apanha a bola, mas subestimando a velocidade do corredor faz o lançamento à 1ª base com excessiva tranquilidade. O batedor-corredor é “safe”. Deve ser anotado um erro ao defensor?

Desde que não seja a causa de uma jogada mal executada, a demora para lançar a bola não deve ser considerada um erro.

(Comentário - Regra 10.13)

REBATIDA VÁLIDA

Nas transmissões de jogos da Major League Baseball (MLB), o comentarista utiliza o termo Rebatida Válida para se referir a um “Base Hit”. 

Rebatida Válida, para nós, é qualquer rebatida “fair”, e “Base Hit” é  uma rebatida “fair” por meio da qual o batedor alcança a 1ª base (ou qualquer base subsequente), com segurança (“safe”), sem que tenha ocorrido erro na ação defensiva.

Rebatida Válida = Rebatida “Fair”; “Base Hit” = Rebatida “Fair” indefensável.

sábado, 17 de março de 2012

BOLA ARREMESSADA TOCA O SOLO APÓS PASSAR PELA ZONA DE STRIKE E ATINGE O BATEDOR

Um arremesso curveball* quicou na frente do batedor –este estava posicionado afastado (atrás do home plate) no batter’s box—, após passar pela zona de strike, e atingiu-o, apesar de ele ter tentado se esquivar da bola.  O árbitro deve mandá-lo à 1ª base?

Não. Deve declarar um strike. A bola torna-se morta e nenhum corredor pode avançar.

[Regras: 2.00 “STRIKE” (b), 6.08 (b) – REGRA APROVADA, 6.08 (b) - NOTA 4]

NOTA 4: Quando um arremesso toca o solo e atinge o batedor, apesar de ele ter tentado se esquivar da bola, o árbitro deve conceder-lhe a 1ª base. Exclui-se, entretanto, o caso em que o batedor é atingido por um arremesso que toca o solo após ter passado pela zona de strike.

 *CURVEBALL é uma bola arremessada que faz curva quando se aproxima do “home plate”. Esse tipo de bola é conhecido entre nós por ‘KAABU’. ‘KAABU’ vem de CURVE (kaav), que quer dizer curva.

sexta-feira, 16 de março de 2012

BATEDOR REBATE UMA BOLA COM UM OU AMBOS OS PÉS TOCANDO O “HOME PLATE”

O batedor pode rebater uma bola enquanto está com um ou ambos os pés tocando o “home plate”, desde que esse(s) pé(s) esteja(m) em contato com as linhas do “batter’s box”.  

Regra 6.06 (a): Um batedor é eliminado por ação ilegal quando rebate uma bola com um ou ambos os pés no solo completamente fora do “batter’s box”. 
As linhas que delimitam o “batter’s box” são consideradas dentro dessa área destinada ao batedor. Portanto, se o batedor rebate a bola enquanto seu(s) pé(s) está(ão) mantendo contato com essas linhas, a rebatida é válida, ainda que tal(is) pé(s) esteja(m) tocando o “home plate”.

Exemplo: O batedor prepara-se para executar um “bunt”.  Seu pé direito está tocando a linha do “batter’s box” e o “home plate”. Sua jogada é perfeita –a bola rebatida vai em direção á 3ª base e ele chega tranquilamente á 1ª base. A jogada é válida?
Sim. O batedor é “safe”. Ele seria eliminado se o pé não estivesse tocando a linha do “batter’s box”.  

Fonte: DIAMOND CHALLENGE, de Jim Evans

No softbol, o batedor é eliminado quando rebate uma bola com qualquer parte de um pé tocando o “home plate”.
(Regra 7 – Seção 6d)

Exemplo: Tentando evitar ser atingido pela bola arremessada --o arremesso descontrolado poderia acertar suas costas--, o batedor colocou ambos os pés sobre o “home plate”.  Nesse momento, a bola atingiu seu “bat” e rolou para o território “foul”. Como deve ser decidido este caso?
Quando o “bat” tem contato com a bola arremessada enquanto o batedor está com um ou ambos os pés tocando o “home plate”, o árbitro deve declarar uma Rebatida Ilegal, sem levar em consideração se esse(s) pé(s) estava(m) ou não em contato com as linhas do “batter’s box”.  O batedor é “out” e a bola torna-se morta.  

Regra 7 – Seção 6d: O batedor é eliminado quando rebate uma bola arremessada, com um ou ambos os pés em contato com o solo completamente fora das linhas do “batter’s box”, ou com qualquer parte de um pé tocando o “home plate”, independentemente de a bola rebatida ser “fair” ou “foul”.
Fonte: OFFICIAL SOFTBALL RULE CASE BOOK, editado pela JSA – Japan Softball Association (Associação de Softbol do Japão)

quarta-feira, 14 de março de 2012

EQUÍVOCO MENTAL

Um “out”, corredor na 3ª base. O batedor é eliminado por “strike”. Achando que era a terceira eliminação, o receptor jogou a bola ao árbitro de “home”.  Este, percebendo a situação, afastou-se rapidamente, porém não conseguiu desviar da bola que caía à sua frente.  (A bola bateu no seu peito e rolou até as proximidades da linha de “foul”.) Enquanto isso, o corredor pisou o “home plate”. Como deve ser decidido este caso?

Foi anotado um ponto. O fato de a bola ter tocado o árbitro não deve ser levado em consideração. A bola permanece em jogo.
(Regra 5.08)
oo 0 ooo
Ocorreu num jogo da Major League: Blue Jays estava com Tony Fernandez na 3ª base, George Bell na 2ª base, e Fred McGriff  no “batter’s box”. Um “out”. Contagem de bolas (“ball count”): 3 - 2 (três “balls” - dois “strikes”). No derradeiro arremesso, McGriff  foi eliminado por “strike” (“strike out”).
O receptor do Brewer, pensando que havia sido completado o terceiro “out”, atirou a bola para o ar e caminhou em direção ao “dugout”. O árbitro de “home”, que ficara   momentaneamente confuso, apanhou a bola e rolou-a na direção do montículo (“mound”). Enquanto isso, Fernandez e Bell cruzaram o “home plate”.
Como o árbitro de “home” deve resolver o equívoco mental duplo?
Muito simples. Deve validar os dois pontos. O fato de o árbitro ter manuseado a bola não teve influência sobre os avanços de Fernandez e Bell ao “home plate” na jogada. Este caso deve ser tratado da mesma forma que quando o árbitro é atingido acidentalmente por uma bola lançada. A bola permanece em jogo.
Fonte: BIG LEAGUE Baseball  PUZZLERS, de Dom Forker

terça-feira, 13 de março de 2012

XVI CURSO DE ARBITRAGEM EM BEISEBOL

Terminou neste domingo, dia 11 de março, o XVI Curso de Arbitragem em Beisebol da AAABSB,  realizado no campo do Gecebs. Concluiram o curso 16 alunos, agora árbitros:


Arnaldo Vieira Gecebs
Caio Pellegatti Gecebs
Guilherme R.B.dos Santos Gecebs
Mário Yoshito Iwata Gecebs
Rhobins Takanobu Naoi Gecebs
Ricardo Kawakami Gecebs
Sérgio Nakaya Gecebs
Claudionor Arbigaus Atibaia
Eduardo Akiti Cooper
Paulo Henrique Yashima Cooper
Roberto Masuda Cooper
Fabricio Shigueru Catae Gigantes
Raul Yukio Morikawa Mogi
Caio Junji Tanaka Nippon Blue Jays
Ricardo Koiti Shiraishi Nippon Blue Jays
Ricardo Massaaki Shimoda Nippon Blue Jays


Parabéns e sucesso a todos!

A AAABSB agradece aos dirigentes do Gecebs pelo apoio na realização desse curso.

CORREDOR ELIMINADO COMETE INTERFERÊNCIA

Nenhum eliminado, bases lotadas, rebatida “ground” para ‘naiya’*. O interbases apanhou a bola e, lançando-a rapidamente à 2ª base, eliminou o corredor da 1ª base. Este, prevendo uma jogada dupla, deslizou, com os dois pés levantados, em direção ao defensor da 2ª base –que estava fora da linha de base iniciando seu lançamento à 1ª base—e colidiu, intencionalmente, com ele.  (Em razão disso, o defensor da 2ª base não conseguiu fazer a jogada sobre o batedor-corredor.)
 
Beisebol
 
O batedor-corredor, que era o alvo da jogada, deve ser declarado eliminado.  
 
[Regras: 2.00 “INTERFERENDE” (a), 7.09 (e)]
 
Softbol
 
O corredor que estava mais perto do “home plate” no momento da Interferência –o da 3ª base—deve ser declarado eliminado. 
 
(Regras: 1 – Seção 60a, 8 – Seção 9o – NOTA)
 
*‘Naiya’ é um termo japonês; significa campo interno (NAI = interno; YA = campo). ‘Naiya’ = “infield”.

segunda-feira, 12 de março de 2012

OBSTRUÇÃO OU INTERFERÊNCIA?

Nenhum eliminado, corredor na 1ª e 2ª base. Lenny Dykstra do Phillies, ao executar um “bunt”, levantou um pequeno “fly” entre o montículo (“mound”) e a linha da 1ª base. O arremessador do Padres  “mergulhou” em território “fair” para tentar apanhar a bola no ar, mas não conseguiu –a bola tocou a sua luva e desviou para o território “foul”. Nessa tentativa de defesa, o arremessador chocou-se com Dykstra e derrubou-o. Enquanto isso, o receptor Benito Santiago apanhou a bola e lançou-a ao defensor da 1ª base. Dykstra deve ser eliminado?

Não. No momento em que colidiu com Dykstra, sem estar de posse da bola, o arremessador cometeu uma Obstrução, e nesse caso a bola fica morta. Dykstra deve ser autorizado a ocupar a 1ª base e os outros corredores devem avançar às bases que, na opinião do árbitro, teriam alcançado se não tivesse ocorrido a Obstrução.

[Regras: 2.00 “OBSTRUCTION”, 7.06 (a)]

Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker

Se um lance como o apresentado acima ocorrer num jogo de softbol, será aplicada a Regra 8 – Seção 7b/1. A bola ficará morta. Ao batedor-corredor e a cada corredor afetado pela Obstrução será(ão) concedida(s) a(s) base(s) que, na opiniãodo árbitro, teriam alcançado se a defensiva não tivesse cometido a falta (Regra 8 – EFEITO – Seção 7b/3).

domingo, 11 de março de 2012

O DEFENSOR DA 1ª BASE PEGA A BOLA LANÇADA ANTES QUE O BATEDOR-CORREDOR CHEGUE À BASE, PORÉM COM O PÉ FORA DA “ALMOFADA”

Rebatida ground para o espaço entre o interbases e o defensor da 2ª base. O interbases, deslocando-se rapidamente na direção da bola, conseguiu efetuar a defesa com muita dificuldade nas proximidades da 2ª base; e ao tentar eliminar o batedor-corredor, fez um mau lançamento à 1ª base.  O defensor da 1ª base apanhou a bola antes de o batedor-corredor chegar à base, mas ao esticar o corpo soltou o pé da base.  (O batedor-corredor pisou a base enquanto o defensor estava ainda com o pé fora da “almofada”.)   

Após declarar “SAFE!”, o árbitro deve sinalizar que o defensor estava fora da base quando apanhou a bola –mover ambos os braços juntos para o lado direito ou esquerdo do corpo (isso para indicar a direção do pé que perdeu o contato com a base)—e dizer com voz alta:  “FORA DA BASE!”, “SAIU DA BASE!”, “TIROU O PÉ DA BASE!” ou “NÃO PISOU A BASE!”.

Em seguida, deve repetir o gesto de safe e declarar outra vez: “SAFE!”,SAFE!”.

sábado, 10 de março de 2012

“FOUL TIP”

A bola arremessada triscou o “bat” e

(1) foi diretamente às mãos do receptor;

(2) após tocar a luva/mão do receptor, bateu no seu corpo, máscara ou protetor; 

(3) sem ter contato com a luva/mão do receptor, bateu no seu corpo, máscara ou protetor.

Nos três casos o receptor apanhou a bola antes de ela tocar o solo.

Nos casos (1) e (2) é um “foul tip”. Conta-se um “strike”, e se for o terceiro “strike” o batedor será eliminado.  A bola permanece em jogo. No caso (3) é um “foul ball”. Conta-se um “strike” somente quando o “ball count” (contagem de bolas) sobre o batedor é menos de dois “strikes”. A bola torna-se morta.

Nos casos (1) e (2), se a bola não tivesse sido agarrada seria um “foul ball”.

Deve-se aplicar esta regra tanto no beisebol como no softbol. Há, entretanto, um pequeno detalhe que deve ser lembrado. No softbol, a regra diz que, para ser considerada um “foul tip”, a bola não pode subir além da cabeça do batedor. No beisebol, a regra nada diz a respeito.

[Beisebol – Regra: 2.00 “FOUL TIP”, Comentário – Regra 6.05 (b)]

(Softbol - Regras: 1 – Seção 39, 7 – Seção 4c, 7 - EFEITO – Seção 4c)

sexta-feira, 9 de março de 2012

JOGADA DE APELAÇÃO

O batedor acertou um “hit” (rebatida indefensável) na direção do jardim esquerdo (“leftfield”). A bola tocou o solo e saiu do campo passando por cima da cerca –rebatida de duas bases (“two-base “hit”) e bola morta. Percebendo que havia passado pela 1ª base sem tocá-la, tentou retornar para corrigir sua falha depois que já havia alcançado a 2ª base. Isso é permitido?

Beisebol
Não. Quando a bola está morta, nenhum corredor pode retornar para tocar uma base omitida, depois de ter avançado e tocado uma base além daquela que omitira. Se a equipe na defensiva apelar, será declarado eliminado.

[Regra 7.10 (b) – vide REGRA APROVADA  (2), Comentário – Regra 7.10 (b) – vide NOTAS ]

Softbol
Um corredor que tenha omitido uma base pode tentar retornar para tal base enquanto a bola está morta.

(Regra 8 – Seção 9 – EFEITO – Seção 9g-j – EXCEÇÃO)

quinta-feira, 8 de março de 2012

FOI ANOTADO PONTO?

Um “out”, corredor na 1ª e 3ª base. O batedor levantou um “fly” na direção do “rightfield”. O corredor da 3ª saiu legalmente da base e pisou o ”home plate”; o da 1ª, que havia iniciado a corrida no momento do arremesso, se encontrava entre a 2ª e a 3ª bases, e ao tentar retornar à 1ª base deixou de tocar novamente a 2ª base. O defensor da 2ª base, de posse da bola, pisou a “almofada” e apelou ao árbitro; o corredor foi declarado “out”.  Foi anotado ponto?

Sim. O ponto é contado, não obstante a jogada dupla, uma vez que o corredor da 1ª base não foi eliminado numa Jogada Forçada, e o corredor da 3ª base havia pisado o “home plate” antes da terceira eliminação.

[Regras: 4.09 (a), 7.02 – vide NOTAS 1 e 2, 7.10 (b)]

Fonte: EL BEISBOL – Arbitros en el Terreno, de Humberto Vázquez

quarta-feira, 7 de março de 2012

O ÁRBITRO DEVE PERMITIR QUE O BATEDOR SAIA DO “BATTER’S BOX” APÓS CADA ARREMESSO?

Um batedor estava deixando a sua posição, após cada arremesso, para receber orientação do “coach”. O arbitro de “home” advertiu-o mais de uma vez de que tal procedimento deveria cessar. Quando ele saiu novamente do “batter’s box” para olhar os sinais do receptor,  o árbitro declarou um “strike” sem que o arremessador tenha efetuado o arremesso. O árbitro agiu corretamente?

Sim. Ele aplicou a Regra 6.02 (d) (1). Nesse caso, a bola fica fora de jogo (bola morta) e nenhum corredor pode avançar.

O árbitro concederá “strikes” adicionais ao arremessador, sem que ele tenha de efetuar o arremesso, se o batedor continuar fora do “batter’s box”.

Vale lembrar, entretanto, que o árbitro deve dar ao batedor uma oportunidade razoável para ele se posicionar corretamente no “batter’s box”, após declarar um “strike” e antes de conceder “strikes” sucessivos.

terça-feira, 6 de março de 2012

CORREDOR ATORDOADO

Com uma eliminação, Kansas City tem um corredor na 1ª base quando George Brett acerta um “single” (“hit” de uma base) ao “rightfield” (jardim direito). Davi Winfield do Yankees, que tem um braço muito forte, apanha a bola rebatida e lança à 3ª base para tentar eliminar o corredor que está avançando. No caminho entre a 2ª e a 3ª bases, o corredor é atingido na cabeça pela bola; ele cai ao solo e aparenta estar desacordado.  O “coach” da 3ª base do Kansas City pede “Time” (Tempo) enquanto o “shortstop” (interbases) do Yankees, Nino Espinoza, pega a bola e toca o corredor atordoado. Um “coach” pode solicitar “Time” nessa situação? O toque dado no corredor é legal?

A equipe na ofensiva pode solicitar “Time”, mas o árbitro não deve atender ao pedido até que toda a ação da jogada esteja concluída. O toque dado por Espinoza é legal. O corredor é “out”.
[Regra 5.10 (h)]
Fonte: BIG LEAGUE Baseball PUZZLERS, de Dom Forker

domingo, 4 de março de 2012

ARREMESSADOR - MOVIMENTOS PERMITIDOS SOMENTE NA POSIÇÃO "WINDUP"

O arremessador, que estava com o pé de apoio e o pé livre sobre o "pitcher's plate", deu um passo para trás e um passo para a frente da placa com o  pé livre e, em seguida, arremessou  ao batedor. Isso é legal?

Sim. Esses movimentos são permitidos na Posição "Windup", mas na Posição "Set" não.

 [Regras:  8.01 (a), 8.01 (b) - NOTA 3 (2)]

TERMOS “ANTIGOS” UTILIZADOS POR VETERENOS

O “base coach” de uma das equipes que participaram do IX Campeonato Brasileiro de Beisebol  Interseleção --Categoria (70) anos--, realizado nos dias 25 e 26/02/2012 no Estádio “Mie Nishi” (Bom Retiro), usou os seguintes termos:

‘LIIDO' (vem de “LEAD”) - para mandar o corredor afastar-se mais da base e ficar preparado para avançar à base seguinte. “LEAD” = começar, dar a saída, tomar a dianteira etc.   

“LIIDO!” = “Comece a sair (da base)!”, “Fique preparado para correr!”.   

‘GOO’ (vem de “GO”) - para mandar o corredor iniciar a corrida ou continuar correndo. “GO” = ir, partir, ir embora etc.

“GOO!” = “Vá embora!”,  “GOO, GOO!” = “Vai, vai! ”.

‘TATTI APPU’ (vem de “TOUCH-UP”) – para mandar o corredor ficar na base e iniciar a corrida após um defensor apanhar ou tocar uma bola “fly”. “TOUCH-UP” = estar em contato, retocar  etc. “TATTI APPU!” = “Fique na base!”, “Retorne à base!”.

sábado, 3 de março de 2012

PROCEDIMENTO PARA DECLARAR UMA REBATIDA ILEGAL

Um eliminado, contagem de bolas sobre o batedor: 3 – 1 (três “balls” – um “strike”). Quando o corredor da 3ª base estava tentando anotar ponto por meio de um “steal” (roubo), o batedor rebateu o arremesso com um pé no solo completamente fora do “batter’s box” –a rebatida resultou em “foul ball”. Quem deve ser eliminado: o batedor, o corredor ou ambos?.

O batedor é “out” por ter rebatido um arremesso ilegalmente. O(s) corredor(es) retorna(m). 
  
Quando ocorre uma rebatida ilegal, o árbitro deve apontar para o batedor e declarar: “ILEGAL!”; em seguida, deve eliminá-lo (declarar “BATTER OUT!”, fazendo o gesto correspondente). 

sexta-feira, 2 de março de 2012

FOI OU NÃO INTERFERÊNCIA?

O corredor da 2ª base arrancou em direção à 3ª base. O receptor tentou fazer uma jogada sobre ele, mas não conseguiu –a bola lançada atingiu acidentalmente o “bat” nas mãos do batedor e foi parar dentro de um “bench”. (O batedor estava posicionado legalmente no “batter’s box”.) Enquanto isso, o corredor pisou o “home plate”.  O batedor deve ser eliminado por Interferência?

Não. O fato de a bola ter atingido o “bat” não caracteriza uma Interferência do batedor. Tendo em vista que o ocorrido foi uma casualidade, o jogo deve prosseguir normalmente. Nesta jogada, como o corredor tem o direito de avançar duas bases, sem o risco de ser eliminado, a partir da base que estava ocupando no momento em que o receptor soltou a bola, foi anotado um ponto.

O batedor seria eliminado se tivesse saído do “batter’s box” e interferido na ação do receptor, ou feito qualquer outro movimento para estorvar uma jogada do receptor.

[Regra 6.06 (c)]

quinta-feira, 1 de março de 2012

APELAÇÃO PARA UMA ELIMINAÇÃO ADICIONAL (APARENTE "QUARTA ELIMINAÇÃO")

Dois “outs”, bases cheias.  O batedor acertou uma rebatida indefensável  (“hit”) na direção do jardim central (“centerfield”). O corredor da 3ª e o da 2ª cruzaram o “home plate”, mas o da 1ª foi eliminado por toque na 3ª base –terceira eliminação. O batedor-corredor avançou à 2ª base, mas deixou de tocar a 1ª base. O defensor da 1ª base, de posse da bola, pisou a “almofada” e apelou ao árbitro; o batedor-corredor foi declarado eliminado. Os corredores que pisaram o “home plate” anotaram ponto?

Não, porque a terceira eliminação é transferida para a jogada que eliminou o batedor-corredor em apelação na 1ª base
[Beisebol: Regra  4.09 (a) – EXCEÇÃO (1), Regra 4.09 – REGRA APROVADA, Regra 7.10]
(Softbol: Regra 5 – Seção 7b-1, Regra 5 - Seção 7c)

CBBS - CURSO DE ANOTAÇÃO 2012

CURSO DE ANOTAÇÃO 2012 - CBBS em São Paulo (GECEBS)

O Departamento de Anotação de Beisebol da CBBS realizará em dois (2) fins de semana o curso de Anotação de Beisebol e Softbol (p/iniciantes, fechamento das estatísticas).  
 
Data: 17/03/2012 e 18/03/2012
Horario:08:00 até 17:00 horas
Local: GECEBS (curso de anotação IBAF) BEISEBOL E SOFTBOL

Data: 24/03/2012 (08:00 até 17:00 horas) e 25/32/2012 (08:00 até 15:45 horas)
Local: GECEBS (curso de anotação CODIFICADO) BEISEBOL

Os interessados deverão enviar as seguintes informações para anotacaobs@gmail.com (até 12/03)

(1) Nome completo sem abreviação com telefone, celular e e-mail;
(2) Clube e a categoria ou Universidade;
(3) se fará o curso básico ou avançado e qual material deseja usar (impresso ou digitalizado)

O material impresso custará R$ 25,00 e o material digitalizado R$ 20,00.
O curso é para os iniciantes e também para aqueles que querem aprender o fechamento (IBAF e CODIFICADO) e será coordenado pelos professores Rafael Murakami e Sonoe Hirae.

Mais informações na CBBS (11) 5034-2512/9904 ou d.tecnico@cbbs.com.br.

Ricardo Iguchi
Depto Técnico CBBS